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	<title>Prática &#187; google</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>A interface limpinha do Google Chrome</title>
		<link>http://prati.ca/2008/09/02/a-interface-limpinha-do-google-chrome/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 20:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[O que mais me impressiona no novo Browser do Google, o Google Chrome, o que ele tem de mais inovador na minha opinião, é a sua interface limpinha.
O grande segredo de uma interface limpinha é ter o menor número de elementos possível, sem com isso ter menos funcionalidades. A apple é craque nisso.
O Chrome tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que mais me impressiona no novo Browser do Google, o<a href="http://www.google.com/chrome"> Google Chrome</a>, o que ele tem de mais inovador na minha opinião, é a sua interface limpinha.</p>
<p>O grande segredo de uma interface limpinha é ter o menor número de elementos possível, sem com isso ter menos funcionalidades. A apple é craque nisso.</p>
<p>O Chrome tem só quatro elementos: abas, controles de navegação (voltar, avançar e recarregar) a &#8220;OmniBox&#8221; e dois botões de configurações. E com toda a tecnologia que ele tem, o usuário realmente só precisa destes elementos para ter uma experiência riquíssima.</p>
<p><a href="http://prati.ca/wp-content/uploads/2008/09/googlechome.png"><img class="alignnone size-full wp-image-506" title="googlechome" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2008/09/googlechome.png" alt="" width="500" height="109" /></a></p>
<p>Como o omniBox serve como searchbox, eliminamos aquela outra caixa que o Firefox e o IE7 têm. Como as Abas estão acima de tudo, com total ênfase no design, não precisamos de uma barra de título. Como o Omnibox se lembra, buscando boa relevância, do que você digitou, e a &#8220;página nova guia&#8221; mostra suas páginas mais visitadas e favoritos, eliminamos a necessidade de uma barra de favoritos.</p>
<p>Assim as inovações tecnológicas foram possibilitando um design mais limpo para o browser. Depois de pouco tempo navegando a gente pára e pensa: uai&#8230; cadê aquele monte de coisa que vinha com o browser? Está aí&#8230; só que de maneira muito mais elegante e inteligente.</p>
<p>Pena que vou ter que esperar até lançarem uma versão para Mac, porque usar no parallels não é nada agradável. E há rumores de que essas inovações do chrome, principalmente o v8 e o jeito dele lidar com threads e processos, aparecerão numa próxima versão do Safari. Veremos.</p>
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		<title>Google que se cuide: a Microsoft comprou a Powerset</title>
		<link>http://prati.ca/2008/07/03/google-que-se-cuide-a-microsoft-comprou-a-powerset/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[A compra da empresa de buscas Powerset foi, sem dúvida, a melhor iniciativa da microsoft para bater no Google.
Há pouco mais de um mês eu conheci o site. Ele faz buscas exclusivamente na wikipédia e tenta organizar melhor o conteúdo dela fazendo relações semânticas. Digo tenta, porque essa tecnologia &#8220;semântica&#8221; da powerset ainda não está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A compra da empresa de buscas <a href="http://www.powerset.com/">Powerset</a> foi, sem dúvida, a melhor iniciativa da microsoft para bater no Google.</p>
<p>Há pouco mais de um mês eu conheci o site. Ele faz buscas <strong>exclusivamente na wikipédia</strong> e tenta organizar melhor o conteúdo dela fazendo relações semânticas. Digo <em>tenta</em>, porque essa tecnologia &#8220;semântica&#8221; da powerset ainda não está boa o suficiente para não merecer aspas nesta frase.</p>
<p>No entanto todo mundo sabe que para determinados tipos de busca, principalmente os que começam na nossa cabeça com &#8220;o que é&#8230;&#8221; começam no google mas acabam quase sempre na wikipédia. E a própria wikipédia não tem um sistema muito bom de busca. Aí aparece a oportunidade.</p>
<p>Sabendo a quantidade gigantesca de cliques que saem do google para a wikipédia, a powerset, que tem diversas ferramentas para buscar e navegar pelo conteúdo do site, tem a chance de pegar uma boa fatia do mercado.</p>
<p>Por isso faz mais sentido, na minha opinião, a microsoft comprar a powerset do que comprar o yahoo, por exemplo. Sendo um site bem novo, certamente ainda não tem muita audiência, mas eu acredito que tem mais potencial de crescimento que a busca do yahoo.</p>
<p>Muitas vezes eu busco direto no powerset em vez do google. Pra mim há três lugares pra buscar, nesta ordem: google, powerset, delicious. Com o powerset na microsoft, pelo menos nas minhas buscas haverá uma boa equivalência entre os três gigantes, google, microsoft e yahoo (que é dono do delicious).</p>
<h4>Minha experiência de usuário não corresponde ao mercado todo, claro</h4>
<p>Mas por mais que pra mim a busca à wikipédia do powerset seja algo muito importante, ao ponto de concorrer com o google, não foi este o motivo da compra. A Microsoft pretende integrar a tecnologia de &#8220;natural language&#8221; &#8211; que entende quando você pergunta &#8220;<a href="http://www.powerset.com/explore/go/who-is-oswald-de-andrade">quem é oswald de andrade</a>&#8221; e diferencia de &#8220;<a href="http://www.powerset.com/explore/go/what-oswald-de-andrade-did">o que oswald de andrade fez</a>&#8221; &#8211; ao live search até o fim do ano.</p>
<p>Eu acho que vou continuar não usando o live search e usando cada vez mais o wiki-powerset :)</p>
<p>[Via Daniel Blumenthal no <a href="http://groups.google.com/group/webees_br">Webees</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>webriga é um divertido teste do app engine e do django</title>
		<link>http://prati.ca/2008/06/11/webriga-e-um-divertido-teste-do-app-engine-e-do-django/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 23:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo-insonia]]></category>
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		<description><![CDATA[A essa hora todo mundo já deve ter visto o webriga, um aplicativo-insônia feito pelo marco gomes e pelo boo-box ninja Maurício Maia. A brincadeira é empurrar um site pra cima do outro e gritar: mãe de quem? Ou como eles dizem, o &#8220;grande dragão branco à web&#8221;.
O objetivo deles com isso foi testar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A essa hora todo mundo já deve ter visto o <a href="http://webrigabrasil.appspot.com/">webriga</a>, um aplicativo-insônia feito pelo marco gomes e pelo boo-box ninja <a href="http://twitter.com/mauricio/statuses/830550667">Maurício Maia</a>. A brincadeira é empurrar um site pra cima do outro e gritar: mãe de quem? Ou como eles dizem, o &#8220;<a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:grande+drag%E3o+branco">grande dragão branco<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> à web&#8221;.</p>
<p>O objetivo deles com isso foi testar o Google App Engine e o framework para python Django.</p>
<p>Aplicativo-insônia é algo feito apenas para entender uma linguagem, tirar uma idéia da cabeça, divertir-se num dia em que não tem nerds on beer, enfim, nada sério. É uma excelente maneira para mostrar as habilidades de um programador, muito melhor do que o currículo ou histórico de serviços para clientes, porque é sempre bom saber como, em quanto tempo e o que um desenvolvedor faz quando tem toda a liberdade (mas não todo o tempo) do mundo.</p>
<p>Sendo um aplicativo-insonia o webriga tem muita coisa pra arrumar, um exemplo (que faz parecer que o app engine é o hosting mais lento do mundo) são as imagens gigantescas que estão sendo carregadas, coisa que o Marco disse que vai arrumar um dia entre hoje e o fim dos tempos.</p>
<p>Perguntei pro Maurício como foi a experiência com o Django e o App Engine, ele respondeu:</p>
<blockquote><p>A aplicação é bem simples, então a visão ainda é um pouco superficial,<br />
mas acho Python bem interessante. Para quem quer aprender uma nova<br />
linguagem eu sugeriria Ruby ou Python. Até agora tenho gostado do<br />
Django e espero poder fazer algo maior em breve para testar todas suas<br />
funcionalidades.</p>
<p>Python é uma linguagem bastante utilizada no &#8220;mundo do Soft. Livre&#8221;,<br />
então é fácil encontrar documentação. Vide <a href="http://diveintopython.org">diveintopython.org</a> e<br />
<a href="http://djangobook.com">djangobook.com</a> (eu basicamente li os 7 primeiros capítulos do Django<br />
Book).</p>
<p>O App Engine exige um pouco mais de quebra de paradigmas,<br />
principalmente para lidar com banco de dados. Você tem que lidar com<br />
as peculiaridades dele, mas em compensação ganha outras facilidades<br />
(google accounts, escalabilidade, etc).</p>
<p>Eu recomendaria o App Engine para aquelas aplicações simples de<br />
desenvolver e quando você não quer lidar com a dor de cabeça de<br />
escalá-la caso se torne um sucesso. Imagine algo como o TinyURL! ;)</p>
<p>Agora se a aplicação é realmente seu business, provavelmente vai<br />
querer lidar com todos os aspectos dela. É como ter um Blogger ou o<br />
WordPress no seu próprio host.</p></blockquote>
<p>Já ouvi várias pessoas com esta mesma opinião, de que o app engine é bom, mas não para coisas mais sérias porque neste caso você precisa controlar tudo. Tenho minhas dúvidas. Aproveitar toda a otimização de banco de dados e o cloud computing do google de graça, ou no futuro quase de graça, me parece uma vantagem de não se jogar fora.</p>
<p>O que vocês acham, tanto do App Engine quanto do Python e Django?</p>
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		<title>Como foi o OpenSocial Tour 2008</title>
		<link>http://prati.ca/2008/05/14/como-foi-o-opensocial-tour-2008/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 20:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 8 de maio aconteceu aqui em São Paulo o OpenSocial Tour, evento realizado pelo Google para promover a plataforma.
Em boa parte do evento diretores regionais de empresas relacionadas ao mercado de social media mostraram números sobre o mercado de internet no Brasil e falaram sobre seus produtos. Parecia ser realmente um evento corporativo, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 8 de maio aconteceu aqui em São Paulo o <a href="http://opensocialapis.blogspot.com/2008/04/opensocial-south-america-tour.html">OpenSocial Tour</a>, evento realizado pelo Google para promover a plataforma.</p>
<p>Em boa parte do evento diretores regionais de empresas relacionadas ao mercado de social media mostraram números sobre o mercado de internet no Brasil e falaram sobre seus produtos. Parecia ser realmente um evento corporativo, com objetivo de mostrar os serviços das empresas palestrantes pra as empresas ouvintes no evento.</p>
<p>As palestras de Patrick Chanezon, evangelista das APIs do Google, e Manu Rekhi, o Product Manager do Orkut, foram realmente muito boas. Veja abaixo os<a href="http://www.slideshare.net/chanezon/south-america-open-social-tour-2008?src=embed"> slides</a> da palestra do Patrick:</p>
<div id="__ss_382087" style="width: 425px; text-align: left;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=south-america-opensocial-tour-20086-1209583682594595-9" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=south-america-opensocial-tour-20086-1209583682594595-9" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Uma coisa interessante que Manu disse na sua Palestra foi que a audiência total das Redes Sociais passou a audiência de Busca na internet. Isso é fantástico!</p>
<p>O OpenSocial vai se integrar com o <a href="http://oauth.net/">oAuth</a>. Com isso será possível criar uma rede social na qual o usuário use seu login do orkut para entrar, por exemplo, e lá estejam já todos os seus amigos. <a href="http://www.google.com/friendconnect/">Google</a>, <a href="http://www.techcrunch.com/2008/05/09/facebook-responds-to-myspace-with-facebook-connect/">Facebook</a> e <a href="http://www.techcrunch.com/2008/05/08/myspace-embraces-data-portability-partners-with-yahoo-ebay-and-twitter/">Myspace</a> estão lançando APIs para viabilizar este tipo de autenticação aberta.</p>
<p>Perguntei ao Manu se eles não tinham medo de perder usuários do orkut com essa abertura toda. Ele respondeu:&#8221;No Google é muito fácil tomar decisões. Nós nos perguntamos se &#8220;essa opção é melhor para o Google ou para o usuário&#8221; e escolhemos o que for melhor para o usuário. Acreditamos que o usuário tem o direito de entrar e sair facilmente do nosso serviço e por isso estamos investindo na abertura.&#8221;</p>
<p>Depois da avalanche de números e da exposição clara e bacana do pessoal do Google sobre o OpenSocial, cheguei a uma conclusão: o lançamento dos widgets no Brasil será um acontecimento gigante na história da nossa web.</p>
<p><strong>Update 21/05/2008:</strong> Patrick Chanezon gravou uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_LZW2s9jB-A">entrevista em vídeo</a> conosco e <a href="http://wordpress.chanezon.com/?p=57">falou sobre nós no seu blog</a>. Falo mais sobre a entrevista <a href="http://amanaie.com.br/2008/05/21/entrevista-para-patrick-chanezon-no-opensocial-tour-2008/">no blog da amanaie</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_LZW2s9jB-A&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/_LZW2s9jB-A&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
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		<title>Google lança serviço de hosting grátis para aplicativos</title>
		<link>http://prati.ca/2008/04/08/google-lanca-servico-de-hosting-gratis-para-aplicativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 23:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Google acaba de lançar um serviço chamado App Engine. A idéia é ser um serviço completo de hosting, banco de dados e servidor de arquivos utilizando sua infra-estrutura e suas tecnologias únicas, dando uma boa quantidade de recursos de graça para desenvolvedores criarem seu aplicativos.
O servidor aproveita o famoso cloud computing do Google, database com o BigTable, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://code.google.com/appengine/images/appengine_lowres.jpg" alt="google app engine" />Google <a href="http://googleblog.blogspot.com/2008/04/developers-start-your-engines.html">acaba de lançar</a> um serviço chamado <a href="http://code.google.com/appengine/">App Engine</a>. A idéia é ser um serviço completo de hosting, banco de dados e servidor de arquivos utilizando sua infra-estrutura e suas tecnologias únicas, dando uma boa quantidade de recursos de graça para desenvolvedores criarem seu aplicativos.</p>
<p>O servidor aproveita o famoso cloud computing do Google, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:banco+dados" class="bbli">database<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> com o <a href="http://labs.google.com/papers/bigtable.html">BigTable</a>, e Storage com o <a href="http://labs.google.com/papers/gfs.html">Google File System</a>. Todas estas tecnologias são utilizadas pelo próprio google em seus aplicativos para que sejam rápidos e facilmente escalonáveis.</p>
<h4>Escalabilidade sem preocupação.</h4>
<p>A novidade resolve um grande problema que startups têm: como gerenciar um servidor quando se faz sucesso de uma hora pra outra. Em um dia eu tenho um punhado de usuários, no outro dia eu tenho milhões, meu servidor cai, eu fico desesperado e perco os cabelos e os usuários.</p>
<p>Com o App Engine o desenvolvedor pode preocupar-se só em desenvolver o seu programa e deixar toda a parte de infra estrutura para o google.</p>
<h4>Modelo de negócio briga com Amazon.</h4>
<p>Na versão &#8220;preview&#8221; lançada, os aplicativos não podem usar mais do que 500 MB de espaço em disco, 200 milhões de megaciclos/dia de CPU, e 10 GB de banda por dia. Vocês sabem que isso não é pouco.</p>
<p>Outro limite é que, por enquanto, somente aplicativos desenvolvidos em <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:programação+python" class="bbli">python<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> podem rodar no servidor. Google diz que a estrutura toda é feita para suportar qualquer linguagem e que vai aos poucos liberar novas linguagens.</p>
<p>A idéia, quando o produto estiver pronto, é vender mais recursos para os desenvolvedores, conforme a demanda de seus aplicativos. Exatamente o que a Amazon faz com <a href="http://desta.ca/pratica/2006/12/21/amazon-quer-ser-a-estrutura-da-web-20/">seus serviços de Storage e Cloud Computing</a>.</p>
<p>A concorrência entre os dois agora será uma briga boa de assistir. Enquanto o google entra no mercado com uma afinidade muito grande com os desenvolvedores, a Amazon já é o líder deste mercado e tem vários cases muito interessantes para mostrar.</p>
<h4>APIs do google para tarefas mais comuns.</h4>
<p>Além de tudo isso, o app engine ainda dá acesso a APIs do google para fazer tarefas comuns como autenticação de usuários e envio de emails. Ou seja, eu poderei usar minha conta do google para fazer login em um aplicativo hospedado no App Engine.</p>
<p>O serviço tem também uma ampla gama de análises de uso do servidor, de banda, de ciclos, etc, algo como o Google Analytics mas voltado para o servidor em si e não para o conteúdo. Eles dizem que estes são só os primeiros features, que ainda não estão nem perto de ter todos os features planejados para o serviço.</p>
<h4>Isso deve mudar o cenário?</h4>
<p>Com isso, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:programação+web" class="bbli">desenvolvedores<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> têm um custo a menos para lançarem um aplicativo. Será que isso muda o cenário da web 2.0? Será que terá um impacto grande? Você usaria o serviço?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gmail é o melhor gerenciador de listas de discussão</title>
		<link>http://prati.ca/2008/04/04/gmail-e-o-melhor-gerenciador-de-listas-de-discussao/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 04:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando não temos um chefe neurótico o tempo todo nos vigiando aprendemos a administrar bem nossa produtividade. Enquanto algumas empresas resolvem distrações criando proibições arbitrárias, no trabalho-sem-chefe elas são um problema que precisa ser superado de maneira inteligente.
Se não tomarmos cuidado, as listas de discussão podem ser uma distração, um problema mesmo. Mas na dose certa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando não temos um chefe neurótico o tempo todo nos vigiando aprendemos a administrar bem nossa produtividade. Enquanto algumas empresas resolvem distrações criando proibições arbitrárias, no trabalho-sem-chefe elas são um problema que precisa ser superado de maneira <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:inteligencia">inteligente<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>.</p>
<p>Se não tomarmos cuidado, as listas de discussão podem ser uma distração, um problema mesmo. Mas na dose certa podem ser comunidades maravilhosas onde aprendemos, compartilhamos conhecimento e fazemos novos amigos.</p>
<p>Receber cada nova mensagem na minha conta pessoal do Gmail reduz minha produtividade, pois toda vez que vou enviar ou receber um email importante, acabo dando uma olhadinha em uma lista e uma conversa puxa outra e quando vejo estou ali há mais de uma hora.</p>
<h4>A interface web do Yahoo Groups é péssima!</h4>
<p>Minha primeira idéia para resolver este problema foi deixar de assinar listas por email e acompanhar cada uma em suas interfaces web. É uma solução razoável para listas que funcionam com o Google groups, mas para listas que usam o Yahoo groups é simplesmente impossível.</p>
<p>A interface web do Yahoo groups é um horror. Além de ter uma usabilidade péssima e um design gráfico horrível, ela é lenta demais. Chegam ao cúmulo de enviar o usuário para uma página inteira só com <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:publicidade+relevante+marketing">propaganda<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> (isso mesmo, sem nenhum conteúdo) e um botão &#8220;continuar&#8221; que vai para a página que o usuário realmente quer ver. Isso não se faz.</p>
<h4>Para listas, a funcionalidade mute é genial no Gmail.</h4>
<p>Depois de sofrer no Yahoo groups por mais tempo do que deveria, lembrei-me dos tantos amigos que têm endereços como fulano.listas@gmail.com e resolvi criar uma nova conta do Gmail só para listas de discussão.</p>
<p>Foi ótimo! A funcionalidade &#8220;mute&#8221; (que faz com que uma determinada conversa seja arquivada e não vá mais para a inbox a cada nova mensagem), que eu nunca usei no meu email pessoal, é genial para listas.</p>
<p>Eu entro no Gmail, leio e respondo todas as conversas que me interessam. Depois seleciono as que não me interessam e dou mute. Pronto, da próxima vez que entrar só lerei as novas conversas e as que quero, as chatas somem.</p>
<h4>Melhorei minha produtividade e ainda posso pesquisar.</h4>
<p>Além disso, com o tempo esta conta especial para listas torna-se um ótimo lugar para pesquisas, aproveitando o bom desempenho do Gmail para buscas.</p>
<p>E o mais importante: como é relativamente chato sair da minha conta do Gmail e depois me logar de novo para ver as listas, depois ter que sair e me logar outra vez, isso me obriga a ler as listas todas uma ou duas vezes por dia.</p>
<p>É mais que o suficiente para ter uma participação saudável. E sem <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:liderança">chefe-neurótico<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> nem proibição arbitrária.</p>
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		<title>Busca do Yahoo será aberta e semântica</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 03:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O negócio do yahoo sempre foi a sua busca. Hoje o Google tem mais de 60% deste mercado, mas o yahoo ainda vê no horizonte a possibilidade de inovar e conseguir ganhar mais usuários. Caminhando neste sentido, a empresa parece estar vendo dois vetores de inovação: abertura e semântica.
Plataforma de busca aberta.
Segundo o Techcrunch, logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O negócio do yahoo sempre foi a sua busca. Hoje o Google tem mais de 60% deste mercado, mas o yahoo ainda vê no horizonte a possibilidade de inovar e conseguir ganhar mais usuários. Caminhando neste sentido, a empresa parece estar vendo dois vetores de inovação: abertura e semântica.</p>
<h4>Plataforma de busca aberta.</h4>
<p>Segundo o <a href="http://www.techcrunch.com/2008/02/25/yahoo-announces-open-search-platform/">Techcrunch</a>, logo será lançada uma API que permitirá que terceiros modifiquem e insiram dados estruturados no conteúdo das buscas. Assim, em vez de mostrar apenas o título e uma citação da página, no caso de uma busca por restaurantes por exemplo, o buscador poderá mostrar foto e resenha do estabelecimento, links diretos para páginas específicas, entre outras informações.</p>
<p>A idéia parece ser abrir a API de forma que o dono de uma publicação possa mostrar os resultados de busca que apontam para suas páginas da maneira que quiser, fazendo com que a experiência do usuário seja mais rica.</p>
<h4>Busca semântica.</h4>
<p>Outra novidade é a busca semântica.  Ainda segundo o techcrunch, a empresa <a href="http://www.techcrunch.com/2008/03/13/yahoo-embraces-the-semantic-web-expect-the-web-to-organize-itself-in-a-hurry/">anunciará em breve</a> que seu buscador aproveitará informações semânticas de microformats e RDF.</p>
<p>Se os desenvolvedores e publicadores até agora não tinham muitos incentivos para aderirem aos microformats e à estrutura semântica da web, agora poderão ter benefícios bem claros: resultados mais ricos na busca do yahoo.</p>
<p>Imagino que, neste contexto, um resultado de busca por um restaurante poderá mostrar na própria página da busca o telefone e endereço do estabelecimento, por exemplo, o que é um grande avanço.</p>
<h4>Novidades interessantes.</h4>
<p>Enfim, a busca que tem sido nos últimos anos um lugar onde há relativamente pouca inovação, principalmente entre os grandes players (a maior que me lembro foi o google suggest, e já faz tempo) parece ser agora um campo onde o yahoo será corajoso e vai apostar em uma postura mais aberta do que o google para poder ganhar dele.</p>
<p>Enquanto isso, empresas menores como o <a href="http://ask.com/">Ask</a> e <a href="http://search.wikia.com/wiki/Search_Wikia">Wikia Search</a> comem pelas beiradas com novidades muito interessantes, tanto em interface quanto na própria maneira de gerar e hierarquizar informações.</p>
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		<title>Google, Microsoft e Yahoo entre competição e colaboração</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 05:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Temos testemunhado esta semana uma série de acontecimentos que marcarão a história da web.
O embate entre os gigantes Google, Yahoo e Microsoft tem chegado ao ponto em que a Microsoft resolveu comprar o Yahoo &#8220;à força&#8221; para tornar-se líder e enfrentar o poder do Google no mercado de buscas. Caso o Yahoo recuse a oferta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos testemunhado esta semana uma série de acontecimentos que marcarão a história da web.</p>
<p>O embate entre os gigantes Google, Yahoo e Microsoft tem chegado ao ponto em que a Microsoft resolveu comprar o Yahoo &#8220;à força&#8221; para tornar-se líder e enfrentar o poder do Google no mercado de buscas. Caso o Yahoo recuse a oferta da Microsoft, conforme o blogueiro <a href="http://www.techcrunch.com/2008/02/06/decision-time-for-yahoo/">Michael Arrington</a>, haverá uma onda de processos por parte dos shareholders.</p>
<p>Google, do seu lado, morre de medo que a Microsoft consiga comprar o Yahoo e use seu poder (isto é, o Windows) para forçar uma liderança na web que até hoje não conseguiu e oferece um acordo que daria ao Yahoo dinheiro suficiente para manter-se em pé e independente, terceirizando os anúncios em seu buscador.</p>
<p>É aqui que eu paro para pensar sobre um tema importante para entender estes últimos acontecimentos, <strong>as contradições entre competição e colaboração</strong>.</p>
<h4>Competição é boa para os consumidores? Nem sempre.</h4>
<p>Há quem <em>creia </em>que a competição leva as empresas a produzirem cada vez produtos melhores e mais baratos, numa guerra na qual os consumidores sempre sairiam ganhando. Na verdade, penso que seja natural, no atual modelo de desenvolvimento, que uma empresa ganhe um mercado gigantesco porque tem o melhor produto, porque é aquela que os consumidores mais gostam.</p>
<p>Mas nem sempre é assim que acontece. A Microsoft, por exemplo, é líder no mercado de browsers mas não é, nem de longe, a mais competente neste mercado. Ela não venceu por ter o melhor navegador, mas por ter o melhor (ou o mais popular, pelo menos) sistema operacional. Empurrando seu navegador junto com seu sistema operacional, a Microsoft ganha a batalha sem ter sido a melhor.</p>
<p>Google, por sua vez, apoiado pela enorme desconfiança que a comunidade geek tem pelo histórico da Microsoft, oferece uma mãozinha para o Yahoo que faria dele absolutamente insuperável no mercado de anúncios em buscadores. A cada dia fica mais longe a idéia que tínhamos antigamente de que a qualquer momento de uma garagem qualquer pode aparecer uma nova tecnologia capaz de matar o Google.</p>
<h4>Colaboração entre empresas coloca os usuários em primeiro lugar.</h4>
<p>Mas nem só de brigas vivem os gigantes da web. Recentemente temos visto uma onda de colaboração sem precedentes.</p>
<p>Primeiro houve uma união entre diversas redes sociais concorrentes para criar um padrão para o desenvolvimento de widgets, o OpenSocial, liderado pelo Google. Seguido a isso, Google, MS, Y! e outros se juntaram para apoiar o <a href="http://desta.ca/pratica/2008/01/11/dataportabilityorg-finalmente-uma-acao-para-abrir-o-grafo-social/">dataportability.org</a>, que utiliza tecnologias já existentes (microformats principalmente) para que os usuários possam<br />
utilizar suas informações no serviço que quiserem e transferí-las de lá pra cá.</p>
<p>Depois, talvez como conseqüência deste passo anterior &#8211; decisivo para negociar os padrões &#8211; Google anunciou a criação do Social Graph API, que une todos os dados públicos dos usuários de uma maneira que qualquer sistema possa utilizar os mesmos dados, sem que o usuário tenha que recriá-los a cada rede social que entre. Assim, por exemplo, ao se cadastrar pela primeira vez no twitter, os seus amigos que já estão lá serão mostrados a você, com base no que a API diz serem seus amigos a partir de outra rede social.</p>
<p>Concordo com <a href="http://radar.oreilly.com/archives/2008/02/google_social_graph_api.html">Tim O&#8217;Reilly</a>: parece ser só mais uma API do Google, mas é um grande passo para a criação de uma internet que funcione realmente como plataforma. Quando os dados dos usuários não estão mais presos a cada serviço, mas podem ser trasferidos entre qualquer serviço livremente,  então o usuário terá real liberdade para escolher o que quer utilizar e será verdadeiramente dono do conteúdo que ele mesmo produz online.</p>
<p>Como se não bastassem estes exemplos para demonstrar como a colaboração é boa para os usuários, a <a href="http://openid.net/2008/02/07/evolving-the-openid-foundation-board/">fundação OpenID</a> anunciou que Google, IBM, Microsoft, VeriSign e Yahoo! estão unindo forças para promover, apoiar financeiramente e dar segurança legal (em termos de propriedade intelectual) ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OpenID">OpenID</a>, que é e continuará sendo um projeto aberto e controlado por sua comunidade de desenvolvedores.</p>
<h4>As contradições entre competição e colaboração.</h4>
<p>Se por um lado a competição força todos a se tornarem cada vez melhores, se não for bem controlada gera também seus monstros. A colaboração, por sua vez, parece ser um vetor de crescimento e desenvolvimento que vai realmente no sentido do melhor para o consumidor e para a sociedade, mas que pode levar a um crescimento lerdo caso não haja a motivação  adequada para a busca de mais e melhor produtividade.</p>
<p>De qualquer maneira, nossa intenção aqui não é provar uma nova lei econômica, nem postular uma verdade absoluta, apenas pensar sobre a internet, naturalmente colaborativa, o mercado, naturalmente competitivo e as necessidades contraditórias da sociedade. Será que continuaremos sempre aprendendo com nossos erros e evoluindo nossa maneira de construir o mundo ao nosso redor?</p>
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		<title>Google diz que MS mais Y! é igual a um novo monopólio</title>
		<link>http://prati.ca/2008/02/03/microsoft-compra-yahoo-google-acusa-de-monopolio/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 19:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje a Microsoft é o grande império dos computadores. A maioria deles roda um windows. A maioria dos documentos são feitos no MS Office. Mas há competidores cada vez mais fortes, o tempo em que ganhar era fácil acabou, e nós não sabemos como este jogo continuará, pois um jogo se faz a cada instante.
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a Microsoft é o grande império dos computadores. A maioria deles roda um windows. A maioria dos documentos são feitos no MS Office. Mas há competidores cada vez mais fortes, o tempo em que ganhar era fácil acabou, e nós não sabemos como este jogo continuará, pois um jogo se faz a cada instante.</p>
<h4> Ainda está no horizonte a possibilidade da microsoft perder o seu reinado.</h4>
<p>Embora ainda timidamente, o linux está avançando, com ações mais voltadas para melhorar a experiência do usuário como o Ubuntu. O firefox tem dado grandes demonstrações de força, ganhando em pouco tempo um mercado que o Netscape lutou até a morte para conseguir. A apple veio comendo pelas beiradas com o iPod e está também avançando sobre os Windows-PCs. Muitas reclamações têm sido feitas sobre o Windos Vista; não são poucos os usuários que compram um PC com o sistema e fazem um <em>&#8220;upgrade&#8221;</em> para o XP.</p>
<h4>Mas o maior desafio da Microsoft não está no software desktop.</h4>
<p>Este é o seu habitat natural, seu reino. A sua próxima grande batalha está em outra plataforma: a internet. Vimos nos últimos anos uma mudança muito radical na maneira como consumimos software. <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/10/17/office-20-e-um-conceito-para-resumir-uma-ideia/">É o Office 2.0.</a> Usuários deixando programas instalados no computador &#8211; vulneráveis a vírus, roubo físico, presos a um único dispositivo e lugar, perdas de dados, etc &#8211; por serviços online.</p>
<p>Na era do office 2.0, com programas que rodam direto do browser e não precisam de nenhum plugin ou sistema operacional específico para funcionar, com os arquivos todos disponíveis na rede, em qualquer dispositivo, já não importa muito se o usuário está no mac, linux ou windows.</p>
<h4>É aqui que entram dois outros titãs na briga, Google e Yahoo.</h4>
<p>O primeiro se impõe como senhor absoluto das buscas e da receita gerada por milhões de pequenos anunciantes. Aparece também, com o google docs e o google aplicativos para seu domínio, como o grande mestre dos serviços web. Ele é ainda o dono do Youtube, tendo assim controle sobre o mercado de vídeos.</p>
<p>O segundo, com maravilhas como o Flickr, Delicious e Respostas, embora tenha perdido o trono das buscas para o Google, se mantém gigante neste segmento e em diversos outros serviços online.</p>
<h4>É justamente neste plano que a Microsoft patina.</h4>
<p>Os serviços live não alcançaram o sucesso esperado. Não que tenha fracassado, o MSN tem ainda uma base gigantesca de usuários, e o hotmail é líder no mercado de webmail. Aliás, quisera eu ter o &#8220;fracasso&#8221; que a microsoft tem na web. Mas para uma empresa tão bem sucedida no mercado de software, a ponto de ser acusada de monopólio, suas conquistas na web deixaram muito a desejar.</p>
<p>Agora imagine comigo, se o mercado de sistemas operacionais se comoditizar como aconteceu com o PC, e não houver mais diferenças radicais entre um e outro sistema operacional ao ponto do windows começar a perder terreno de verdade para o linux e para o mac? Imagine que neste futuro possível os usuários já se acostumaram a softwares online que não dependem de nada além de um browser para rodar. Imagine que a Microsoft continuou patinando neste terreno. Acabou-se o império.</p>
<h4>É aí que entra a recente oferta da Microsoft pelo Yahoo.</h4>
<p>Caso você não saiba, a Microsoft ofereceu 44.6bi pelo Yahoo. Com esta compra, o império do software vai chegar bem próximo de se tornar também um verdadeiro titã dos serviços web, com poder suficiente para, no mínimo, brigar de igual para igual com o Google; ou ainda, de posse da maior base de usuários de internet messengers, web mail, e dois dos maiores portais da internet, poderia acabar com a competição na área, estabelecendo na internet um monopólio igual ao que deteria com o windows.</p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2008/02/yahoo-and-future-of-internet.html">É o que diz o Google</a>.<strong> </strong>Numa resposta bastante dura, o <span class="byline-author">VP </span><span class="byline-author">David Drummond, diz que a Microsoft tem um sério legado de estabelecer monopólios proprietários e depois usar estes padrões para estender seu monopólio para áreas adjacentes. Para ele, uma união entre Microsoft e Yahoo seria o fim da internet aberta e livre. A empresa poderia utilizar, como já fez em outros casos, sua base de usuários do Windows para forçar uma liderança também na internet, de maneira desleal.</span></p>
<p>No entanto, Bradford L. Smith, da Microsoft, <a href="http://www.nytimes.com/2008/02/03/technology/03cnd-google.html?_r=1&amp;ex=1359781200&amp;en=2b4f419976f9449b&amp;ei=5088&amp;partner=rssnyt&amp;emc=rss&amp;oref=slogin">deu no new york times </a>que a união criaria mais competição, não menos. Isso porque os dois juntos teriam 30% do mercado de buscas nos EUA, bem menos que os 65% que o Google tem.</p>
<h4>O futuro dirá.</h4>
<p>Então, o que vocês acham? A compra vai acontecer mesmo? Se acontecer, será boa ou má notícia para o mercado e para os usuários? E a Microsoft, será capaz de superar as limitações que a fizeram patinar nas suas iniciativas de web?</p>
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		<title>dataportability.org &#124; finalmente uma ação para abrir o grafo social</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 00:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Já falamos aqui sobre o manifesto de Brad Fitzpatrick sobre a abertura do grafo social. A idéia geral, que na época desta postagem era mais um sonho, uma utopia, era que os usuários pudessem ser realmente donos do conteúdo que produzem, resumindo assim:

Você deveria ser dono da sua rede social
 Privacidade deve ser levada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falamos aqui sobre o manifesto de <a href="http://bradfitz.com/social-graph-problem/">Brad Fitzpatrick</a> sobre a <a href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">abertura do grafo social</a>. A idéia geral, que na época desta postagem era mais um sonho, uma utopia, era que os usuários pudessem ser realmente donos do conteúdo que produzem, resumindo assim:</p>
<ul>
<li>Você deveria ser dono da sua rede social</li>
<li> Privacidade deve ser levada a sério, deixando o controle nas suas mãos.</li>
<li> É bom ser capaz de encontrar aquilo que já é público sobre você na internet.</li>
<li> Todo mundo tem várias redes sociais, e elas não precisam estar sempre conectadas.</li>
<li> Tecnologias abertas são os melhores meios para se resolver estes problemas.</li>
</ul>
<h4>dataportability.org é um passo concreto para a abertura do grafo social</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/01/dataportability.png" alt="dataportability.png" class="alignleft" /> Agora essa idéia passou de um sonho. Há uma ação concreta no sentido de deixar que as pessoas aproveitem a colaboração na web como a web realmente é: uma plataforma. Sendo uma plataforma, não um banco de informações, não fazia sentido &#8211; pelo menos para uma empresa que diz colocar os usuários em primeiro lugar &#8211; que um serviço prendesse as informações das pessoas.</p>
<p>O detalhe é que há muito tempo a tecnologia necessária para tornar isso real já existe. Mas tecnologias sozinhas não inventam nada. É aí que entra o pessoal do <a href="http://www.dataportability.org/">Dataportability.org</a>. Sua missão é juntar essas tecnologias já existentes &#8211; como apml, openID, microformats, RDF, RSS, OPML, Oauth &#8211; para criar uma referência de <em>design</em> e melhores práticas para a portabilidade de dados.</p>
<p>Além disso, precisam promover esse design para a comunidade de desenvolvedores, empresas e usuários. Para ajudar nessa tarefa, criaram um <a href="http://groups.google.com/group/dataportability-public/web/the-dp-badge">selo</a> que identificaria os serviços participantes, assim como o &#8220;intel inside&#8221; com computadores que rodam o processador intel.</p>
<p>Mas que adiantaria tudo isso se as principais comunidades que todas as pessoas utilizam não apoiassem o movimento? Aí é que está a grande notícia:</p>
<h4>Gigantes como o Google já participam do projeto.</h4>
<p>Segundo o blog <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/goog-fb-data.php">read/write/web</a>, gigantes do mercado de comunidades como Google, Facebook, SixApart, Flickr e Twitter já estão participando. Cada um enviou um representante oficial para ajudar. Quem representará o Google no projeto será o próprio Brad Fitzpatrick, criador do OpenID e líder do OpenSocial (iniciativa do Google para criar um padrão industrial para criação de widgets para comunidades).</p>
<p>Com esses gigantes participando da jogada, provavelmente o resto do mercado de comunidades será pressionado a participar e abrir seus dados também.</p>
<h4> Um futuro melhor para usuários e desenvolvedores.</h4>
<p>Há quem diga que esse deve ser um momento muito importante na história da web. O momento em que os usuários poderão controlar seus dados, levar facilmente seus amigos para lá e para cá, entre as diversas plataformas da web.</p>
<p>Para os desenvolvedores será o dia em que eu poderei criar um site colaborativo e não precisar me preocupar em concorrer com o orkut ou outra comunidade, os serviços se complementarão em vez de rivalizarem entre si prendendo os dados dos usuários para que eles não possam migrar para o rival.</p>
<p>Assim, se eu criar um novo site, melhor que o orkut, as pessoas poderão mudar para ele se quiserem, sem se preocupar em ter que convidar um a um todos os seus amigos, suas preferências de privacidade, seu perfil, etc.</p>
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