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	<title>Prática &#187; o que é web 2.0</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>Banda larga e novos SDKs trarão uma nova geração de web apps</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 16:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O título fala o óbvio: quanto maior for a velocidade do nosso acesso, maior o potencial dos programas que rodam pela web. Quando comecei a falar de Ajax, este já era um tema recorrente: como as pessoas que têm acesso lerdo vão usar web apps?
Mas o meu interesse maior, geralmente, não é na questão em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título fala o óbvio: quanto maior for a velocidade do nosso acesso, maior o potencial dos programas que rodam pela web. Quando comecei a falar de Ajax, este já era um tema recorrente: como as pessoas que têm acesso lerdo vão usar web apps?</p>
<p>Mas o meu interesse maior, geralmente, não é na questão em si, mas na mecânica das coisas, nos porquês e nos comos. E o Marco Gomes escreveu esta semana um bom artigo, comentando um <a href="http://www.joelonsoftware.com/items/2007/09/18.html">outro artigo de Joel Spolsky</a>, que fala justamente sobre <em>como</em> novos frameworks e Kits de Desenvolvimento de Software (SDK, em inglês), junto com um acesso mais amplo a internet de alta velocidade vão trazer uma <a href="http://marcogomes.com/blog/2008/nova-geracao-de-aplicativos-que-rodam-no-navegador/">nova geração de aplicativos que rodam no navegador</a>, ainda melhores que Gmail e Meebo.</p>
<p>Hoje temos um carro com trocentos cavalos de potência (os novos computadores com muita memória e processadores rápidos), mas andamos sobre uma pista toda esburacada (a internet de baixa velocidade e os navegadores que demoram para renderizar o javascript). Não adianta nada.</p>
<h4>O mítico &#8220;Novo SKD&#8221;</h4>
<p>Segundo Spolsky, não há uma padronização de programação de interface para aplicativos web. É um pesadelo fazer uma aplicação web rodar perfeitamente em todos os navegadores.</p>
<p>Mas logo surgirão, e já estão surgindo, SDKs que facilitam as coisas, gerando para o desenvolvedor toda a interface já funcionando em todos os navegadores e com funcionalidades padrão que tornam fácil a integração com outros aplicativos que usem o mesmo SDK. Como diz o Marco Gomes:</p>
<blockquote><p>A partir do segundo semestre de 2008 começam a surgir esses novos Kits de Desenvolvimento de Software. <a href="http://objective-j.org/">Objective-J</a>, Cappuccino e <a href="http://www.sproutcore.com/">SproutCore</a> vêm pra mostrar que é possível ter aplicações ainda mais impressionantes que o Gmail ou o Meebo rodando no seu navegador, sem precisar instalar nada (nem plugin de Flash).</p></blockquote>
<p>Por exemplo: se eu faço um Word na web e uso um SDK e você faz um Excel na web e usa o mesmo SDK, fica fácil fazer uma funcionalidade de copiar e colar uma tabela do seu excel para o meu word pela web, ou até mesmo clicar e arrastar conteúdos de um para o outro.</p>
<h4>Aplicativos Web ainda não sabem conversar direito</h4>
<p>Um dos maiores problemas da web como plataforma (um dos pilares da web 2.0) é a dificuldade de integração entre os aplicativos.</p>
<p>Seria lindo se eu pudesse simplesmente clicar e arrastar uma foto do Flickr ou um vídeo do youtube para o Gmail, como é possível fazer entre o iPhoto e o Mail no Mac. Seria lindo se eu pudesse simplesmente &#8220;plugar&#8221; todos os meus contatos a qualquer site ou software na web que eu queira.</p>
<h4>Banda larga também vai ajudar desenvolvedores</h4>
<p>Tudo isso será mais fácil com estes novos SDKs. Mas eles gerarão web apps mais pesados. Então o desenvolvedor tem que tomar a decisão: o que devo fazer nos próximos seis meses, optimizar meu software para que fique mais leve de baixar e rodar, ou programar mais funcionalidades contando que a conexão à internet e os computadores ficarão mais rápidos?</p>
<p>A velocidade do acesso à internet está aumentando, o número de usuários com banda larga está aumentando, logo logo será possível baixar 1Mb de javascript em poucos segundos e então teremos uma nova geração de programas.</p>
<h4>Use o &#8220;Novo SDK&#8221; ou morra!</h4>
<p>Spolsky acredita que aqueles que não utilizarem os novos SDKs para web que surgirão perderão mercado, e grandes aplicativos como o Gmail poderão se tornar ilhas isoladas e perder para um concorrente novo que tenha o poder de integrar-se com outros aplicativos mais facilmente. Se você não acredita, basta lembrar que isso já aconteceu, foi quando o Lotus 123 perdeu para o Excel, <a href="http://www.joelonsoftware.com/items/2007/09/18.html">Spolsky explica essa história</a>.</p>
<p>De qualquer maneira, deixando de lado as previsões apocalípticas, pensando estrategicamente a médio e longo prazo, é bom ficar esperto nos novos SDKs, nos novos frameworks e nos números de acesso à banda larga, pois isso pode fazer uma diferença crucial no seu negócio.</p>
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		<title>A web está na era da consolidação</title>
		<link>http://prati.ca/2007/11/21/a-web-esta-na-era-da-consolidacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 16:44:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[O blog LibraryHouse fez esta tabela de comparação das compras de empresas feitas pelo Google, Microsoft e Yahoo. É muito interessante reparar como o número de aquisições está acelerando ao longo do tempo.

Estamos numa fase de consolidação da web.
Tim O&#8217;Reilly acredita que isso significa que a web está entrando numa fase de consolidação, na qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog <a href="http://www.libraryhouse.net/blog/2007/10/26/a-peek-into-the-google-yahoo-microsoft-shopping-cart/">LibraryHouse</a> fez esta tabela de comparação das compras de empresas feitas pelo Google, Microsoft e Yahoo. É muito interessante reparar como o número de aquisições está acelerando ao longo do tempo.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/11/gym.GIF" alt="gym.GIF" /></p>
<h4>Estamos numa fase de consolidação da web.</h4>
<p><a href="http://radar.oreilly.com/archives/2007/11/microsoft_google_yahoo_acquisitions.html">Tim O&#8217;Reilly</a> acredita que isso significa que a web está entrando numa fase de consolidação, na qual em vez de muitas startups, alguns grandes players dominam o mercado. Ele diz que o mercado segue este ciclo:</p>
<ol>
<li>Uma série de inovações;</li>
<li>Algumas grandes empresas emergem a partir destas inovações;</li>
<li>Muitas startups seguem estas grandes empresas;</li>
<li>Uma fase de aquisições, seguida por</li>
<li>uma falha em prosperar à sombra dos gigantes;</li>
<li>A indústria começa a estagnar.</li>
<li>Há uma nova série de inovações, que dá novo inicio ao ciclo.</li>
</ol>
<h4>Estamos numa fase de digestão da web.</h4>
<p><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/the_digestion_phase_how_we_got.php">Segundo Alex Iskold</a>, para o blog Read Write Web, esta seria uma fase de digestão, na qual é preciso parar para refletir sobre as novas tecnologias e inovações que foram criadas e como elas podem trabalhar juntas.  Ele diz que esta fase é uma conseqüência da explosão da mídia social e aponta os seguintes fatores como influenciadores desta nova era:</p>
<ul>
<li>Banda Larga &#8211; facilitando o compartilhamento de mídias como video, fotos, podcasts, etc.</li>
<li>Ajax &#8211; sendo pioneiro em sites com experiência rica.</li>
<li>Social Networks &#8211; conectando as pessoas online.</li>
<li>Blogs &#8211; criando um novo canal de comunicação.</li>
</ul>
<h4> Mas a inovação não parou ainda.</h4>
<p>O interessante é que nós ainda não chegamos a uma estagnação da inovação na web. No mundo inteiro (e a China é um exemplo notável) há grandes novidades aparecendo. Mesmo entre os grandes players há inovações como o Android (a plataforma criada pelo google para desenvolvimento de software para celulares) e o OpenSocial (a plataforma criada pelo google para desenvolvimento de software para redes sociais).</p>
<p>Desejamos ainda longa vida para esta era de inovação, mas quando (ou, se) vier de fato a fase de consolidação, que seja boa para todos. Enquanto isso, continuamos deslumbrados com as novidades da web, do universo mobile, da busca semântica, entre tantas outras&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O potencial da web 2.0 de mudar o mundo.</title>
		<link>http://prati.ca/2007/10/23/o-potencial-da-web-20-de-mudar-o-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 03:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Reproduzo abaixo alguns trechos de uma brilhante reflexão de Antonio Martins para a Le Monde Diplomatique, chamada Muito Além de Gutemberg.
O Artigo fala sobre como os sites colaborativos, a blogosfera e as redes sociais na internet têm um enorme potencial para transformação o mundo, ao democratizarem o diálogo e a produção de conteúdo e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzo abaixo alguns trechos de uma brilhante reflexão de Antonio Martins para a <em>Le Monde Diplomatique</em>, chamada <a href="http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1975">Muito Além de Gutemberg</a>.</p>
<p>O Artigo fala sobre como os sites colaborativos, a blogosfera e as redes sociais na internet têm um enorme potencial para transformação o mundo, ao democratizarem o diálogo e a produção de conteúdo e de discursos e narrativas próprias da sociedade.</p>
<h4>Uma utopia: viver de blog sem ser caça-paraquedista.</h4>
<p>O autor propõe que, a partir de uma política que democratize os gastos do governo com mídia, no mínimo igualando aquilo (bilhões) que ele gasta com as grandes corporações com o que investe na mídia independente, produtores de cultura &#8211; como blogueiros ou músicos &#8211; poderiam viver de seu trabalho sem precisar negociar com o mercado. Desta maneira, por exemplo um blogueiro poderia viver do seu blog sem precisar ser um caça-paraquedistas, e escrever para seus leitores em vez de precisar escrever para o google.</p>
<h4>Abre aspas:</h4>
<p>&#8220;A convergência digital, a blogosfera e a comunicação compartilhada não ameaçam apenas a oligarquia da mídia corporativa. Também requerem um novo projeto para democratizar o jornalismo, e outros mecanismos para remunerar os produtores culturais.</p>
<p>Nos últimos anos, graças a certas ferramentas tecnológicas, mas especialmente a algumas mudanças de paradigma, os antigos conceitos de liberdade de informação e propriedade intelectual estão sendo superados. Em seu lugar, surgem idéias como comunicação compartilhada, inteligência coletiva, fim da passividade do receptor, direito à intercomunicação.</p>
<p>Essas mudanças têm enormes repercussões em nossa vida social, econômica, política e simbólica. Estão, por sua vez, relacionadas a sinais de que uma outra lógica de organização das sociedades – capaz de superar a que está baseada no lucro e na competição – é possível e necessária. [...]</p>
<h4>Como remunerar o trabalho do artista?</h4>
<p>Se queremos que as obras culturais circulem e sejam apropriadas e recriadas por todos; se queremos fazer de cada ser humano um criador cultural, como remunerar o trabalho do artista? Como permitir que, sendo livre seu trabalho, possa ele alimentar-se, vestir-se, habitar, viajar, equipar-se – em suma, satisfazer suas múltiplas necessidades e desejos.[...]</p>
<p>No entanto, dois fatores combinados têm servido como uma contra-tendência formidável, que questiona a própria idéia de mercantilização da produção simbólica. A primeira é tecnológica: a internet começou, a vários anos, a erodir a receita da indústria cultural. Primeiro, veio o compartilhamento de música, sem contrapartida financeira. Depois – e ainda mais interessante e transformador – surgiram as possibilidades não apenas de trocar o que já está pronto, mas de criar em conjunto, a partir de múltiplos pontos do planeta.</p>
<p>Já não somos o que somos, mas o que compramos. O mais interessante é que surgem, em paralelo, alternativas. Afirma-se a lógica dos direitos. Debate-se, nos Fóruns Sociais, a idéia de que certos bens e serviços, necessários para assegurar vida digna, devem ser oferecidos a todos os seres humanos do planeta, independentemente de sua capacidade de pagar por eles. Acesso à terra, água potável, eletricidade, renda básica da cidadania, saúde de qualidade, educação, internet, bens culturais.</p>
<h4>O fim do oligopólio das narrativas e discursos</h4>
<p>É precisamente nesse contexto que surgem o direito à intercomunicação, a inteligência coletiva, o fim da passividade do receptor, o conhecimento livre. Graças à tecnologia — mais especialmente à busca de um mundo organizado segundo uma nova lógica social —, está se esfacelando um dos grandes instrumentos de dominação da era capitalista: o oligopólio das narrativas e discursos.</p>
<h4>Como novos nós, sites colaborativos põem ordem no caos multifônico.</h4>
<p>A mudança de paradigma, extremamente positiva, cria dois problemas complexos. O primeiro é a necessidade de recriar espaços públicos de debate, para evitar que a multiplicação dos produtores de conteúdo gere apenas um caos multifônico. O fato de cada ser humano ser um produtor de narrativas e discursos não deve significar que cada um se satisfaça consigo mesmo e dispense o diálogo. Nesse caso, estaríamos diante de uma nova forma de incomunicação e alienação.</p>
<p>Para evitar o risco, é importante criar outros nós na grande rede, certos lugares onde os produtores de símbolos se encontram, se reconhecem e estabelecem trocas. Isso não se faz de forma piramidal, nem com base em relações mercantis, nem sob a batuta de um editor todo-poderoso – mas a partir de recortes e pontos de vista compartilhados por uma comunidade.</p>
<p>No Brasil, um exemplo desbravador é o site de jornalismo cultural Overmundo. Centenas de leitores, muitos dos quais mantêm seus próprios blogs, ou produzem vídeo ou áudio – ou seja, já são produtores de conteúdo cultural – sentem-se atraídos para contribuir também para o Overmundo. Por que surgiu um nó, onde é possível estabelecer diálogos mais amplos.</p>
<h4>Produzir comunicação, cultura ou arte não deve ser algo que dependa de remuneração</h4>
<p>O segundo grande desafio é o da remuneração e sobrevivência dos novos produtores de símbolos. De certa maneira, a liberdade de conhecimento e de produção cultural é profundamente utópica, no melhor sentido do termo: o de antecipar um futuro possível. Ela aponta para a possibilidade da desmercantilização mais radical: a do próprio trabalho humano.</p>
<p>Produzir comunicação, cultura ou arte não deve ser algo que dependa de remuneração, mas um prazer e algo inerente à própria condição humana. Outras atividades, cada vez mais numerosas, deveriam ter o mesmo status: cuidar da natureza, educar as crianças, mostrar nossa cidade a visitantes que não a conhecem.</p>
<p>No caso de muitas outras atividades, o desenvolvimento da tecnologia poderia ser visto como um alívio, não como um drama. [...] A condição é nos dispormos a imaginar a ultrapassagem da sociedade-mercadoria e do trabalho-mercadoria. Uma decisão-chave é reconhecer que, na época em que vivemos, a garantia de uma vida digna não pode mais estar associada a um emprego remunerado.</p>
<p>Isso exige, ao mesmo tempo, imaginar e testar desde agora novas relações. Se o trabalho necessário para produzir Overmundo é remunerado graças ao apoio de uma empresa pública, mediante patrocínio, devemos ter a ousadia de debater com a sociedade que se trata de uma relação muito mais avançada que vender o conteúdo do site aos que podem pagá-lo.</p>
<h4>Produtores de conteúdo mantidos pelo estado.</h4>
<p>Os caminhos para incentivar essa mudança são diversos – e sempre desconcentradores. Ao contrário do que ocorre na comunicação de massas, é possível produzir grandes saltos com pouquíssimos recursos. E, nesse caso, cada passo pode ser replicado em todo o país, gerando também efeitos sociais transformadores.</p>
<p>Seria possível, por exemplo, multiplicar o número de produtores de conteúdo oferecendo bolsas àqueles cuja ação é reconhecida por suas comunidades – territoriais ou virtuais – como promotora de formação e informação. Isso incluiria blogueiros, produtores de vídeos, músicos que produzem de forma compartilhada, fotógrafos. Os beneficiados pela bolsa teriam como responsabilidade aprender continuamente novas técnicas, e transmiti-las na comunidade.</p>
<h4>É hora de assumir os compromissos</h4>
<p>Os movimentos de grandes mudanças são sempre instantes de dor e delícia. Nas sociedades pós-modernas, as sociedades do conhecimento, é justamente no território da criação coletiva e circulação do conhecimento que estão se multiplicando os sinais de uma nova lógica social possível. É hora de fazer um pacto simultâneo com a vida e a utopia. É hora de assumir os compromissos de refletir permanentemente sobre a possibilidade dessa lógica, e de agir para torná-la real.&#8221;</p>
<p><a href="http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1975">Leia aqui o artigo completo.</a></p>
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		<title>Experiências inconvenientes não funcionam na web.</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 21:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Em uma brilhante apresentação,   Ian Rogers,  VP de Desenvolvimento de Produtos do Yahoo Music, mostra um grande entendimento do que funciona e o que não funciona na web. Em uma síntese: experiências irritantes &#8211; como por exemplo, arquivos de música bloqueados com DRM &#8211; não funcionam.
Não deixarei o Yahoo! investir em inconveniência.
Ian [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma brilhante apresentação,  <a href="http://www.fistfulayen.com/blog/?p=127"> Ian Rogers</a>,  VP de Desenvolvimento de Produtos do Yahoo Music, mostra um grande entendimento do que funciona e o que não funciona na web. Em uma síntese: experiências irritantes &#8211; como por exemplo, arquivos de música bloqueados com DRM &#8211; não funcionam.</p>
<h4>Não deixarei o Yahoo! investir em inconveniência.</h4>
<p>Ian diz de maneira eloqüente a sua posição em relação a obrigar o usuário a passar por experiências chatas só para satisfazer a mentalidade reacionária das grandes gravadoras:</p>
<blockquote><p> Eu não vou mais cair nesta armadilha. Se as gravadoras que oferecem conteúdo para o Yahoo! continuarem a colocar mais barreiras diante dos usuários, eu não estou interessado. Faça o que você sentir que precisa fazer no seu negócio, eu serei educado, direi obrigado, e não aceitarei. Eu não deixarei que o Yahoo! continue investindo dinheiro em inconveniência para o consumidor. (minha tradução livre)</p></blockquote>
<h4>O usuário deve esta em primeiro lugar.</h4>
<p>Uma importantíssima lição que foi aprendida nos últimos anos é que na web, o usuário deve estar em primeiro lugar. Não adianta brigar contra o consumidor, é preciso ouvi-lo e atender a sua necessidade.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/10/eternal_scream.jpg" alt="eternal_scream.jpg" class="alignleft"/>O Pop-up parecia bom pra o anunciante, pois obrigava o visitante dos grandes portais a ver a propaganda. Mas ter que ver e depois fechar um pop-up é tão inconveniente que  logo foram criados os bloqueadores de pop-up. Parecia bom para as empresas poder atingir a caixa de e-mail de milhares de usuários, mas é inconveniente receber spam, e logo apareceram os bloqueadores de spam. Da mesma maneira, o DRM é inconveniente para o usuário, e logo apareceram as ferramentas para remoção do DRM.</p>
<p>É preciso aprender de uma vez por todas: <strong>na web, aquilo que é inconveniente para o usuário, é também inconveniente para os negócios.</strong></p>
<h4>A indústria está amadurecendo.</h4>
<p>Como aponta Ian, o Napster não inventou o P2P, essa habilidade de transferir dados diretamente entre computadores, sem um servidor central, é inerente ao TCP/IP e à própria internet. Antes de haver um software para organizar essas maneiras de compartilhamento de dados, sempre foi possível, por exemplo, trocar arquivos com um amigo via messenger (ICQ) ou email.</p>
<p>Não adianta tentar mudar a própria natureza da informação digital: ela se propaga livremente. Somente agora a indústria musical está começando a aprender a jogar com a maneira como a internet funciona e se aproveitar disso. Dois excelentes exemplos são a nova loja de MP3 sem DRM da Amazon e a recente abertura de todo o conteúdo arquivado do NY Times.</p>
<h4>Tudo mais seguirá.</h4>
<p>Finalmente, copio um trecho da <a href="http://desta.ca/filosofia.php">filosofia da desta.ca</a>: Quem decide qual produto continuar, qual deixar de escanteio, qual item incrementar, qual retirar de um sistema, é o usuário. Ele é o chefe, é ele quem manda. Por isso: nada de popups chatos, nada de sites lentos, nenhum truque para que o usuário compre mais, nada de nada que o usuário não goste. <strong>Se os usuários gostarem do nosso trabalho, tudo mais seguirá.</strong> Fazemos coro com a filosofia do google: faça dinheiro sem fazer o mal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tirinha do Dilbert sobre Web 2.0</title>
		<link>http://prati.ca/2007/09/09/tirinha-do-dilbert-sobre-web-20/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Sep 2007 20:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[É a primeira vez que Scott Adams fala sobre isso?
Não importa, eu adorei essa tirinha de hoje, do Dilbert, sobre Web 2.0.
Mostra de maneira clara como o termo está se desgastando.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a primeira vez que Scott Adams fala sobre isso?</p>
<p>Não importa, eu adorei essa <a href="http://www.dilbert.com/comics/dilbert/archive/dilbert-20070909.html">tirinha de hoje, do Dilbert, sobre Web 2.0.</a></p>
<p>Mostra de maneira clara como o termo está se desgastando.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conectado, de Juliano Spyer</title>
		<link>http://prati.ca/2007/09/04/conectado-de-juliano-spyer/</link>
		<comments>http://prati.ca/2007/09/04/conectado-de-juliano-spyer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 16:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[UGC]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tenho o costume de ler vários livros ao mesmo tempo. Atualmente, estou lendo 5. Mas Sábado, quando chegou em casa o livro do Juliano Spyer, Conectado, eu parei tudo. Li as 256 páginas no mesmo dia, de uma só vez.
O segundo capítulo, sobre a Economia da Doação, diz tudo que eu gostaria de saber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naozero.com.br/node/10"><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/09/conectado.jpg" alt="conectado.jpg" class="alignleft" /></a>Eu tenho o costume de ler vários livros ao mesmo tempo. Atualmente, estou lendo 5. Mas Sábado, quando chegou em casa o livro do Juliano Spyer, Conectado, eu parei tudo. Li as 256 páginas no mesmo dia, de uma só vez.</p>
<p>O segundo capítulo, sobre a <em>Economia da Doação</em>, diz tudo que eu gostaria de saber antes de começar projetos colaborativos.</p>
<p>Ele explica porque as pessoas colaboram na internet, porque na rede dão de graça conteúdo que cobrariam caro para produzir offline.</p>
<p>O livro está longe de ser técnico, hermético. Embora evite o termo, o livro é sobre uma parte do que se convencionou chamar de &#8220;Web 2.0&#8243; &#8211; a parte das comunidades e do aproveitamento da participação imediata do usuário como criador de conteúdo.</p>
<p>O Juliano conseguiu a proeza de escrever um livro que é muito instrutivo tanto para um especialista em Web 2.0 quanto para quem não sabe nada sobre o assunto.</p>
<p>Amanhã, dia 5 de setembro, eu estarei no <strong>lançamento</strong>, que será na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (em São Paulo). Já sei de vários blogueiros que também estarão lá, parece que vai ser divertido.</p>
<p><strong>Sobre o livro</strong></p>
<p>Descubra o que está por trás de fenômenos como blogs, MSN, Orkut, Wikipedia e YouTube. Escrito por Juliano Spyer, que há dez anos desenvolve ações colaborativas no Brasil e no exterior, Conectado é uma contribuição original a debates que estão em pauta na grande mídia, como pirataria, invasão de privacidade e censura na web.</p>
<p>Tem a virtude de tratar de tecnologia sem ser um livro técnico, e apresentar temas que afetam a sociedade sem ter vícios de estudos acadêmicos. Traz instruções práticas para formar e manter comunidades virtuais e descreve os cases mais importantes da internet.</p>
<p>Aqui, encontra-se um roteiro para conhecer os projetos colaborativos mais originais aplicados a educação, negócios, comunicação e ativismo social. O leitor ainda pode acessar um site para compartilhar suas experiências com outros leitores e com o autor.</p>
<p><strong>Aposta na abertura dos canais de comunicação</strong></p>
<p>Conectado é um manual que apresenta a comunicação pela internet do ponto de vista teórico, prático, aplicado, conduz o leitor por estudos de casos e debate as consequências e desafios do mundo interconectado. Seu objetivo implícito é ajudar a radicalizar a distribuição do acesso à mídia.</p>
<p><strong>Do prefácio de Caio Túlio Costa:</strong><br />
&#8220;Poucas vezes vi em bom português tanta informação e argumentação como em Conectado. &#8230;É um livro, ao mesmo tempo, técnico e humanista, didático e profundo.&#8221;</p>
<p><strong>Sobre o autor:</strong><br />
JULIANO SPYER é historiador pela USP e palestrante para o curso de mídias digitais da PUC-SP e do Departamento de Publicidade da ECA-USP. Seus projetos Viva São Paulo, em parceria com a Rádio Eldorado, e Leia Livro, para a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, são referência no país em termos de conteúdo gerado por usuários e ação de cross-mídia interativa. Publicado pela Jorge Zahar Editor.</p>
<p><strong>Lançamento em SP:</strong><br />
Dia 5 de setembro na Livraria Cultura do Conj. Nacional.</p>
<p>Baixe o <a href="http://www.zahar.com.br/doc/t1170.pdf">arquivo em PDF contendo índice e introdução</a> de Conectado.</p>
<p>Já à venda: Compre seu volume de Conectado pelos sites da <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=9788537800287&amp;sid=189195487989457649517039">Livraria Cultura</a>, <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1979189&amp;PAC_ID=21712">Saraiva</a> ou <a href="http://www.siciliano.com.br/livro.asp?tema=2&amp;orn=LPV&amp;Tipo=2&amp;ID=655785">Siciliano</a>.</p>
<p>(A apresentação do livro, acima, foi copiada <a href="http://www.naozero.com.br/node/10">daqui</a>.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O melhor e o pior da Web 2.0 (e eu) na Folha de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 18:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desta.ca na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
A reportagem de capa da Folha de São Paulo de hoje fala sobre Web 2.0. A jornalista Paula Leite fez uma enquete para escolher os melhores e piores sites do gênero. Foram jurados:
Steve O&#8217;Hear &#8211; do blog The Social Web, Ana Laura Gomes &#8211; professora do Senac-SP, Daniel Tolouei &#8211; fundador do PCForum, Augusto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/08/folha_informatica.jpg" alt="folha_informatica.jpg" /></p>
<p>A reportagem de capa da Folha de São Paulo de hoje fala sobre Web 2.0. A jornalista Paula Leite fez uma enquete para escolher os melhores e piores sites do gênero. Foram jurados:</p>
<p>Steve O&#8217;Hear &#8211; do blog <a href="http://blogs.zdnet.com/social" target="_blank">The Social Web</a>, Ana Laura Gomes &#8211; professora do <a href="http://www.sp.senac.br/" target="_blank">Senac-SP</a>, Daniel Tolouei &#8211; fundador do <a href="http://www.pcforum.com.br/" target="_blank">PCForum</a>, Augusto Campos &#8211; da equipe do <a href="http://www.br-linux.org/" target="_blank">BR-Linux</a>, Alexandre Fugita &#8211; do blog <a href="http://www.techbits.com.br/" target="_blank">Techbits</a>, Gil Giardelli &#8211; do blog <a href="http://gilgiardelli.wordpress.com/" target="_blank">Humanidade 2.0</a>, e <strong>Gilberto Alves Jr</strong>  (sim, eu :)</p>
<p><strong>O resultado da enquete ficou assim:</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a> &#8211; 8 votos<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipédia</a> &#8211; 8 votos<br />
<a href="http://www.flickr.com/" target="_blank">Flickr</a> &#8211; 7 votos<br />
<a href="http://docs.google.com/" target="_blank">Google Docs &amp; Spreadsheets</a> &#8211; 7 votos<br />
<a href="http://del.icio.us/" target="_blank">Del.icio.us</a> &#8211; 6 votos<br />
<a href="http://www.digg.com/" target="_blank">Digg</a> &#8211; 6 votos<br />
<a href="http://www.blogger.com/" target="_blank">Blogger</a> &#8211; 4 votos<br />
<a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a> &#8211; 4 votos<br />
<a href="http://maps.google.com/" target="_blank">Google Maps</a> &#8211; 3 votos<br />
<a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank">Netvibes</a> &#8211; 3 votos<br />
<a href="http://www.apontador.com.br/" target="_blank">Apontador</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://www.aprex.com.br/" target="_blank">Aprex</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://www.gmail.com/" target="_blank">Gmail</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://reader.google.com/" target="_blank">Google Reader</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://www.igoogle.com/" target="_blank">iGoogle</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://www.pageflakes.com/" target="_blank">Pageflakes</a> &#8211; 2 votos<br />
<a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a> &#8211; 2 votos</p>
<p>A matéria na Folha de São Paulo destacou a Wikipédia e o Youtube:</p>
<blockquote><p>A Wikipédia foi lembrada como um dos melhores sites da web 2.0 por oito das onze pessoas que participaram da enquete feita pela Folha.</p>
<p>Para Gilberto Alves Jr., colunista do site Webinsider e responsável pelo blog de web 2.0 Prática, a Wikipédia &#8220;inaugurou um modelo novo de confiança radical no usuário&#8221;.</p>
<p>Também lembrado oito vezes, o YouTube começou como uma resposta à dificuldade de compartilhar vídeos e atingiu proporções astronômicas.</p></blockquote>
<p>E sobre os piores sites, não houve exatamente uma lista, mas algumas opiniões:</p>
<blockquote><p>O pior da web 2.0, para Gilberto Alves Jr., colunista do site Webinsider, são as cópias de sites famosos como Digg e Orkut.</p>
<p>Ele também reclamou dos sites &#8220;com idéias ruins, mas que usam tecnologias da web 2.0 como etiquetas e Ajax&#8221;.</p>
<p>Alves levantou ainda o problema das páginas que não utilizam a inteligência coletiva, ou seja, &#8220;que não se tornam melhores quanto mais pessoas as utilizam&#8221;, diz ele.</p></blockquote>
<p><strong>Veja a matéria completa.</strong><br />
Compre o jornal na banca ou <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/informat/fr2208200704.htm">leia online</a> (só para assinantes da Folha e UOL). Leia também no blog da Folha, <a href="http://circuitointegrado.folha.blog.uol.com.br/arch2007-08-19_2007-08-25.html#2007_08-22_00_42_46-3330133-0">circuito integrado</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro ensina a aproveitar a colaboração implícita dos usuários.</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 20:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A parte mais fácil de ver da web 2.0 são os sites de conteúdo gerado pelo usuário, como youtube e flickr. No entanto, partindo da definição de web 2.0 que temos, sabemos que é aproveitar a inteligência coletiva, mesmo sem a participação explicita do usuário.
Mas como podemos aproveitar a participação não-explicita do usuário?
Como podemos aproveitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A parte mais fácil de ver da web 2.0 são os sites de conteúdo gerado pelo usuário, como youtube e flickr. No entanto, partindo da <a href="http://desta.ca/pratica/2006/12/12/regras-que-definem-a-web-20/">definição de web 2.0</a> que temos, sabemos que é aproveitar a inteligência coletiva, mesmo sem a participação explicita do usuário.</p>
<p><strong>Mas como podemos aproveitar a participação não-explicita do usuário?</strong></p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/08/iceberg_web2.jpg" alt="iceberg_web2.jpg" class="alignleft" />Como podemos aproveitar a participação de 100% dos usuários de um site, e não apenas dos <a href="http://desta.ca/pratica/2007/04/04/somente-1-dos-usuarios-participam-mesmo/">1% que colaboram</a> explicitamente?</p>
<p>É mais ou menos isso que pretende ensinar o novo livro de Toby Segaran, <a href="http://www.oreilly.com/catalog/9780596529321/index.html">Programming Collective Intelligence</a>, publicado pela da O&#8217;Reilly Media, apresentado hoje por <a href="http://radar.oreilly.com/archives/2007/08/programming_col.html">Tim O&#8217;Reilly</a>.</p>
<p><strong>Aproveitando a contribuição implícita do usuário.</strong></p>
<p>O Google aproveita a contribuição implícita que há em cada página que indexa, sendo cada link para outra página um voto que contribui para definir a relevância daquele conteúdo.</p>
<p>Os desenvolvedores não precisam contribuir explicitamente com o Google, basta cada um fazer seu site naturalmente, linkando para as páginas que considera relevantes para seus leitores, que o algorítmo saberá aproveitar a contribuição.</p>
<p>A Amazon aproveita a contribuição implícita de cada compra, através do mecanismo que descobre que &#8220;quem compra isso, compra também&#8230;&#8221;. O Flickr também tem seu algoritmo que descobre quais fotos são &#8220;mais interessantes&#8221; através da contribuição implícita dos usuários.</p>
<p>Já o digg, utiliza a contribuição explícita dos usuários (votos) para definir qual link deve aparecer na primeira página &#8211; embora utilize também um algoritmo para evitar fraudes.</p>
<p><strong>Web 2.0 é muito mais que UGC.</strong></p>
<p>É interessante como o termo Web 2.0 já envelheceu mas há ainda uma grande quantidade de pessoas que não entenderam a diferença entre &#8220;aproveitar a inteligência coletiva&#8221; e User Generated Content.</p>
<p>Quando <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1569514,00.html">a revista Time escolheu &#8220;você&#8221; como personaliade do ano</a>, mostrou claramente a contribuição explícita dos usuários que fazem a web 2.0, mas não mostrou os tantos sites que tiveram a genialidade de <strong>extrair significado</strong> que há em dados gerados de maneira passiva pelo usuário para tornar o software cada vez melhor quanto mais é utilizado.</p>
<p><a href="http://www.oreilly.com/catalog/9780596529321/toc.html">Veja aqui o índice do livro</a> para perceber o quanto há de assunto interessante do ponto de vista de programação de sites web 2.0, muito além de UGC e Ajax.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cipedya &#124; a nova biblioteca digital livre</title>
		<link>http://prati.ca/2007/08/13/cipedya-a-nova-biblioteca-digital-livre/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 02:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[UGC]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estudo na oficina do ator antropofágico. Estamos montando a peça Otelo, de Shakespeare. Eu estou fazendo o papel de Otelo. Logo no início da montagem cada membro da oficina deveria arranjar sua própria cópia da peça. Onde é que se arruma uma coisa dessas na internet?
A partir de agora, tenho um lugar certo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estudo na <a href="http://abaporu.ato.br/tribo/oficina/oficina_ator_antropofagico_texto.asp">oficina do ator antropofágico</a>. Estamos montando a peça <a href="http://www.cipedya.com/doc/101943">Otelo, de Shakespeare</a>. Eu estou fazendo o papel de Otelo. Logo no início da montagem cada membro da oficina deveria arranjar sua própria cópia da peça. Onde é que se arruma uma coisa dessas na internet?</p>
<p>A partir de agora, tenho um lugar certo para procurar: <a href="http://www.cipedya.com">a cipedya</a>.</p>
<p><a href="http://www.cipedya.com"><img src="http://www.cipedya.com/web/image/logo.gif" alt="cipedya" /></a></p>
<p>Trata-se de uma biblioteca colaborativa de documentos digitais, de uso gratuito. Qualquer pessoa pode incluir gratuitamente qualquer tipo de documento digital. O documento fica disponível para buscas e download no portal.</p>
<p>Ainda em fase beta (sabe lá deus porque), a visão do site é bonita:</p>
<blockquote><p>Criar um portal onde professores, acadêmicos, pesquisadores e usuários em geral possam disponibilizar à comunidade, de forma simples e organizada, qualquer documento digital, sejam textos de todos os tipos (artigos, teses, monografias, apostilas etc), apresentações ou planilhas.</p></blockquote>
<p>Além disso,  o Cipedya se alinha a iniciativas como <a href="http://www.acessoaberto.org/" target="_blank">         Movimento Acesso Aberto</a> (Open Acces Iniciative) e <a href="http://creativecommons.org/" target="_blank">Creative Commons</a>, entre outros grupos que defendem uma     mudança nos paradigmas tradicionais de difusão do conhecimento nas artes e nas ciências     na era digital.</p>
<p>O site tem um visual bem limpinho, mas que ainda pode melhorar bastante. O Cipedya também apresenta-se como      um site Web 2.0, &#8220;especialmente no que se refere ao aproveitamento da inteligência coletiva     e a vizualização da web como plataforma&#8221;.</p>
<p>Eles seguem a maneira do Google de organizar conteúdo: em vez de criar um índice com categorias para encontrar os livros, há apenas um mecanismo de busca, que aparentemente funciona muito bem.</p>
<p>Fuçando um pouco eu encontrei esta surpresa: <strong><a href="http://www.cipedya.com/doc/102010">&#8220;O que é web 2.0&#8243;, de Tim O&#8217;Reilly, em português.</a></strong> Traduzido por Miriam Medeiros.</p>
<p>Na minha opinião, o projeto tem muito futuro. Vamos ficar de olho.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Enquete: O termo Web 2.0 já era?</title>
		<link>http://prati.ca/2007/08/01/enquete-o-termo-web-20-ja-era/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 21:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[o que é web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo tenho ouvido por aí que o termo web 2.0 está desgastado. Eu ainda acho que o termo define uma série de coisas que seriam mais complicadas de se definir sem ele. Demorou até o mercado absorver o que isso significa, mudar agora seria complicado.
No entanto eu também penso que, agora que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo tenho ouvido por aí que o termo web 2.0 está desgastado. Eu ainda acho que o termo define uma série de coisas que seriam mais complicadas de se definir sem ele. Demorou até o mercado absorver o que isso significa, mudar agora seria complicado.</p>
<p>No entanto eu também penso que, agora que o termo está muito melhor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/web%202.0">definido</a>, ele abrange uma gama tão grande de serviços que pode servir para classificar praticamente qualquer coisa na web, o que pode torná-lo inútil na prática.</p>
<p><strong>Aí venho perguntar a opinião dos amigos:</strong></p>
<p>Quando falamos de sites que aproveitam a inteligência coletiva, mais especificamente a participação do usuário no conteúdo (ex. orkut, slashdot, digg, flickr, del.icio.us, youtube, wikis&#8230;), <em>de que forma você classificaria estes sites?</em></p>
<ul>
<li>a) Sites Web 2.0.</li>
<li>b) Social media.</li>
<li>c) Um terceiro nome.<br />
(ex. sites-virais, sites-comunidades, UGC, etc.)</li>
<li>d) Nenhum. Essas classificações são inúteis.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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