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	<title>Prática &#187; usabilidade</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>A contradição entre interface simples e aparelhos poderosos</title>
		<link>http://prati.ca/2010/02/18/a-contradicao-entre-interface-simples-e-aparelhos-poderosos/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 17:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
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		<description><![CDATA[Marco Gomes fez uma provocação interessante no seu blog: &#8220;Interfaces de objetos modernos são mais complicadas? Estamos ficando mais estúpidos pra projetar as interfaces do dia-a-dia?&#8221;
Eu acredito que em alguns dos casos que ele analisou há o erro de comparar coisas diferentes como se fossem iguais. Comparar o telefone de disco com o iPhone é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marco Gomes fez <a href="http://marcogomes.com/blog/2010/interfaces-de-objetos-modernos-sao-mais-complicadas">uma provocação interessante</a> no seu blog: &#8220;Interfaces de objetos modernos são mais complicadas? Estamos ficando mais estúpidos pra projetar as interfaces do dia-a-dia?&#8221;</p>
<p>Eu acredito que em alguns dos casos que ele analisou há o erro de comparar coisas diferentes como se fossem iguais. Comparar o telefone de disco com o iPhone é complicado, já que o iPhone é um computador de tamanho reduzido, que entre seus aplicativos tem um telefone. Aí podemos observar o contrário, comparando o iPhone com um computador de antigamente: eu não preciso desligar ou reiniciar quase nunca, ele cabe no meu bolso etc.</p>
<p>Eu acredito que a verdadeira questão seja como lidar com a contradição entre a necessidade de uma interface simples e o aumento do &#8220;poder&#8221; dos aparelhos. Obviamente eu não tenho resposta nenhuma, mas, assim como o Marco, mais problematização:</p>
<p>Antes do iPhone eu usava um Motofone F3 (<a href="http://prati.ca/2007/07/16/motofone-f3-design-lindo-e-simples/">veja aqui meu artigo sobre sua interface</a>). Ele sim, tem uma interface tão simples quanto a de um telefone de disco. Basta digitar o número que você quer e apertar o botão verde. Na verdade, é ainda mais fácil, ele tem 9 posições na agenda relacionadas às nove teclas, basta segurar o botão 1 e ele já liga para aquela pessoa. Não é à toa que ele é apelidado de moto-vô, já que sua simplicidade deu acesso ao celular a pessoas de terceira idade que não enxergavam nem conseguiam usar outros modelos.</p>
<p>Acredito que as questões fundamentais sejam de mercado, não de burrice do designer. Sempre que eu vejo um design muito ruim feito por uma agência/estudio/profissional bom eu penso: ele deve ter tido meia hora para fazer isso, e com alguém gritando atrás dele.</p>
<p>O consumidor não pode usar dois ou três aparelhos, falar neles, entrar dados em sua agenda, etc, para comparar antes de comprar. Por isso, sua decisão de compra é baseada na tabela de features. Logo, quanto mais funcionalidades pelo preço mais baixo com um visual bacana, melhor o aparelho. Aí o que acontece é que, na ânsia de entuchar funcionalidades no treco, todas desenvolvidas pelo próprio fabricante, precisando lançar novidades (da moda) rapidamente, e a um preço baixo, o cuidado com a usabilidade vai pro beleléu. Isso sem falar da Obsolescência Programada &#8211; eu nem quero imaginar como é estar na pele de um designer que tem que projetar um produto para que ele não dure muito, para que ele se quebre em no máximo 2 anos.</p>
<p>Sobre o exemplo do DVD/Blue Ray, a questão ainda é de mercado. O monopólio dos padrões industriais por um punhado de mega empresas lhes dá um poder tão grande que não há nada que o consumidor possa fazer. Ao contrário da internet, uma plataforma aberta onde qualquer um pode fazer algo mais user-centric que você e ganhar por causa disso, nestes mercados fechados todos os players podem fazer aquilo que quiserem, não há interesse em tornar a vida do consumidor melhor porque ele não tem opção além de comprar um aparelho com aquele padrão.</p>
<p>A usabilidade está sempre em contradição com o poder do aparelho. Ambas fluem em um movimento contínuo onde cada parte avança sobre a outra. Quanto maior a quantidade de funcionalidades (poder), mais trabalho o designer terá para adequá-las de modo que a interface seja simples. É comum ver saltos de qualidade, como os computadores com interface gráfica e mouse no lugar dos comandos, uma vez que seu sistema se tornou poderoso o suficiente para sustentar tal façanha.</p>
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		<title>Gmail é o melhor gerenciador de listas de discussão</title>
		<link>http://prati.ca/2008/04/04/gmail-e-o-melhor-gerenciador-de-listas-de-discussao/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 04:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando não temos um chefe neurótico o tempo todo nos vigiando aprendemos a administrar bem nossa produtividade. Enquanto algumas empresas resolvem distrações criando proibições arbitrárias, no trabalho-sem-chefe elas são um problema que precisa ser superado de maneira inteligente.
Se não tomarmos cuidado, as listas de discussão podem ser uma distração, um problema mesmo. Mas na dose certa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando não temos um chefe neurótico o tempo todo nos vigiando aprendemos a administrar bem nossa produtividade. Enquanto algumas empresas resolvem distrações criando proibições arbitrárias, no trabalho-sem-chefe elas são um problema que precisa ser superado de maneira <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:inteligencia">inteligente<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>.</p>
<p>Se não tomarmos cuidado, as listas de discussão podem ser uma distração, um problema mesmo. Mas na dose certa podem ser comunidades maravilhosas onde aprendemos, compartilhamos conhecimento e fazemos novos amigos.</p>
<p>Receber cada nova mensagem na minha conta pessoal do Gmail reduz minha produtividade, pois toda vez que vou enviar ou receber um email importante, acabo dando uma olhadinha em uma lista e uma conversa puxa outra e quando vejo estou ali há mais de uma hora.</p>
<h4>A interface web do Yahoo Groups é péssima!</h4>
<p>Minha primeira idéia para resolver este problema foi deixar de assinar listas por email e acompanhar cada uma em suas interfaces web. É uma solução razoável para listas que funcionam com o Google groups, mas para listas que usam o Yahoo groups é simplesmente impossível.</p>
<p>A interface web do Yahoo groups é um horror. Além de ter uma usabilidade péssima e um design gráfico horrível, ela é lenta demais. Chegam ao cúmulo de enviar o usuário para uma página inteira só com <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:publicidade+relevante+marketing">propaganda<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> (isso mesmo, sem nenhum conteúdo) e um botão &#8220;continuar&#8221; que vai para a página que o usuário realmente quer ver. Isso não se faz.</p>
<h4>Para listas, a funcionalidade mute é genial no Gmail.</h4>
<p>Depois de sofrer no Yahoo groups por mais tempo do que deveria, lembrei-me dos tantos amigos que têm endereços como fulano.listas@gmail.com e resolvi criar uma nova conta do Gmail só para listas de discussão.</p>
<p>Foi ótimo! A funcionalidade &#8220;mute&#8221; (que faz com que uma determinada conversa seja arquivada e não vá mais para a inbox a cada nova mensagem), que eu nunca usei no meu email pessoal, é genial para listas.</p>
<p>Eu entro no Gmail, leio e respondo todas as conversas que me interessam. Depois seleciono as que não me interessam e dou mute. Pronto, da próxima vez que entrar só lerei as novas conversas e as que quero, as chatas somem.</p>
<h4>Melhorei minha produtividade e ainda posso pesquisar.</h4>
<p>Além disso, com o tempo esta conta especial para listas torna-se um ótimo lugar para pesquisas, aproveitando o bom desempenho do Gmail para buscas.</p>
<p>E o mais importante: como é relativamente chato sair da minha conta do Gmail e depois me logar de novo para ver as listas, depois ter que sair e me logar outra vez, isso me obriga a ler as listas todas uma ou duas vezes por dia.</p>
<p>É mais que o suficiente para ter uma participação saudável. E sem <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:liderança">chefe-neurótico<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> nem proibição arbitrária.</p>
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		<title>Os três uias de um bom design</title>
		<link>http://prati.ca/2008/02/12/os-tres-uias-de-um-bom-design/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 04:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu assisti ontem a um documentário sobre Oscar Niemeyer. Durante as várias entrevistas, o velhinho-gênio-comunista repetiu diversas vezes uma palavra, que me pareceu ser fundamental no seu trabalho: surpresa. Ele disse que &#8220;tem que ter surpresa&#8221;. Niemeyer entende a surpresa como a revelação, nos olhos do observador de sua obra, de que o que fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/niemeyer.png" class="alignleft" alt="niemeyer.png" />Eu assisti ontem a um documentário sobre Oscar Niemeyer. Durante as várias entrevistas, o velhinho-gênio-comunista repetiu diversas vezes uma palavra, que me pareceu ser fundamental no seu trabalho: surpresa. Ele disse que &#8220;tem que ter surpresa&#8221;. Niemeyer entende a surpresa como a revelação, nos olhos do observador de sua obra, de que o que fez é realmente novo e bom.</p>
<p>Pensando sobre como a Arquitetura está próxima do Design Gráfico &#8211; <a href="http://www.designtotal.com.br/">Guilherme Sebastiany</a>, que como alguns dos maiores designers gráficos do Brasil é formado em arquitetura, me disse uma vez que o trabalho é o mesmo, só muda a mídia &#8211; e também do design de interfaces, por conseguinte, do ofício do &#8220;fazedor de sites&#8221; em geral, fiquei com essa palavra, <strong>surpresa</strong>, na cabeça. Nas minhas elocubrações teóricas de fim de noite, cheguei a três tipos de surpresas, que chamarei aqui de &#8220;iuas&#8221;.</p>
<p>Um produto que tem os três uias será certamente desejado e idolatrado (veja que não acrescentei &#8220;comprado&#8221;, porque aí o buraco é mais embaixo) por todo mundo.</p>
<h4>UIA! Que útil!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/controle-remoto.png" alt="controle-remoto.png" class="alignleft" />Essa é a expressão de <strong>surpresa com a função</strong>. Um bom serviço web deve ser muito útil para o usuário. Deve resolver um problema. Tornar uma ação comum do seu dia-a-dia mais fácil, ou melhor ainda: dar ao usuário a possibilidade de fazer algo que ele nunca imaginou que seria capaz.</p>
<p>Imagino a utilidade do controle remoto, por exemplo &#8211; uia! dá pra trocar de canal sem levantar do sofá! Ou pensando nas tecnologias mais recentes, lembro-me da utilidade do iPod &#8211; uia! dá pra carregar pra todo canto todas as minhas músicas!</p>
<p>O problema aqui é que essa parte do trabalho, a de pensar no conceito do produto, quando se trata de internet, geralmente fica para o cliente. Isso é realmente um problema com esse modelo de negócio, porque nem sempre o cliente é habilitado para conceituar as funcionalidades de um bom serviço. No design de produtos ou de móveis, por exemplo, pode acontecer o contrário: o designer pensa livremente no que quer fazer, e depois encontra alguém para produzir e comercializar o produto que criou.  Isso até tem acontecido, principalmente na web 2.0, mas são os programadores, não os designers, que estão tomando a iniciativa.</p>
<h4>UIA! Que fácil de usar!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/iphone.png" alt="iphone.png" class="alignleft" />Essa é a expressão de <strong>surpresa com a facilidade de uso</strong>. Se o produto tiver uma função maravilhosa mas for difícil de usar, não adiantará muito.</p>
<p>É bom lembrar mais uma vez de Niemeyer: para inovar ele explorou os limites das novas tecnologias de sua época &#8211; o concreto armado, no caso.</p>
<p>Sou contra aqueles que dizem que o designer tem que esquecer-se da tecnologia, porque esta envelhece. Pelo contrário, ele deve explorar as novas possibilidades devorando as novas tecnologias para fazer aquilo que antes não era possível.</p>
<p>Esse é um caminho para a inovação. Para isso, aliamo-nos aos programadores da mesma maneira que os arquitetos aliam-se aos engenheiros. Foi aqui que o iPhone ganhou notoriedade: nunca tínhamos visto a tecnologia de toque e o acelerômetro sendo tão bem aplicados. É preciso ter coragem de experimentar, de lançar-se na escuridão do horizonte onde o <em>novo</em> está.</p>
<p>Mas a facilidade de uso não mora com as novas tecnologias, no sentido estrito do termo. É preciso preocupar-se com um bom design de interação e construir uma excelente experiência para o usuário, colocando-o em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes o primeiro e o segundo uais se unem, pois quanto mais funcionalidades, mais complexo é um sistema, logo mais difícil de usar. É preciso fazer uma <a href="http://desta.ca/pratica/2007/10/10/curadoria-de-funcionalidades/">curadoria de funcionalidades</a> &#8211; e isso é parte do escopo do projeto, não do design de interface &#8211; para que o sistema seja simples e fácil de usar.</p>
<h4>UIA! Que bonito!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/imac.png" alt="imac.png" class="alignleft" />Essa é expressão de <strong>surpresa estética</strong>. Embora a estética não procure necessariamente o belo, mas pode refugiar-se também no grotesco, no obscuro, enfim, no que mais for necessário para construir uma poética que expresse o que o artista <em>precisa</em>.</p>
<p>Novamente uso a apple como exemplo. Tecnologicamente não havia nenhuma novidade em computadores desktop que fossem um único bloco &#8211; em vez da separação entre CPU e monitor dos PCS. Mas os imacs foram uma revolução estética, trazendo a beleza, <em>aquela</em> beleza (e quando falamos de uma beleza específica, estamos falando de <em>uma estética</em>) plástica brilhante e fortemente colorida para as mesas de trabalho.</p>
<p>Um bom design surpreende também pela estética. Daí (aproveito para este parêntesis) a <a href="http://www.slideshare.net/elliotjaystocks/fowd-november-2007/">reclamação de alguns designers</a> a respeito do seguimento tonto da estética da web 2.0. Sim, a web 2.0 tem uma estética, são os sites com cores fortes, gradientes por todos os lados, logotipo com reflexo, etc. Seguir esta estética, em vez de pensar uma nova e própria da sua marca, é a morte para um designer &#8211; se ele não pensa um estilo próprio, pra que serve? (fecha parêntesis)</p>
<h4>Surpresa e inovação.</h4>
<p>Enfim, surpreenda com a utilidade, com a usabilidade e com a estética e você terá um produto realmente novo e interessante. Como já disse, isso não garante um produto comercialmente bem sucedido, pois aí há outras variáveis como tamanho do mercado, concorrência, preço, etc, mas certamente garante um produto no mínimo admirável.</p>
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		<title>multipostagem: Wordpress 2.3, Netscape RIP e Netmovies.</title>
		<link>http://prati.ca/2008/01/05/multipostagem-wordpress-23-netscape-rip-e-netmovies/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 04:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho algumas coisas pra comentar, resolvi fazer tudo numa postagem só.
Wordpress 2.3
A nova versão do Wordpress, 2.3, não é novidade nenhuma. A novidade é que eu atualizei o Prática e quero comentar o processo.
Como eu uso tags no lugar de categorias, eu estava bem preocupado em como seria na hora de atualizar, já que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho algumas coisas pra comentar, resolvi fazer tudo numa postagem só.</p>
<h4>Wordpress 2.3</h4>
<p>A nova versão do Wordpress, 2.3, não é novidade nenhuma. A novidade é que eu atualizei o Prática e quero comentar o processo.</p>
<p>Como eu uso tags no lugar de categorias, eu estava bem preocupado em como seria na hora de atualizar, já que eu usava o plugin <a href="http://www.neato.co.nz/ultimate-tag-warrior/">Ultimate Tag Warrior</a>. Pois para minha surpresa &#8211; não sei porque, já que o wordpress é realmente muito bacana &#8211; o novo wordpress tem um importador que faz a transição entre o UTW (que foi descontinuado pela <a href="http://www.neato.co.nz/">autora</a>) e o novo sistema de tags nativo do Wordpress 2.3 automaticamente. O processo é tão complicado quanto instalar um software no windows: next, next, next, next, next, finished.</p>
<p>Senti falta de algumas coisas que o UTW tinha, como degradê de cores para a nuvem de tags e a possibilidade de gerenciar as tags (renomear, editar, etc). Para resolver isso, instalei o <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/simple-tags">plugin simple tags</a>.</p>
<p>O que mais gosto da nova versão do wordpress é o novo editor wysiwyg. Nele o corretor ortográfico do Firefox funciona. Além disso, ele parece ser muito mais leve que o anterior, que tinha um delay na hora de digitar que fazia com que eu sempre usasse a aba &#8220;código&#8221;.</p>
<h4>Nota de falecimento: Netscape Navigator (1994-2008)</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/01/netscape_navigator_20.png" alt="netscape_navigator_20.png" class="alignleft" />O saudoso navegador Netscape morreu. Na época em que o IE era realmente ruim (quem se lembra do IE 4 acha o 7 maravilhoso), a mesma energia gasta hoje pelos evangelizadores do Firefox era dirigida ao Netscape.</p>
<p>Bem, a AOL, que comprou o bichinho, resolveu desistir do mercado de browsers e não vai mais atualizar o produto.  Em homenagem a essa época, estou usando o <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/4784">theme do netscape 9</a> para firefox, última tarefa dos 3 últimos caras que trabalharam no produto na AOL. Outra opção é o <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/4083">Foxscape</a>, que simula a versão antiga do navegador.</p>
<h4>NetMovies</h4>
<p>A dica foi do <a href="http://marcogomes.com">Marco Gomes</a>, no <a href="http://twitter.com/marcogomes/statuses/563882372">twitter</a>: &#8220;<span class="entry-title entry-content">Acabo de assinar a NetMovies depois de ouvir os merchans do @<a href="http://twitter.com/jovemnerd">jovemnerd</a> . Já coloquei 20 e tantos filmes na fila!</span>&#8220;. Bem, eu fiquei impressionado com a idéia, e com a beleza e usabilidade do site e assinei também.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/01/netmovies.png" alt="netmovies.png" class="alignleft" /><a href="http://www.crisdias.com/2006/07/27/filmes-em-casa-pelo-correio/">Cris dias explica</a>:</p>
<blockquote><p>A idéia é a de uma locadora de DVDs onde em vez de pagar por filme visto o associado paga um valor fixo por mês que dá direito a ficar com um certo número de discos por quanto tempo quiser. Se o cinéfilo for fominha pode devolver um filme para receber outro no mesmo dia. Se for como a maioria dos seres humanos vai ficar enrolando ao máximo.</p></blockquote>
<p><strike>Já que acabei de cancelar a SKY &#8211; porque pagava e não tinha tempo de ver, quando tinha tempo não passava nada que prestasse -</strike>(Atualização, 5/1/07: Liguei para a sky para discutir uma conta (a última, de janeiro) que eu achava que não devia pagar e eles me convenceram de que tenho que pagar sim, e ainda me convenceram a continuar com a assinatura, com um desconto permanente de 35% na assinatura, mas mesmo assim:) o NetMovies veio bem a calhar.</p>
<p>Tenho certeza que agora vou ver mais TV do que via antes, já que o serviço tem um acervo enorme de filmes de arte e clássicos que eu sempre fui doido pra ver mas nunca achei em lugar nenhum pra alugar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gmail 2.0 &#124; O computador novo que o Google me deu.</title>
		<link>http://prati.ca/2007/11/07/gmail-20-o-computador-novo-que-o-google-me-deu/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 03:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Boa parte do meu trabalho diário é email. Não somente as respostas aos clientes, mas também os contatos, algumas informações vitais para trabalhos, briefings, etc, eu uso o gmail o dia todo. Quando quero parar de trabalhar, a primeira coisa que faço é fechar o gmail.
Meu novo computador.
Assim, agora com a nova versão do gmail, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/11/gmail.jpg" alt="gmail.jpg" class="alignleft" />Boa parte do meu trabalho diário é email. Não somente as respostas aos clientes, mas também os contatos, algumas informações vitais para trabalhos, briefings, etc, eu uso o gmail o dia todo. Quando quero parar de trabalhar, a primeira coisa que faço é fechar o gmail.</p>
<h4>Meu novo computador.</h4>
<p>Assim, agora com a nova versão do gmail, que está muito mais rápida (na minha percepção, pelo menos o dobro da velocidade), a impressão que eu tenho é a de que eu estou trabalhando em um computador novo e muito mais rápido.</p>
<h4>Quando tudo está online, o que importa é a velocidade do software, não do computador.</h4>
<p>Com a idéia de cloud computing (conforme nossos softwares migram do desktop para a web), essa é a nova relação que se estabelece: já não importa muito a velocidade do computador, importa a velocidade do software. E neste novo mundo, a parte da filosofia do google que diz <strong>&#8220;Fast is better than slow&#8221;</strong> é muito, muito bem vinda.</p>
<p>É importante para eles, que usavam ajax desde antes do nome existir, que popularizaram com o google maps a idéia de carregar dados sem recarregar a página, continuar na frente mesmo depois que estas tecnologias já estão muito mais maduras e conhecidas.</p>
<p>O Bruno Torres reclamou pelo menos duas vezes no twitter que <strong>o novo gmail travou o firefox</strong> dele. Comigo também aconteceu. <strike>Mas eu acredito que seja um problema passageiro.</strike> Atualização: E continua acontecendo bastante. Se continuar, serei obrigado a voltar para a versão anterior &#8211; entre o rápido travando e o lento estável, prefiro o último. No fórum do gmail não há nenhuma resposta, a orientação é esperar que a migração para a nova interface termine, o que deve levar aproximadamente um mês (!). Paciência.</p>
<h4>Mute &#8211; o fim daquelas intermináveis conversas &#8220;para todos&#8221;.</h4>
<p>Sabe quando um amigo manda uma piadinha &#8220;para todos&#8221; e &#8220;todos&#8221; começam a responder com gracinhas &#8220;para todos&#8221;? Às vezes é legal, mas geralmente não. Agora o gmail tem uma funcionalidade chamada &#8220;mute&#8221;, que faz com que todas as próximas mensagens de uma mesma conversa não cheguem mais ao inbox, indo direto para a pasta onde estiver aquela conversa, como se você tivesse criado um filtro.</p>
<p>E por falar em filtro, agora o gmail também ajuda a criar <strong>novos filtros a partir de uma mensagem</strong>.</p>
<p>Há também uma série de <strong>novos atalhos de teclado</strong>, por exemplo &#8220;]&#8221; que arquiva a mensagem atual e vai para a próxima imediatamente.</p>
<p>Outra coisa muito importante é que finalmente o gmail aprendeu a não quebrar o navegador: agora pode-se colocar <strong>uma label ou uma mensagem nos favoritos</strong> e acessa-las diretamente.</p>
<h4>Acesso via IMAP facilita a vida de quem tem celulares bacanas.</h4>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_h25OVwYBPlg/Rx6NNCPaDyI/AAAAAAAAAE0/2zT4zcKqlXo/s400/imap_infographic.jpg" height="97" width="400" /></p>
<p>Outra coisa que faltava no gmail e recentemente foi adicionada é o acesso via IMAP &#8211; com ele você configura seu gmail em um software qualquer (como no seu celular) e ele mostra todas as suas pastas e repete no servidor tudo que você fizer.</p>
<p>Por exemplo, se você deletar ou mover para uma determinada pasta uma mensagem no software desktop, ela é deletada ou movida na versão web também. Poder esvaziar a sua caixa de entrada na fila do banco, sem bagunçar toda a organização dos seus emails é algo realmente sensacional.</p>
<h4>Somente agora o gerenciador de contatos ficou realmente bom.</h4>
<p>Me parece que a tela de contatos do gmail está seguindo a filosofia da apple, de ir filtrando os itens conforme você vai descendo os níveis. Assim como no iTunes assim que eu clico no gênero rock são mostrados somente artistas, albuns e músicas deste gênero (e assim por diante), no novo gmail <strong>basta clicar em um grupo de contatos e aparecem somente os contatos daquele grupo</strong>, clicando em um contato, imediatamente aparecem os dados do contato.</p>
<p>O mesmo gerenciador de contatos também pode ser visto em outros aplicativos do google, como no google docs por exemplo. E você pode escolher uma imagem para um contato, adicionando do seu computador e recortando, ou da web, ou do picasa&#8230;</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/11/gmail-newer-version-4.png" alt="gmail-newer-version-4.png" /></p>
<h4>Aplicativo Web mais rápido que desktop?</h4>
<p>Enfim, por mais que algumas pessoas ainda acreditem que clientes de email no desktop são mais rápidos, eu acredito que cada dia mais será difícil para eles competirem com softwares online como o gmail. Email é um tipo de informação que é produzida online, em rede, coisa muito diferente de uma foto, um vídeo ou um texto, me parece natural que ele permaneça online.</p>
<p>Vamos ver agora para onde o gmail vai continuar melhorando -uma versão que funcione offline, com o google gears, talvez.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Experiências inconvenientes não funcionam na web.</title>
		<link>http://prati.ca/2007/10/19/experiencias-inconvenientes-nao-funcionam-na-web/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 21:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[P2P]]></category>
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		<description><![CDATA[Em uma brilhante apresentação,   Ian Rogers,  VP de Desenvolvimento de Produtos do Yahoo Music, mostra um grande entendimento do que funciona e o que não funciona na web. Em uma síntese: experiências irritantes &#8211; como por exemplo, arquivos de música bloqueados com DRM &#8211; não funcionam.
Não deixarei o Yahoo! investir em inconveniência.
Ian [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma brilhante apresentação,  <a href="http://www.fistfulayen.com/blog/?p=127"> Ian Rogers</a>,  VP de Desenvolvimento de Produtos do Yahoo Music, mostra um grande entendimento do que funciona e o que não funciona na web. Em uma síntese: experiências irritantes &#8211; como por exemplo, arquivos de música bloqueados com DRM &#8211; não funcionam.</p>
<h4>Não deixarei o Yahoo! investir em inconveniência.</h4>
<p>Ian diz de maneira eloqüente a sua posição em relação a obrigar o usuário a passar por experiências chatas só para satisfazer a mentalidade reacionária das grandes gravadoras:</p>
<blockquote><p> Eu não vou mais cair nesta armadilha. Se as gravadoras que oferecem conteúdo para o Yahoo! continuarem a colocar mais barreiras diante dos usuários, eu não estou interessado. Faça o que você sentir que precisa fazer no seu negócio, eu serei educado, direi obrigado, e não aceitarei. Eu não deixarei que o Yahoo! continue investindo dinheiro em inconveniência para o consumidor. (minha tradução livre)</p></blockquote>
<h4>O usuário deve esta em primeiro lugar.</h4>
<p>Uma importantíssima lição que foi aprendida nos últimos anos é que na web, o usuário deve estar em primeiro lugar. Não adianta brigar contra o consumidor, é preciso ouvi-lo e atender a sua necessidade.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/10/eternal_scream.jpg" alt="eternal_scream.jpg" class="alignleft"/>O Pop-up parecia bom pra o anunciante, pois obrigava o visitante dos grandes portais a ver a propaganda. Mas ter que ver e depois fechar um pop-up é tão inconveniente que  logo foram criados os bloqueadores de pop-up. Parecia bom para as empresas poder atingir a caixa de e-mail de milhares de usuários, mas é inconveniente receber spam, e logo apareceram os bloqueadores de spam. Da mesma maneira, o DRM é inconveniente para o usuário, e logo apareceram as ferramentas para remoção do DRM.</p>
<p>É preciso aprender de uma vez por todas: <strong>na web, aquilo que é inconveniente para o usuário, é também inconveniente para os negócios.</strong></p>
<h4>A indústria está amadurecendo.</h4>
<p>Como aponta Ian, o Napster não inventou o P2P, essa habilidade de transferir dados diretamente entre computadores, sem um servidor central, é inerente ao TCP/IP e à própria internet. Antes de haver um software para organizar essas maneiras de compartilhamento de dados, sempre foi possível, por exemplo, trocar arquivos com um amigo via messenger (ICQ) ou email.</p>
<p>Não adianta tentar mudar a própria natureza da informação digital: ela se propaga livremente. Somente agora a indústria musical está começando a aprender a jogar com a maneira como a internet funciona e se aproveitar disso. Dois excelentes exemplos são a nova loja de MP3 sem DRM da Amazon e a recente abertura de todo o conteúdo arquivado do NY Times.</p>
<h4>Tudo mais seguirá.</h4>
<p>Finalmente, copio um trecho da <a href="http://desta.ca/filosofia.php">filosofia da desta.ca</a>: Quem decide qual produto continuar, qual deixar de escanteio, qual item incrementar, qual retirar de um sistema, é o usuário. Ele é o chefe, é ele quem manda. Por isso: nada de popups chatos, nada de sites lentos, nenhum truque para que o usuário compre mais, nada de nada que o usuário não goste. <strong>Se os usuários gostarem do nosso trabalho, tudo mais seguirá.</strong> Fazemos coro com a filosofia do google: faça dinheiro sem fazer o mal.</p>
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		<title>Acidente da Tam foi causado por falhas de usabilidade?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2007 17:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo tem alguma coisa pra falar sobre o acidente da Tam. Eu não tenho nada. Não gosto de conversar sobre tragédias. Tampouco gosto de ler sobre estes assuntos.
Mas o Fred postou hoje um excelente artigo, defendendo uma tese de que O acidente da Tam pode ter sido causado por problemas de usabilidade.
Cito alguns trechos:
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo tem alguma coisa pra falar sobre o acidente da Tam. Eu não tenho nada. Não gosto de conversar sobre tragédias. Tampouco gosto de ler sobre estes assuntos.</p>
<p>Mas o Fred postou hoje um excelente artigo, defendendo uma tese de que <a href="http://www.usabilidoido.com.br/acidente_da_tam_pode_ter_sido_causado_por_problemas_de_usabilidade_.html">O acidente da Tam pode ter sido causado por problemas de usabilidade.</a></p>
<p>Cito alguns trechos:</p>
<blockquote><p> Pode ser que os pilotos, acostumados com o procedimento padrão, ativaram o auto-brake Lo, quando deveria ser Med ou Max. Também pode ser que eles tenham superestimado a velocidade máxima que o avião poderia atingir naquela situação e usaram o padrão. Em ambos os casos, a máquina não toma a decisão sozinha, mas contribui para o piloto tomar.</p></blockquote>
<blockquote><p>Quando se automatizam procedimentos nas máquinas, o processo não fica explícito para os homens e eles tendem a confiar demais na automatização. É por isso que a cabine do avião tem tantos displays e controles. Poderia ser tudo automatizado e controlado através de poucos controles, mas devido às experiências fracassadas de outrora, a aviação tenta reduzir ao mínimo a automatização.</p></blockquote>
<p>[...]</p>
<blockquote><p>Se a investigação apontar &#8220;erro humano&#8221; na operação, devemos considerar se não seriam problemas de usabilidade imprevistos que surgiram na situação de risco e não permitiram a rápida recuperação do problema ou se a automatização induziu ao &#8220;erro humano&#8221;.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.usabilidoido.com.br/acidente_da_tam_pode_ter_sido_causado_por_problemas_de_usabilidade_.html">Leia a matéria completa.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aplicativo mostra como seu site é carregado.</title>
		<link>http://prati.ca/2007/06/25/aplicativo-mostra-como-seu-site-e-carregado/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 22:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Office 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[web-services]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Pingdom Full Page Test é um aplicativo online que mostra exatamente como um site é carregado. Ele separa arquivo por arquivo, organizando tudo em ordem de carregamento, e separa até cada um dos diferentes momentos do carregamento de um arquivo.
É uma excelente ferramenta pra quem quer analisar o código do site e perceber o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tools.pingdom.com/fpt/?url=desta.ca/pratica&amp;treeview=0&amp;column=objectID&amp;order=1&amp;type=0" rel="attachment wp-att-263" title="pingdom-full-page-test.jpg"><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/06/pingdom-full-page-test.jpg" alt="pingdom-full-page-test.jpg" /></a></p>
<p>O Pingdom Full Page Test é um aplicativo online que mostra exatamente como um site é carregado. Ele separa arquivo por arquivo, organizando tudo em ordem de carregamento, e separa até cada um dos diferentes momentos do carregamento de um arquivo.</p>
<p>É uma excelente ferramenta pra quem quer analisar o código do site e perceber o peso (ou talvez poderíamos dizer o &#8220;custo&#8221;) de cada imagem, código e arquivo carregado em uma página.</p>
<p>No flickr há uma série de screenshots de testes, <a href="http://www.flickr.com/photo_zoom.gne?id=513402185&amp;context=set-72157600264388614&amp;size=o">um deles</a> mostra a homepage do google. Com este tipo de teste detalhado de carregamento é fácil entender, por exemplo, porque o site do google só tem uma imagem: o logotipo corresponde a metade do tempo total de carregamento da home page.</p>
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		<title>10 motivos para preferir o Windows ao Ubuntu</title>
		<link>http://prati.ca/2007/06/21/10-motivos-para-preferir-o-windows-ao-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 15:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo eu tenho usado o Linux (Ubuntu) e o Windows, paralelamente. Já falei aqui sobre a minha primeira impressão do Ubuntu, que foi ótima. Agora, depois de um tempo usando os dois sistemas, estou quase chegando à conclusão de que, pra mim, é melhor usar o Windows ao Linux. Vamos aos motivos:
1. Múltiplas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo eu tenho usado o Linux (Ubuntu) e o Windows, paralelamente. Já falei aqui sobre a minha <a href="http://desta.ca/pratica/2007/05/07/o-incrivel-ubuntu-feisty/">primeira impressão do Ubuntu</a>, que foi ótima. Agora, depois de um tempo usando os dois sistemas, estou quase chegando à conclusão de que, <em>pra mim, </em>é melhor usar o Windows ao Linux. Vamos aos motivos:</p>
<p><strong>1. Múltiplas áreas de trabalho.</strong><br />
Uma coisa que eu adoro no Linux é a maneira como ele me ajuda a me organizar com as múltiplas áreas de trabalho. Acontece que eu achei um programa, <a href="http://desta.ca/pratica/2007/05/14/dexpot-mutiplas-areas-de-trabalho-no-windows/">o dexpot</a>, que faz isso no Windows. Não é tão bom quanto o Gnome, mas já é uma coisa que antes eu só tinha no Linux e agora tenho também no Windows.</p>
<p><a href="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/06/objectdock.jpg" title="objectdock.jpg"><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/06/objectdock.miniatura.jpg" alt="objectdock.jpg" class="alignleft" /></a><strong>2. Objectdock &#8211; um dock igual ao do Mac, no Windows.</strong><br />
Depois de me impressionar com a beleza do macbook-pró de um amigo, resolvi procurar um dock igual para Windows. Achei, é o <a href="http://www.stardock.com/products/objectdock/">objectdock</a>. Troquei toda a barra de tarefas e menu iniciar pela linda barrinha do objectdock plus, isso tornou o Windows muito mais bonito e gostoso de usar. <a href="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/06/objectdock.jpg">Veja a tela aqui.</a></p>
<p><strong>3.  Google desktop.</strong><br />
Eu sei que o linux tem o Spotligh para buscas no desktop. Mas uma das coisas que mas me faz falta no linux são os gadgets do Google desktop. Antes eu usava muito esses programinhas, pra ficar por dentro de tudo sem precisar ir no gmail, google reader&#8230; Alternando entre linux/windows eu estou usando o igoogle para ter as mesmas funcionalidades, mas ele não chega nem perto da beleza e agilidade da barra lateral do gdesktop.</p>
<p><strong>4. Photoshop.</strong><br />
O Gimp é legal, mas ainda não tem tudo que eu uso no photoshop. O Gimpshop &#8211; que promete ter uma interface como a do photoshop &#8211; me deixou frustrado. Eu passei muito, muito tempo testando as muitas maneiras que dizem por aí que é possível instalar o photoshop no linux, mas não achei nenhuma que funcionasse direito. Além disso, há muitos anos eu uso o photoshop, não acho que valha a pena a curva de aprendizado para ter no gimp a agilidade que tenho hoje no photoshop.</p>
<p><strong>5. Macromedia Flash/Dreamweaver.</strong><br />
O Dreamweaver é o programa onde eu estou acostumado a programar interfaces. Eu sei que tem coisas até melhores para o linux (o eclipse, por exemplo), mas aí aplica-se a mesma questão (curva de aprendizado) do photoshop. O mesmo a respeito do Flash.</p>
<p><strong>6. Internet Explorer</strong><br />
Mais um problema exclusivo de quem faz design de interfaces para web. Embora eu só use o firefox, tudo que eu faço deve funcionar no Internet Explorer. Eu não tenho certeza absoluta de que o IEs4Linux roda exatamente como IE no windows.</p>
<p><strong>7. Google Talk.</strong><br />
O pidgin é muito legal, bem melhor que o gaim era. Mas ainda não é tão bom quanto o google talk, que há <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/11/08/orkut-ganha-importante-melhoria-com-o-google-talk/">bastante tempo</a> é o único IM que eu uso. A maioria das minhas reuniões com clientes são feitas por voz através do Gtalk, por isso, sem ele a minha vida fica bem mais difícil.</p>
<p><strong>8. Personalização.</strong><br />
Uma coisa que eu preferia no linux é a enorme facilidade que eu tenho para deixa-lo como eu quero, personalizando cada detalhe. Bem, às vezes isso também é um problema, porque com tantas opções algumas tarefas que deveriam ser fáceis acabam sendo complicadas &#8211; eu preciso de um &#8220;how to&#8221; para praticamente qualquer configuração menos usual e instalação de programas que não estejam no repositório. Encontrei o programa (grátis e da própria Microsoft) <a href="http://www.microsoft.com/windowsxp/downloads/powertoys/xppowertoys.mspx">Powertoys TweakUI</a> que torna fácil personalizar muita coisa que antes eu achava impossível mudar no Windows.</p>
<p><strong>9. Rapidez e Estabilidade.</strong><br />
Antigamente o linux era conhecido por ser muito mais rápido e estável. Bem, nestas semanas em que estou usando os dois, percebi que realmente o Ubuntu é mais rápido, mas não MUITO. E o meu Windows Xp, cuidadosamente configurado, sem nenhum programa desnecessário instalado, não tem travado quase nunca. Há diferença aqui, o linux é melhor, mas não é tanto quanto era antigamente &#8211; quando o Windows 95 com IE4 vivia dando dor de cabeça.</p>
<p><strong>10. Segurança.</strong><br />
Quase todos os programas que eu mais uso são online. Com isso eu tenho todos os <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/10/17/office-20-e-um-conceito-para-resumir-uma-ideia/">benefícios do Office 2.0,</a> entre eles uma preocupação muito menor com virus, backup e perda/roubo de dados. Basta eu fazer backup dos arquivos que uso no desktop (que são poucos) e posso ficar tranqüilo: se o windows bichar, basta formatar &#8211; o que me leva umas 4 horas, mas eu não me lembro da última vez que tive um vírus no computador, porque sou muito cuidadoso com o que acesso na internet.</p>
<p><strong>Conclusão.</strong><br />
Enfim, eu gostaria muito, muito mesmo, de esquecer o windows de vez e usar só o linux, mas, por causa dos programas que eu não posso usar, me parece melhor adaptar o windows para funcionar como eu quero do que ter que me adaptar a outros programas essenciais à minha produtividade. Bastaria que a Adobe e o Google (quem diria! logo eles que aproveitam tanto o opensource) dessem mais atenção ao Linux para que eu voltasse ao meu tão querido pinguim. Mas por enquanto, fico no windows.</p>
<p>E vocês (já que a grande maioria dos leitores usam Windows), porque preferem o windows ao Linux? Quem usa Linux, porque prefere ao Windows?</p>
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		<item>
		<title>Dexpot &#124; Mutiplas Áreas de trabalho no Windows</title>
		<link>http://prati.ca/2007/05/14/dexpot-mutiplas-areas-de-trabalho-no-windows/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2007 01:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa que eu tenho percebido é que o grande diferencial do linux para o windows é realmente a segurança e estabilidade do núcleo do sistema. Fora isso, o Ubuntu tem frescuras que geralmente  algum outro programa também faz no Windows.
É o caso das multiplas áreas de trabalho.
Uma coisa que eu sinto falta quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que eu tenho percebido é que o grande diferencial do linux para o windows é realmente a segurança e estabilidade do núcleo do sistema. Fora isso, o Ubuntu tem frescuras que geralmente  algum outro programa também faz no Windows.</p>
<p>É o caso das multiplas áreas de trabalho.</p>
<p>Uma coisa que eu sinto falta quando troco do linux para o windows é a organização das janelas em várias áreas de trabalho. Eu uso uma com o firefox com abas relacionadas ao que estou trabalhando no momento, outra área com o programa de música (itunes/rythmbox ou last.fm) e outra com outro firefox com o igoogle e o slimtimer (pq o <a href="http://desta.ca/dialogus">dialogus</a>, que eu uso para organizar minhas tarefas, ainda não é um time tracker).</p>
<p>Depois de pesquisar um pouco, descobri o <a href="http://www.dexpot.de/index.php?id=home">Dexpot</a>. Com ele dá pra ter multiplas áreas de trabalho, como no ubuntu.</p>
<p>O Windows continua sendo mais lento e menos estável, personalizavel e seguro. Mas pelo menos eu posso me organizar da mesma maneira nos dois sistemas operacionais, enquanto a Adobe não faz uma versão para linux dos seus programas (sem os quais eu ainda não vivo).</p>
<p>O dexpot tem uns chiliques de vez em quando &#8211; como perder uma janela ou deixar um borrão em uma das áreas de trabalho &#8211; mas é um bom quebra galho.</p>
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