<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Prática &#187; redes sociais</title>
	<atom:link href="http://prati.ca/tag/redes-sociais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://prati.ca</link>
	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Jun 2010 22:23:58 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Facebook Lite: menos e mais é mais</title>
		<link>http://prati.ca/2009/09/16/facebook-lite-menos-e-mais-e-mais/</link>
		<comments>http://prati.ca/2009/09/16/facebook-lite-menos-e-mais-e-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 14:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
		<category><![CDATA[design de produtos]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prati.ca/?p=613</guid>
		<description><![CDATA[O Michel Lent comentou no viuisso, sobre o Facebook Lite: &#8220;menos é menos&#8220;. Eu concordo com ele. Como eu disse no post anterior, uma interface com menos opções pode fazer um produto ter mais valor para o usuário mesmo tendo menos funcionalidades que um produto similar com uma interface mais complexa.
No entanto, nem sempre uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-615" title="facebook platform" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/09/l19292868552_4948-200x200.jpg" alt="facebook platform" width="200" height="200" />O Michel Lent comentou no viuisso, sobre o Facebook Lite: &#8220;<a href="http://www.viuisso.com.br/2009/09/12/facebook-lite-porque-menos-e-menos/">menos é menos</a>&#8220;. Eu concordo com ele. Como eu disse no <a href="http://prati.ca/2009/09/14/facebook-lanca-versao-lite-copiando-o-twitter-copiar-e-feio/">post anterior</a>, uma interface com menos opções pode fazer um produto ter mais valor para o usuário mesmo tendo menos funcionalidades que um produto similar com uma interface mais complexa.</p>
<p>No entanto, nem sempre uma opção exclui a outra. O que o Facebook está fazendo com o Lite é o melhor dos mundos. De um lado o facebook completo, com muitos milhares de aplicativos sociais que geram mais valor para o usuário, sendo cada um deles novas funcionalidades para a rede e para interagir com seus amigos; de outro lado, o lite, para os momentos em que tudo que o usuário quer é dar uma olhada no que está acontecendo ou fazer um post rápido.</p>
<p>Falando de design, menos é mais. Sim. É preciso entender o que menos e o que mais. Menos funcionalidades é mais facilidade de uso. Mas é também menos valor de uso. Se o valor que o usuário dá para as funcionalidades básicas de um produto é muito maior que às funcionalidades &#8220;periféricas&#8221; ou complementares, a interface melhorada pela exclusão destas funcionalidades adicionais aumentará o valor total do produto acima do valor que ele tem com estas últimas.</p>
<p>No entanto, não estamos falando de um produto físico, com botões de plástico, mas de interfaces digitais e software. Estamos falando de um tipo de produto que pode mudar completamente suas características com um clique. Neste cenário, considerando uma análise séria de retorno sobre o investimento, é possível ter o melhor dos dois mundos: menos e mais. Um modo básico do produto, com uma interface limpinha, e outro modo completo, com mais funcionalidades. Aí pode-se acompanhar as métricas para ver o que, de fato, tem mais valor para o usuário.</p>
<p>O Michel disse:</p>
<blockquote><p>&#8220;Se eu não estivesse viciado em FarmVille e Texas HoldEm Poker, certamente adotaria, mas preciso voltar para a outra versão para poder jogar&#8221;.</p></blockquote>
<p>A Raquel Recuero, ao fazer <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/facebook_x_orkut_no_brasil_alguns_apontamentos.html">alguns apontamentos sobre orkut x facebook no Brasil</a> dá bastante crédito aos aplicativos como um dos fatores que fizeram do Facebook o fenômeno mundial que ele é:</p>
<blockquote><p>&#8220;O Facebook não é hoje do tamanho que é por nada. Foi absolutamente inovador quando permitiu que os próprios usuários criassem aplicativos para rodar na plataforma. Com isso, criou uma massa especializada de usuários que inova constantemente os aplicativos, com novos jogos, mashups, ferramentas interessantes e etc. Isso agrega muito valor ao sistema do FB. Hoje, por exemplo, existem várias empresas que são baseadas em desenvolvimento de aplicativos para o Facebook. Com isso, gerou-se um motor de desenvolvimento interno: conforme os aplicativos geram interesse na ferramenta, mais usuários entram no FB por causa deles, mais o FB fica valorizado pelo número de usuários, mais estímulo têm os desenvolvedores para melhorar e desenvolver mais aplicativos inovadores que, por sua vez, vão gerar mais usuários e por aí vai.&#8221;</p></blockquote>
<p>Será muito interessante ver os resultados do facebook lite em comparação com o padrão, com o tempo e o impacto disso na concorrência com o Twitter.</p>
<p>(este artigo é continuidade deste: <a href="http://prati.ca/2009/09/14/facebook-lanca-versao-lite-copiando-o-twitter-copiar-e-feio/">Facebook lança versão Lite, copiando o twitter. Copiar é feio?</a>)</p>
<p>Update, 15h: não poderia deixar de citar que o Facebook anunciou hoje que está no azul, ou seja, entra todo mês no mínimo a mesma quantidade de dinheiro que sai do bolso, e que já passou de 300 milhões de usuários, segundo a <a href="http://ca.reuters.com/article/technologyNews/idCATRE58E7ZK20090916?pageNumber=2&amp;virtualBrandChannel=0">reuters</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prati.ca/2009/09/16/facebook-lite-menos-e-mais-e-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>13</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Facebook lança versão Lite, copiando o twitter. Copiar é feio?</title>
		<link>http://prati.ca/2009/09/14/facebook-lanca-versao-lite-copiando-o-twitter-copiar-e-feio/</link>
		<comments>http://prati.ca/2009/09/14/facebook-lanca-versao-lite-copiando-o-twitter-copiar-e-feio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 20:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[software-livre]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prati.ca/?p=606</guid>
		<description><![CDATA[Facebook lançou uma nova versão, Lite, magrinha, limpinha, com menos&#8230; coisas. Algumas lições são mais ou menos óbvias aí, mas não podem deixar de ser mencionadas:

interface com menos tralha é mais gostosa de usar;
menos funcionalidades não significa menor valor para o usuário;
micro-comunicação e micro-publicação tem mais apelo porque gasta-se muito menos energia pra escrever o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-610" title="Picture 2" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/09/Picture-2-400x229.png" alt="Picture 2" width="400" height="229" />Facebook lançou uma nova versão, <a href="http://lite.facebook.com/">Lite</a>, magrinha, limpinha, com menos&#8230; coisas. Algumas lições são mais ou menos óbvias aí, mas não podem deixar de ser mencionadas:</p>
<ul>
<li>interface com menos tralha é mais gostosa de usar;</li>
<li>menos funcionalidades não significa menor valor para o usuário;</li>
<li>micro-comunicação e micro-publicação tem mais apelo porque gasta-se muito menos energia pra escrever o título deste post (que é o que eu tuitaria) do que o post inteiro;</li>
<li>no final das contas o tempo e a energia gastos com uma quantidade bem maior de micro-posts é maior que aquele um post por dia que os velhos blogueiros faziam.</li>
</ul>
<p>Mas o que mais me surpreende é uma cultura de recriminação à cópia que vejo por aí. Depois de tentar comprá-lo, o Facebook está copiando o twitter, claramente. O <a href="http://www.nytimes.com/2009/09/14/technology/internet/14facebook.html?_r=2&amp;partner=rss&amp;emc=rss">New York Times publicou um artigão</a> comparando os dois e discorrendo longamente sobre isso.</p>
<p>Se você é um fabricante de refrigerante e seu concorrente descobre uma forma diferente de fechar a garrafa, que faz o gás não escapar (e não puder ou tentar patentear a descoberta), não é nada feio ou desonroso copiar. Pelo contrário, em casos assim é obrigação, pois seu produto vai melhorar a um custo zero de pesquisa e inovação.</p>
<p>Se você puder, saia na frente. Mas se seu concorrente já saiu e está fazendo tudo melhor que você, você precisa chegar até ele e então superá-lo. É claro que, se em vez de concorrer você puder parecer estar fazendo <em>outra coisa </em>que também tem valor ou tem ainda mais valor para os usuários, melhor ainda, mas se não for o caso, a cópia é mais do que legítima, é necessária. É assim que toda a indústria vem progredindo.</p>
<p>Nem sempre, no entanto, sair na frente é a melhor opção. O google não foi o primeiro buscador, a Microsoft também não foi a primeira a fazer a maioria das coisas que a fez o gigante que é. Deixar os outros fazerem as descobertas, desbravarem o mercado e então vir com um grande poder de fogo (de capital) copiando e inovando em cima, é uma estratégia bem básica.</p>
<p>O próprio fundador do Twitter, Biz Stone, diz ao NYT que não liga para o fato do Facebook copiá-lo, muito pelo contrário:</p>
<blockquote><p>“Twitter continua a reduzir a fricção entre muitos serviços. Nossos serviços são complementares a mobile networks, social networks, search engines, software platforms, television networks, e talvez outras áreas que nós nem pensamos ainda.”</p></blockquote>
<p>Claro, minhas mãos de designer doem ao escrever este artigo, é lindo inventar e inovar. Mas esta postura de que a cópia é feia só existe em uma sociedade que tem a competição por princípio. Se o paradigma fosse outro, o da colaboração &#8211; como é por exemplo em artes coletivas como o teatro &#8211;  eu poderia mostrar a você a novidade que inventei e adoraria ver você me copiando e fazendo algo novo a partir do que eu inventei. Toda a inovação do movimento OpenSource vem daí. Será divertido ver os resultados desta experiência do Facebook.</p>
<p>Copiar não é feio, deixar de inovar é.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prati.ca/2009/09/14/facebook-lanca-versao-lite-copiando-o-twitter-copiar-e-feio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aplicativos sociais ampliam o poder do boca-a-boca, impactando as vendas pela internet</title>
		<link>http://prati.ca/2009/08/30/aplicativos-sociais-ampliam-o-poder-do-boca-a-boca-impactando-as-vendas-pela-internet/</link>
		<comments>http://prati.ca/2009/08/30/aplicativos-sociais-ampliam-o-poder-do-boca-a-boca-impactando-as-vendas-pela-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 19:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[dataportability.org]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[opensocial]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prati.ca/?p=580</guid>
		<description><![CDATA[Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o mundo está mudando e com ele todas as regras básicas sofrem alterações e ganham complexidade.
Uma das coisas que não mudaram nessa história é o boca-a-boca. Eu confio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-583 alignleft" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/08/Picture-20-400x264.png" alt="" width="320" height="211" />Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o mundo está mudando e com ele todas as regras básicas sofrem alterações e ganham complexidade.</p>
<p>Uma das coisas que não mudaram nessa história é o boca-a-boca. Eu confio mais no que meu amigo diz sobre um produto do que no que o vendedor diz &#8211; é um jogo de interesses, o meu amigo ganha reputação, seja elogiando seja falando mal, enquanto a percepção geral é a de que o vendedor só ganha se falar bem.</p>
<h4>Pesquisa mostra que usuário confia mais em opiniões pessoais.</h4>
<p>Uma <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/global-advertising-consumers-trust-real-friends-and-virtual-strangers-the-most/">pesquisa recente da Nielsen</a> mostra que, no mundo inteiro, isso é verdade também na web: consumidores confiam mais na opinião de estranhos (70%) ou de conhecidos (90%) do que em qualquer outro tipo de propaganda. Veja a tabela abaixo.</p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/global-advertising-consumers-trust-real-friends-and-virtual-strangers-the-most/"><img class="size-full wp-image-595 aligncenter" title="trust_in_advertising" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/08/trust_in_advertising.png" alt="trust_in_advertising" width="525" height="424" /></a></p>
<h4>A web trouxe consigo os aplicativos sociais.</h4>
<p>Uma coisa que mudou radicalmente a maneira como nos relacionamos entre nós e com os bens de consumo foi o software e a rede: a web. Desde o início a web trouxe consigo aplicativos que ajudavam as pessoas a se relacionarem e se comunicarem, como o email, os fóruns, entre outros: aplicativos sociais.</p>
<p>E surgiram os grandes jardins fechados que conseguiram quase “monopolizar” a mediação das relações entre amigos: as grandes redes sociais como orkut, facebook, myspace, etc. Essas redes sociais amplificaram o boca-a-boca: quanto maior a facilidade de comunicação, maior o impacto da opinião do consumidor nas vendas.</p>
<h4>Aplicativos ajudaram Facebook a sair na frente na guerra das redes sociais. OpenSocial segue a tendência.</h4>
<p>Mas jardins fechados não funcionam muito bem na web, que é um ambiente que foi arquitetado para ser aberto. Quem primeiro entendeu isso e executou a estratégia de maneira magistral foi o Facebook, que abriu sua plataforma para que qualquer outra empresa, qualquer desenvolvedor possa criar aplicativos sociais dentro da sua rede.</p>
<p>As outras redes não puderam ficar fora da tendência, e chegaram muito depois, mas de maneira ainda mais aberta, criando um padrão livre para aplicativos sociais que seria implementado em todas as outras redes sociais exceto o Facebook: o OpenSocial.</p>
<h4>Empresas de eCommerce podem aproveitar os aplicativos em redes sociais para gerar recomendações de produtos do usuário para amigos.</h4>
<p>Criando aplicativos como estes e adicionando-os como módulos em redes sociais, as lojas virtuais podem finalmente aproveitar de maneira relevante o poder da opinião dos consumidores e o seu impacto na decisão de compra.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-584 alignleft" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/08/Picture-19-400x322.png" alt="" width="320" height="258" />Um bom exemplo é o <a href="http://www.linkedin.com/opensocialInstallation/preview?_ch_panel_id=1&amp;_applicationId=1700">Reading List da Amazon</a>, no LinkedIn. É um aplicativo no qual o usuário pode adicionar os livros que já leu e anda lendo e assim enriquece seu perfil profissional.</p>
<p>Listas de desejos, listas de casamento, produtos que representem meus gostos pessoais, produtos que eu recomendo para amigos, aplicativos que são úteis para nichos específicos e que envolvem produtos&#8230;</p>
<p>As idéias não acabam, e todas têm algo em comum: um mote que seja interessante para o usuário e que envolva recomendar produtos no processo, aproveitando o fato de que todos os amigos do usuário já estão na rede social e que basta um clique para compartilhar uma recomendação com todos eles.</p>
<p>O Presidente Internacional de Online da Nielsen, Jonathan Carson, diz o seguinte:</p>
<blockquote><p>&#8220;A explosão do consumer-generated media (CGM) nos últimos anos significa que a confiança dos consumidores na opinião de outras pessoas, conhecidos ou desconhecidos, no processo de decisão de compra, aumentou significativamente&#8221;.</p></blockquote>
<h4>Quando a conexão entre amigos na internet estiver além dos sites de redes sociais, o impacto nas vendas será ainda maior. E isso já começou.</h4>
<p>No futuro (e só podemos falar sobre esse futuro porque <a href="http://dataportability.org/">ele já chegou</a>) “a rede social” na internet estará em <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/09/24/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">um nível acima</a> dos sites fechados que hoje chamamos de redes sociais. Isso, somado a uma profusão de APIs abertas, aplicativos e plataformas opensource, trará (e já está trazendo) uma verdadeira revolução no poder que o consumidor terá de se fazer ouvir por sua própria rede e causar impacto direto nas vendas.</p>
<p>Esta história só está começando.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prati.ca/2009/08/30/aplicativos-sociais-ampliam-o-poder-do-boca-a-boca-impactando-as-vendas-pela-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Banner morreu, longa vida ao Banner!</title>
		<link>http://prati.ca/2009/06/08/o-banner-morreu-longa-vida-ao-banner/</link>
		<comments>http://prati.ca/2009/06/08/o-banner-morreu-longa-vida-ao-banner/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 02:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[banner]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prati.ca/?p=574</guid>
		<description><![CDATA[Eu disse esta frase no evento Social Media Brasil no sábado passado e me parece que não me fiz entender tão bem quanto gostaria. À primeira vista, a expressão pode parecer contraditória, mas não é. Segundo a wikipedia, ela vem do francês: “Le Roi est mort, vive le Roi”, ou “O Rei está morto, vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu disse esta frase no evento Social Media Brasil no sábado passado e me parece que não me fiz entender tão bem quanto gostaria. À primeira vista, a expressão pode parecer contraditória, mas não é. Segundo a wikipedia, ela vem do francês: “Le Roi est mort, vive le Roi”, ou “O Rei está morto, vida longa ao Rei”. Não se trata do mesmo indivíduo, mas do mesmo posto. O primeiro é o Rei antigo que morreu, o segundo é o seu sucessor.</p>
<p>O banner que morreu é parte de uma estratégia ultrapassada de internet, que consistia em um site institucional com uma introdução em flash e algumas páginas estáticas (quem somos, serviços, contato, etc) que posteriormente era divulgado com um investimento em display media.</p>
<p>A época em que era possível ganhar um prêmio no festival de Cannes com um full-banner em gif animado de 18kb já se foi. A época em que fazer publicidade na internet como se fazia no mundo offline fazia sentido, construindo uma propriedade digital e gastando com mídia para levar usuários até ela, morreu. Essa época morreu junto com o seu banner.</p>
<p>O novo banner é diferente. Não é mais uma bonita peça inserida em um site de conteúdo com a intenção de fazer o usuário clicar e ir para o site institucional. É um aplicativo que o usuário instala no seu perfil em uma rede social, um vídeo que o usuário vê e compartilha com os amigos e coloca no seu blog, um assunto que mobiliza blogueiros, uma ação offline que gera boca-a-boca online&#8230;</p>
<p>O novo banner é uma ação que faz sentido em si mesma. Ele não precisa levar o usuário para lugar nenhum, ao contrário, o próprio usuário é que leva a mensagem da marca, engajando-se. O novo banner vai até o lugar onde os usuários já estão. Ele não é mais chamado de “interativo” porque o usuário interage com a peça, é interativo porque o usuário interage com seus amigos através dele. Ele é social!</p>
<p>O novo banner não pretende chamar e concentrar os usuários em um site que diz uma mensagem publicitária, como alguém que faz um discurso; ele se espalha pela rede onde os usuários podem interferir na mensagem e dialogar com a marca, como um assunto em um café entre amigos. Ele não é uma bomba, é um vírus. Não é interruptivo e obrigatório, é interessante e relevante.</p>
<p>O momento hoje, no entanto, ainda é de transição. Embora o banner tradicional esteja há muito tempo perdendo sua relevância, com a taxa de clique caindo cada vez mais e a cegueira-de-banner crescendo, ele ainda é o modelo de negócio da maioria das propriedades de conteúdo da internet e pode fazer sentido quando integrado a um planejamento maior, dentro do seu limite de ação e alcance.  Até o novo banner às vezes, depende de uma ajuda do antigo para ganhar força até começar a se espalhar. Mas a mudança no modo como se faz publicidade na internet é irreversível. É a essa mudança que me referi. O Banner morreu, longa vida ao Banner!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prati.ca/2009/06/08/o-banner-morreu-longa-vida-ao-banner/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Campanha pela vida. Cada um cuidando da sua.</title>
		<link>http://prati.ca/2009/01/30/campanha-pela-vida-cada-um-cuidando-da-sua/</link>
		<comments>http://prati.ca/2009/01/30/campanha-pela-vida-cada-um-cuidando-da-sua/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prati.ca/?p=542</guid>
		<description><![CDATA[Ontem rolou um meme no twitter, usando a frase que dá título a este post &#8211; que aliás, bem poderia ter saído do para-choque  de um caminhão. Um monte de gente tuitou isso. Eu achei engraçado&#8230; Também me fez pensar algumas coisas.
Exceto o Hulk, ninguém quer ser deixado em paz. Acho até engraçado que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem rolou um meme no twitter, usando a frase que dá título a este post &#8211; que aliás, bem poderia ter saído do para-choque  de um caminhão. Um monte de gente tuitou isso. Eu achei engraçado&#8230; Também me fez pensar algumas coisas.</p>
<p>Exceto o Hulk, ninguém quer ser deixado em paz. Acho até engraçado que as pessoas tuitem essa frase e logo depois digam o que estão fazendo ou lendo ou onde estão ou onde vão. As pessoas querem que as outras pessoas cuidem da sua vida &#8211; até certo ponto.</p>
<p>Claro que tem gente que passa dos limites do bom senso &#8211; aliás, fora Deus, não conheço nada mais abstrato e indefinível que esse tal &#8220;bom senso&#8221; que tanta gente acha absolutamente óbvio &#8211; e essa gente tem mesmo que se tocar.</p>
<p>Mas fora esses casos, as pessoas gostam de compartilhar de si com as outras. Uma das coisas que nos caracteriza como seres humanos é a capacidade de se compadecer dos outros e (embora alguns macacos também apresentem comportamentos semelhantes) para isso é preciso cuidar da vida dos outros.</p>
<p>As redes sociais servem justamente para isso, mas elas vão além: é possível, embora não seja fácil, controlar com quem se quer compartilhar o que. Queremos que as pessoas cuidem da nossa vida, mas não todas as pessoas, não qualquer pessoa. É todo um novo jeito de se relacionar: posso controlar quem me ouve em que ambiente, e posso controlar quem quero ouvir.</p>
<p>Aí é possível fazer outra campanha pela vida: cada um cuidando da dos outros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prati.ca/2009/01/30/campanha-pela-vida-cada-um-cuidando-da-sua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
