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	<title>Prática &#187; orkut</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>Aplicativos sociais ampliam o poder do boca-a-boca, impactando as vendas pela internet</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 19:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o mundo está mudando e com ele todas as regras básicas sofrem alterações e ganham complexidade.
Uma das coisas que não mudaram nessa história é o boca-a-boca. Eu confio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-583 alignleft" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/08/Picture-20-400x264.png" alt="" width="320" height="211" />Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o mundo está mudando e com ele todas as regras básicas sofrem alterações e ganham complexidade.</p>
<p>Uma das coisas que não mudaram nessa história é o boca-a-boca. Eu confio mais no que meu amigo diz sobre um produto do que no que o vendedor diz &#8211; é um jogo de interesses, o meu amigo ganha reputação, seja elogiando seja falando mal, enquanto a percepção geral é a de que o vendedor só ganha se falar bem.</p>
<h4>Pesquisa mostra que usuário confia mais em opiniões pessoais.</h4>
<p>Uma <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/global-advertising-consumers-trust-real-friends-and-virtual-strangers-the-most/">pesquisa recente da Nielsen</a> mostra que, no mundo inteiro, isso é verdade também na web: consumidores confiam mais na opinião de estranhos (70%) ou de conhecidos (90%) do que em qualquer outro tipo de propaganda. Veja a tabela abaixo.</p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/global-advertising-consumers-trust-real-friends-and-virtual-strangers-the-most/"><img class="size-full wp-image-595 aligncenter" title="trust_in_advertising" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/08/trust_in_advertising.png" alt="trust_in_advertising" width="525" height="424" /></a></p>
<h4>A web trouxe consigo os aplicativos sociais.</h4>
<p>Uma coisa que mudou radicalmente a maneira como nos relacionamos entre nós e com os bens de consumo foi o software e a rede: a web. Desde o início a web trouxe consigo aplicativos que ajudavam as pessoas a se relacionarem e se comunicarem, como o email, os fóruns, entre outros: aplicativos sociais.</p>
<p>E surgiram os grandes jardins fechados que conseguiram quase “monopolizar” a mediação das relações entre amigos: as grandes redes sociais como orkut, facebook, myspace, etc. Essas redes sociais amplificaram o boca-a-boca: quanto maior a facilidade de comunicação, maior o impacto da opinião do consumidor nas vendas.</p>
<h4>Aplicativos ajudaram Facebook a sair na frente na guerra das redes sociais. OpenSocial segue a tendência.</h4>
<p>Mas jardins fechados não funcionam muito bem na web, que é um ambiente que foi arquitetado para ser aberto. Quem primeiro entendeu isso e executou a estratégia de maneira magistral foi o Facebook, que abriu sua plataforma para que qualquer outra empresa, qualquer desenvolvedor possa criar aplicativos sociais dentro da sua rede.</p>
<p>As outras redes não puderam ficar fora da tendência, e chegaram muito depois, mas de maneira ainda mais aberta, criando um padrão livre para aplicativos sociais que seria implementado em todas as outras redes sociais exceto o Facebook: o OpenSocial.</p>
<h4>Empresas de eCommerce podem aproveitar os aplicativos em redes sociais para gerar recomendações de produtos do usuário para amigos.</h4>
<p>Criando aplicativos como estes e adicionando-os como módulos em redes sociais, as lojas virtuais podem finalmente aproveitar de maneira relevante o poder da opinião dos consumidores e o seu impacto na decisão de compra.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-584 alignleft" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/08/Picture-19-400x322.png" alt="" width="320" height="258" />Um bom exemplo é o <a href="http://www.linkedin.com/opensocialInstallation/preview?_ch_panel_id=1&amp;_applicationId=1700">Reading List da Amazon</a>, no LinkedIn. É um aplicativo no qual o usuário pode adicionar os livros que já leu e anda lendo e assim enriquece seu perfil profissional.</p>
<p>Listas de desejos, listas de casamento, produtos que representem meus gostos pessoais, produtos que eu recomendo para amigos, aplicativos que são úteis para nichos específicos e que envolvem produtos&#8230;</p>
<p>As idéias não acabam, e todas têm algo em comum: um mote que seja interessante para o usuário e que envolva recomendar produtos no processo, aproveitando o fato de que todos os amigos do usuário já estão na rede social e que basta um clique para compartilhar uma recomendação com todos eles.</p>
<p>O Presidente Internacional de Online da Nielsen, Jonathan Carson, diz o seguinte:</p>
<blockquote><p>&#8220;A explosão do consumer-generated media (CGM) nos últimos anos significa que a confiança dos consumidores na opinião de outras pessoas, conhecidos ou desconhecidos, no processo de decisão de compra, aumentou significativamente&#8221;.</p></blockquote>
<h4>Quando a conexão entre amigos na internet estiver além dos sites de redes sociais, o impacto nas vendas será ainda maior. E isso já começou.</h4>
<p>No futuro (e só podemos falar sobre esse futuro porque <a href="http://dataportability.org/">ele já chegou</a>) “a rede social” na internet estará em <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/09/24/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">um nível acima</a> dos sites fechados que hoje chamamos de redes sociais. Isso, somado a uma profusão de APIs abertas, aplicativos e plataformas opensource, trará (e já está trazendo) uma verdadeira revolução no poder que o consumidor terá de se fazer ouvir por sua própria rede e causar impacto direto nas vendas.</p>
<p>Esta história só está começando.</p>
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		<title>Como foi o OpenSocial Tour 2008</title>
		<link>http://prati.ca/2008/05/14/como-foi-o-opensocial-tour-2008/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 20:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia 8 de maio aconteceu aqui em São Paulo o OpenSocial Tour, evento realizado pelo Google para promover a plataforma.
Em boa parte do evento diretores regionais de empresas relacionadas ao mercado de social media mostraram números sobre o mercado de internet no Brasil e falaram sobre seus produtos. Parecia ser realmente um evento corporativo, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 8 de maio aconteceu aqui em São Paulo o <a href="http://opensocialapis.blogspot.com/2008/04/opensocial-south-america-tour.html">OpenSocial Tour</a>, evento realizado pelo Google para promover a plataforma.</p>
<p>Em boa parte do evento diretores regionais de empresas relacionadas ao mercado de social media mostraram números sobre o mercado de internet no Brasil e falaram sobre seus produtos. Parecia ser realmente um evento corporativo, com objetivo de mostrar os serviços das empresas palestrantes pra as empresas ouvintes no evento.</p>
<p>As palestras de Patrick Chanezon, evangelista das APIs do Google, e Manu Rekhi, o Product Manager do Orkut, foram realmente muito boas. Veja abaixo os<a href="http://www.slideshare.net/chanezon/south-america-open-social-tour-2008?src=embed"> slides</a> da palestra do Patrick:</p>
<div id="__ss_382087" style="width: 425px; text-align: left;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=south-america-opensocial-tour-20086-1209583682594595-9" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=south-america-opensocial-tour-20086-1209583682594595-9" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Uma coisa interessante que Manu disse na sua Palestra foi que a audiência total das Redes Sociais passou a audiência de Busca na internet. Isso é fantástico!</p>
<p>O OpenSocial vai se integrar com o <a href="http://oauth.net/">oAuth</a>. Com isso será possível criar uma rede social na qual o usuário use seu login do orkut para entrar, por exemplo, e lá estejam já todos os seus amigos. <a href="http://www.google.com/friendconnect/">Google</a>, <a href="http://www.techcrunch.com/2008/05/09/facebook-responds-to-myspace-with-facebook-connect/">Facebook</a> e <a href="http://www.techcrunch.com/2008/05/08/myspace-embraces-data-portability-partners-with-yahoo-ebay-and-twitter/">Myspace</a> estão lançando APIs para viabilizar este tipo de autenticação aberta.</p>
<p>Perguntei ao Manu se eles não tinham medo de perder usuários do orkut com essa abertura toda. Ele respondeu:&#8221;No Google é muito fácil tomar decisões. Nós nos perguntamos se &#8220;essa opção é melhor para o Google ou para o usuário&#8221; e escolhemos o que for melhor para o usuário. Acreditamos que o usuário tem o direito de entrar e sair facilmente do nosso serviço e por isso estamos investindo na abertura.&#8221;</p>
<p>Depois da avalanche de números e da exposição clara e bacana do pessoal do Google sobre o OpenSocial, cheguei a uma conclusão: o lançamento dos widgets no Brasil será um acontecimento gigante na história da nossa web.</p>
<p><strong>Update 21/05/2008:</strong> Patrick Chanezon gravou uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_LZW2s9jB-A">entrevista em vídeo</a> conosco e <a href="http://wordpress.chanezon.com/?p=57">falou sobre nós no seu blog</a>. Falo mais sobre a entrevista <a href="http://amanaie.com.br/2008/05/21/entrevista-para-patrick-chanezon-no-opensocial-tour-2008/">no blog da amanaie</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_LZW2s9jB-A&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/_LZW2s9jB-A&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
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		<title>Amanaiê é a nossa nova startup</title>
		<link>http://prati.ca/2008/05/07/amanaie-e-a-nossa-nova-startup/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 14:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[widget]]></category>

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		<description><![CDATA[Começamos a desta.ca em 2006, quando web 2.0 ainda era novidade. Trabalhamos nestes dois anos criando sites como o outrolado.com.br, blogs como o diabaquatro, entre outros trabalhos. Foram anos de muita luta e muitas alegrias.
Hoje começa uma nova fase da nossa jornada.
Fomos procurados por Michael Nicklas um angel investor de New York, que tem uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos a desta.ca em 2006, quando web 2.0 ainda era novidade. Trabalhamos nestes dois anos criando sites como o <a href="http://outrolado.com.br">outrolado.com.br</a>, blogs como o <a href="http://diabaquatro.com">diabaquatro</a>, entre <a href="http://desta.ca/portfolio.php">outros trabalhos</a>. Foram anos de muita luta e muitas alegrias.</p>
<h4>Hoje começa uma nova fase da nossa jornada.</h4>
<p>Fomos procurados por <a href="http://thirst.org/aboutus/principals.html">Michael Nicklas</a> um angel investor de New York, que tem uma enorme experiência no ramo. Depois de conversarmos bastante, resolvemos abrir juntos uma nova startup, com aporte financeiro. Chamamos ela de <a href="http://amanaie.com.br/"><strong>Amanaiê</strong></a> (mensageiro em tupy).</p>
<p><a href="http://amanaie.com.br/"><img class="alignnone size-medium wp-image-469" title="amanaie-logo-p" src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/05/amanaie-logo-p.jpg" alt="amanaie" width="350" height="73" /></a></p>
<p>O foco é o mercado de Widgets da plataforma OpenSocial, principalmente para o Orkut. Vamos trabalhar colaborando com a comunidade de desenvolvedores para criar a maior comunidade de widgets do Brasil. Além disso, vamos criar e produzir widgets para campanhas e empresas. E tem outras surpresas, mas falo delas depois.</p>
<p>Esta nova empreitada deve consumir toda a nossa energia na desta.ca, por isso nós seremos muito seletivos na escolha de novos projetos que não estejam relacionados à amanaiê.</p>
<p>Como vocês devem imaginar, estamos muito empolgados!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>dataportability.org &#124; finalmente uma ação para abrir o grafo social</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 00:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[Já falamos aqui sobre o manifesto de Brad Fitzpatrick sobre a abertura do grafo social. A idéia geral, que na época desta postagem era mais um sonho, uma utopia, era que os usuários pudessem ser realmente donos do conteúdo que produzem, resumindo assim:

Você deveria ser dono da sua rede social
 Privacidade deve ser levada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falamos aqui sobre o manifesto de <a href="http://bradfitz.com/social-graph-problem/">Brad Fitzpatrick</a> sobre a <a href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">abertura do grafo social</a>. A idéia geral, que na época desta postagem era mais um sonho, uma utopia, era que os usuários pudessem ser realmente donos do conteúdo que produzem, resumindo assim:</p>
<ul>
<li>Você deveria ser dono da sua rede social</li>
<li> Privacidade deve ser levada a sério, deixando o controle nas suas mãos.</li>
<li> É bom ser capaz de encontrar aquilo que já é público sobre você na internet.</li>
<li> Todo mundo tem várias redes sociais, e elas não precisam estar sempre conectadas.</li>
<li> Tecnologias abertas são os melhores meios para se resolver estes problemas.</li>
</ul>
<h4>dataportability.org é um passo concreto para a abertura do grafo social</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/01/dataportability.png" alt="dataportability.png" class="alignleft" /> Agora essa idéia passou de um sonho. Há uma ação concreta no sentido de deixar que as pessoas aproveitem a colaboração na web como a web realmente é: uma plataforma. Sendo uma plataforma, não um banco de informações, não fazia sentido &#8211; pelo menos para uma empresa que diz colocar os usuários em primeiro lugar &#8211; que um serviço prendesse as informações das pessoas.</p>
<p>O detalhe é que há muito tempo a tecnologia necessária para tornar isso real já existe. Mas tecnologias sozinhas não inventam nada. É aí que entra o pessoal do <a href="http://www.dataportability.org/">Dataportability.org</a>. Sua missão é juntar essas tecnologias já existentes &#8211; como apml, openID, microformats, RDF, RSS, OPML, Oauth &#8211; para criar uma referência de <em>design</em> e melhores práticas para a portabilidade de dados.</p>
<p>Além disso, precisam promover esse design para a comunidade de desenvolvedores, empresas e usuários. Para ajudar nessa tarefa, criaram um <a href="http://groups.google.com/group/dataportability-public/web/the-dp-badge">selo</a> que identificaria os serviços participantes, assim como o &#8220;intel inside&#8221; com computadores que rodam o processador intel.</p>
<p>Mas que adiantaria tudo isso se as principais comunidades que todas as pessoas utilizam não apoiassem o movimento? Aí é que está a grande notícia:</p>
<h4>Gigantes como o Google já participam do projeto.</h4>
<p>Segundo o blog <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/goog-fb-data.php">read/write/web</a>, gigantes do mercado de comunidades como Google, Facebook, SixApart, Flickr e Twitter já estão participando. Cada um enviou um representante oficial para ajudar. Quem representará o Google no projeto será o próprio Brad Fitzpatrick, criador do OpenID e líder do OpenSocial (iniciativa do Google para criar um padrão industrial para criação de widgets para comunidades).</p>
<p>Com esses gigantes participando da jogada, provavelmente o resto do mercado de comunidades será pressionado a participar e abrir seus dados também.</p>
<h4> Um futuro melhor para usuários e desenvolvedores.</h4>
<p>Há quem diga que esse deve ser um momento muito importante na história da web. O momento em que os usuários poderão controlar seus dados, levar facilmente seus amigos para lá e para cá, entre as diversas plataformas da web.</p>
<p>Para os desenvolvedores será o dia em que eu poderei criar um site colaborativo e não precisar me preocupar em concorrer com o orkut ou outra comunidade, os serviços se complementarão em vez de rivalizarem entre si prendendo os dados dos usuários para que eles não possam migrar para o rival.</p>
<p>Assim, se eu criar um novo site, melhor que o orkut, as pessoas poderão mudar para ele se quiserem, sem se preocupar em ter que convidar um a um todos os seus amigos, suas preferências de privacidade, seu perfil, etc.</p>
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		<item>
		<title>Populy &#124; Mais uma rede social</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 18:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[ajax]]></category>
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		<description><![CDATA[ Populy é mais uma rede social brasileira. Diferentemente do orkut e outras redes sociais que copiam o orkut, o populy vai mais na linha do MySpace, com fotolog, blog, áudio, vídeo e uma personalização tímida da interface.
Design bonito, mas a programação&#8230;
O design gráfico do serviço é caprichado, bem ao gosto dos brasileiros: cheio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.populy.com.br"><img src="http://www.populy.com.br/images/logoMeno.jpg" alt="populylogo" class="alignleft" /> </a>Populy é mais uma rede social brasileira. Diferentemente do orkut e outras redes sociais que copiam o orkut, o populy vai mais na linha do MySpace, com fotolog, blog, áudio, vídeo e uma personalização tímida da interface.</p>
<p><strong>Design bonito, mas a programação&#8230;</strong></p>
<p>O design gráfico do serviço é caprichado, bem ao gosto dos brasileiros: cheio de imagens, grafismos, manchas de tinta, efeitos, etc. Mas a programação me deixou decepcionado. O site é cheio de ajax, cheio de features legais, cheio de animações na interface, e cheio de bugs irritantes.</p>
<p>Eles usam scripts prontos de Ajax, como a <a href="http://www.huddletogether.com/projects/lightbox2/">lightbox que mostra fotos maiores</a>. Até aí, ótimo! Mas ninguém se deu ao trabalho de sequer traduzir o plugin, de modo que a interface é toda em português, mas na tela que mostra fotos grandes você vê: next, close, prev, image 6 of 6&#8230;.</p>
<p><strong>Boa proposta, mas bem comercial.</strong></p>
<p>Quando eu entrei no site, li a proposta, fiquei maravilhado, adorei a idéia, pensei que realmente fosse uma boa proposta independente para concorrer com os grandes players. Mas primeiro ví que não é independente, tem uma telecom por trás.</p>
<p>Depois ví a apresentação do serviço como &#8220;Um ambiente onde os produtos podem ser lançados com sucesso absoluto [...] sua marca pode ser exposta de maneira eficaz&#8230;&#8221;, que me deixou com um pé atrás. Em um serviço que se apresenta desta forma eu não tenho segurança de que os usuários estão em primeiro lugar.</p>
<p><strong>Firefox não! Só para Internet Explorer.</strong></p>
<p>Mas o que mais me irritou foram os bugs. O site tem muitos, muitos bugs, principalmente no firefox. Perfis que não abrem, botões que não funcionam, layout distorcido, entre muitos outros detalhes&#8230; Enfim tive que sair do meu browser moderno e ir para o internet explorer (me perdoem os 40% de leitores que usam o IE) para usar o site direito.</p>
<p><strong>Muitas funcionalidades meia boca.</strong></p>
<p>Volto a dizer, adorei a proposta do populy, mas penso que eles poderiam ter feito como o <a href="http://8P.com.br">8P</a> que não promete tantos features quanto o populy, mas que funciona muito, muito redondo, com um acabamento impecável e entrega de fato tudo que promete.</p>
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