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	<title>Prática &#187; divagações</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>Startup Náufrago</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 15:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilbertojr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já viu o filme O Náufrago, com Tom Hanks? Se não viu, veja. Acredito que só o Tom Hanks seja capaz de fazer de um “monólogo” de duas horas em uma ilha deserta um filme lindo e emocionante. Vejo uma semelhança incrível entre o roteiro do filme &#8211; um renomado especialista em logística da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-563" title="naufrago1" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/05/naufrago1.jpg" alt="naufrago1" width="150" height="236" />Você já viu o filme O Náufrago, com Tom Hanks? Se não viu, veja. Acredito que só o Tom Hanks seja capaz de fazer de um “monólogo” de duas horas em uma ilha deserta um filme lindo e emocionante. Vejo uma semelhança incrível entre o roteiro do filme &#8211; um renomado especialista em logística da Fedex preso em uma ilha deserta praticamente sem nenhum recurso &#8211; e o dia-a-dia de uma startup de tecnologia.</p>
<p>Você é capaz de comandar equipes com centenas de pessoas espalhadas em vinte países em 5 fuso-horários diferentes. Você sabe fazer um pacote sair do kenya às 3 da tarde e chegar em nova york antes do horário comercial, passando por um processo meticulosamente cronometrado com no mínimo 50 pessoas e 10 tipos diferentes de transporte. Mas você está agora preso sozinho em uma ilha deserta.</p>
<p>Uma startup geralmente é bem parecida com o náufrago: pessoas capacitadas, recursos limitados e um prazo definido para chegar a um lugar seguro e confortável ou morrer.</p>
<p>O primeiro passo é achar um jeito de comer e beber, sobreviver a cada dia, estancar as hemorragias, entrar no azul.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-568" title="sr-wilson-thumb" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/05/sr-wilson-thumb-400x269.jpg" alt="sr-wilson-thumb" width="277" height="186" />Neste processo, você corre o risco de encontrar um Wilson (no filme, uma bola de voley que se torna o melhor amigo do náufrago e com quem ele tem longos diálogos). O risco é olhar para situações e objetos completamente desprovidos de significado e valor e os transformar em coisas que dão sentido, direção e significado ao seu dia-a-dia.</p>
<p>Depois de aprender a sobreviver, é preciso ter uma estratégia para sair da ilha. Basicamente, é hora de aprender a fazer uma corda. Sem cordas não é possível fazer um abrigo, nem caçar decentemente, nem fazer uma jangada para se aventurar a procurar o refúgio seguro. A corda é a liberdade.</p>
<p>Mas as cordas também te lembram o tempo todo que você pode se enforcar e acabar com todo o sofrimento. Enforcar-se com as cordas da liberdade.</p>
<p>Numa startup as regras corporativas ainda não apareceram, há flexibilidade para inovar. Mas há também flexibilidade para deixar de fazer a lição de casa, para acordar às 10 da manhã, para ser medíocre. Há também flexibilidade para trabalhar 18 horas por dia com um nível de energia e produtividade que faz parecer no final que você só trabalhou 4 horas.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-570" title="gelo" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2009/05/gelo.jpg" alt="gelo" width="237" height="278" />Depois de aprender a sobreviver na ilha, todos os dias numa startup todos precisam estar usando as cordas que aprenderam a fazer para sair de lá ou logo estarão fazendo testes com bonecos de madeira para ver se a corda segura o peso do seu corpo, pelo pescoço.</p>
<p>Trabalhar em uma startup é um grande desafio. Viver neste ambiente com saúde o bastante para levar a startup ao nível de uma empresa consolidada sem perder a cabeça e sem amigos imaginários é um desafio maior ainda. Mas só sabe o valor de um copo com gelo quem já lutou por um fiozinho de água doce. Neste processo, a abundância de flexibilidade, liberdade, e às vezes (raras) recursos financeiros, pode ser fatal.</p>
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		<title>Campanha pela vida. Cada um cuidando da sua.</title>
		<link>http://prati.ca/2009/01/30/campanha-pela-vida-cada-um-cuidando-da-sua/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem rolou um meme no twitter, usando a frase que dá título a este post &#8211; que aliás, bem poderia ter saído do para-choque  de um caminhão. Um monte de gente tuitou isso. Eu achei engraçado&#8230; Também me fez pensar algumas coisas.
Exceto o Hulk, ninguém quer ser deixado em paz. Acho até engraçado que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem rolou um meme no twitter, usando a frase que dá título a este post &#8211; que aliás, bem poderia ter saído do para-choque  de um caminhão. Um monte de gente tuitou isso. Eu achei engraçado&#8230; Também me fez pensar algumas coisas.</p>
<p>Exceto o Hulk, ninguém quer ser deixado em paz. Acho até engraçado que as pessoas tuitem essa frase e logo depois digam o que estão fazendo ou lendo ou onde estão ou onde vão. As pessoas querem que as outras pessoas cuidem da sua vida &#8211; até certo ponto.</p>
<p>Claro que tem gente que passa dos limites do bom senso &#8211; aliás, fora Deus, não conheço nada mais abstrato e indefinível que esse tal &#8220;bom senso&#8221; que tanta gente acha absolutamente óbvio &#8211; e essa gente tem mesmo que se tocar.</p>
<p>Mas fora esses casos, as pessoas gostam de compartilhar de si com as outras. Uma das coisas que nos caracteriza como seres humanos é a capacidade de se compadecer dos outros e (embora alguns macacos também apresentem comportamentos semelhantes) para isso é preciso cuidar da vida dos outros.</p>
<p>As redes sociais servem justamente para isso, mas elas vão além: é possível, embora não seja fácil, controlar com quem se quer compartilhar o que. Queremos que as pessoas cuidem da nossa vida, mas não todas as pessoas, não qualquer pessoa. É todo um novo jeito de se relacionar: posso controlar quem me ouve em que ambiente, e posso controlar quem quero ouvir.</p>
<p>Aí é possível fazer outra campanha pela vida: cada um cuidando da dos outros.</p>
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		<title>RSS feeds são um rio de informação</title>
		<link>http://prati.ca/2008/05/18/rss-feeds-sao-um-rio-de-informacao/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 05:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde a entrevista de Steven Johnson ao Roda Viva fiquei com uma pergunta na cabeça: as pessoas falam tanto de sobrecarga de informação&#8230; Será que isso existe mesmo? Como é então que não ficamos loucos quando entramos em uma biblioteca?
Depois de pensar por um bom tempo sobre isso, outro dia tive um insight. Eu havia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a entrevista de Steven Johnson ao Roda Viva fiquei com uma pergunta na cabeça: as pessoas falam tanto de sobrecarga de informação&#8230; Será que isso existe mesmo? Como é então que não ficamos loucos quando entramos em uma biblioteca?</p>
<p>Depois de pensar por um bom tempo sobre isso, outro dia tive um insight. Eu havia acabado de baixar alguns discos e estava ansioso para ouvi-los, então disse a mim mesmo: eles não vão a lugar nenhum, quando você puder, você ouve.</p>
<p>Foi então que eu entendi essa coisa de sobrecarga de informação, ou pelo menos uma idéia sobre o assunto. O problema de informações na internet, RSS feeds principalmente, é que, diferentemente de livros e cds de música, as postagens de blogs e sites vão para um lugar: para o fundo de uma &#8220;caixa&#8221; que tem centenas de outras postagens.</p>
<p>Quanto mais o tempo passa, mais para o fundo da caixa vão as noticias, porque não param de chegar novidades. E quanto mais no fundo da caixa os artigos estão, menor é a possibilidade que temos de lê-los, porque ler algo que foi publicado há muito tempo geralmente significa que temos uma disposição de ler tudo desde aquela data até hoje e isso pode significar milhares de postagens.</p>
<p>Essa metáfora do RSS Reader como uma caixa é boa, mas gosto mais de outra: RSS feeds são um rio. As postagens chegam e vão embora. Se formos capazes de acompanhá-las enquanto estão passando, ótimo, se deixamos passar, passou.</p>
<p>Podemos ver isso ainda como paisagens passando enquanto fazemos uma viagem de trem. O que passou passou. E isso nos deixa ansiosos, porque não queremos deixar nada passar e porque o volume de coisas que se apresenta a nós nesta caixa-rio-trem é cada vez maior.</p>
<p>Precisamos aprender a lidar com a nossa finitude. Alguns podem passar mais tempo lendo, outros menos, mas a quantidade de coisas que todos podemos ler todos os dias é sempre finita. Por isso precisamos escolher bem aquilo que é mais e menos importante nas nossas vidas e gastar nosso tempo de leitura com sabedoria e sem ansiedade.</p>
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		<title>A apple ganhará na mobilidade?</title>
		<link>http://prati.ca/2008/03/11/a-apple-ganhara-na-mobilidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 04:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
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		<description><![CDATA[(Atenção: todas as estatísticas desta postagem são inventadas, mas são fruto da  leitura de notícias em lugares que o autor não se lembra mais &#8211; embora lembre dos dados em si. Por se achar entendido no assunto, o autor realmente acredita que estas informações inventadas são realidade.)
Pensem comigo:
1. Cada vez mais compra-se notebooks para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Atenção: todas as estatísticas desta postagem são inventadas, mas são fruto da  leitura de notícias em lugares que o autor não se lembra mais &#8211; embora lembre dos dados em si. Por se achar entendido no assunto, o autor realmente acredita que estas informações inventadas são realidade.)</p>
<p>Pensem comigo:</p>
<p>1. Cada vez mais compra-se notebooks para substituir desktops.</p>
<p>2. Os notebooks estão cada vez mais próximos de terem uma capacidade de processamento, armazenamento, tamanho de tela e duração de bateria suficientes para serem realmente tão bons quanto um desktop para operações não muito pesadas.</p>
<p>3. Cada vez mais me sinto velho ao chamar uma coisa que navega na internet, tira fotos, vê e-mail, tem jogos bem avançados, etc. de <em>telefone</em>. Muitas operações que antes só se fazia num computador, hoje se faz tranqüilamente num smart fone.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/iphone.png" alt="iphone.png" class="alignleft" />4. Notebooks e celulares não são feitos como um desktop bege. Não são uma caixa onde se pluga coisas, não são modulares como um lego. São aparelhos que se compra prontinhos de uma determinada marca.</p>
<p>5. A apple está entre as empresas que mais vendem notebooks e está ganhando um mercado terrivelmente grande com o iPhone.</p>
<p>Agora me ajudem aqui: se as coisas continuarem assim vocês vêm no futuro, como eu vejo, a apple numa posição de destaque MUITO maior do que tem hoje? E vêem aí uma situação na qual a microsoft, se não se cuidar, pode perder muito terreno para o Mac OS e para o Linux?</p>
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		<title>Espere&#8230; Alguém está errado na internet.</title>
		<link>http://prati.ca/2008/03/03/espere-alguem-esta-errado-na-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 17:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Tradução livre e desnecessária:
- Você vem dormir?
- Não posso. Isso é importante.
- O que?
- Alguém está errado na internet.
Quanto tempo você já gastou fazendo essa tarefa importante? Eu admito que, desde os meus velhos tempos de [dG] já gastei bastante tempo com isso. Eu sou naturalmente teimoso, argumentativo, passional, enfim chato &#8211; meus professores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://xkcd.com/386/"><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/03/duty_calls.png" alt="duty_calls.png" /></a></p>
<p>Tradução livre e desnecessária:<br />
- Você vem dormir?<br />
- Não posso. Isso é importante.<br />
- O que?<br />
- Alguém está <strong>errado</strong> na internet.</p>
<p>Quanto tempo você já gastou fazendo essa tarefa <em>importante</em>? Eu admito que, desde os meus velhos tempos de <a href="http://www.designgrafico.art.br/site/">[dG]</a> já gastei bastante tempo com isso. Eu sou naturalmente teimoso, argumentativo, passional, enfim chato &#8211; meus professores, pais, ex-chefes, amigos ou qualquer pessoa que tenha tentado me convencer de uma coisa da qual eu já não esteja convencido que o digam.  Isso é um problema que eu enfrento a vida toda, com coragem :), e por isso mesmo quero compartilhar um par de coisas que aprendi.</p>
<h4>É preciso olhar o outro lado com simpatia.</h4>
<p>Embora eu adore uma esgrima intelectual (um esporte que consiste em uma discussão entre duas ou mais pessoas sobre um assunto qualquer que não precisa chegar em lugar nenhum, onde um lado deve provar que o outro está errado, por puro exercício de argumentação &#8211; e também do poder de cada um de utilizar bem boas falácias sem que o outro as perceba) eu aprendi a reservar este esporte somente para os amigos mais íntimos (que conto nos dedos de uma só mão).</p>
<p>Em uma discussão normal é preciso olhar o outro e as idéias do outro que são diferentes da sua com simpatia. Quem demoniza o outro lado (como alguns pró-software-livre fazem com a microsoft, mac-fans fazem com o PC, etc) fica automaticamente cego para suas qualidades. Isso é uma grande ignorância.</p>
<p>Aprender a reconhecer as qualidades e os acertos e os avanços das idéias e posturas que você considera erradas é o primeiro passo para não ser dogmático e aprender a tratar questões importantes com a complexidade que elas exigem.</p>
<h4>Não existe &#8220;o outro lado&#8221;, pois há muitos lados.</h4>
<p>Quando deixamos de lado nossos dogmas, nossas certezas, aprendemos também a deixar de ver o outro como oponente. Embora geralmente as conversas se configurem assim, porque estamos acostumados com essa maneira de pensar, dificilmente uma questão terá somente dois lados. E dificilmente um lado estará totalmente certo e o outro totalmente errado. Há prós e contras em qualquer lugar e é preciso reconhecer isso para poder estabelecer um diálogo amigável.</p>
<p>No processo dialógico um sempre modifica o outro. Nem sempre é preciso chegar a uma síntese, mas tenha certeza de que o que você diz afeta o outro, muda o seu jeito de pensar. É sempre bom estar aberto para mudar de opinião &#8211; mesmo que, como eu, você geralmente só mude de opinião depois de muuuuita conversa &#8211; porque, acredite, você pode estar errado.</p>
<p>Abrir-se para ver os inúmeros outros lados de uma questão, além dos nossos dogmas, é uma tarefa difícil porque ninguém gosta de estar errado e é sempre mais fácil ser dogmático e simplista do que pensar com complexidade. Mas para mim, esse parece ser o único caminho para manter diálogos abertos, sinceros e que avançam, sempre aprendendo e ensinando ao mesmo tempo.</p>
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		<title>Feliz Natal! Feliz Ano Novo!</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 22:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano passado eu fiz uma previsão para o ano de 2007. Falhou miseravelmente.
Bem, como sei que vou falhar de novo, vou prever sem me preocupar em acertar: Em 2008 as pessoas do mundo vão entender que pobreza não é uma coisa legal e vão resolver dar um jeito nisso. Também vão parar de destruir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado eu fiz uma <a href="http://desta.ca/pratica/2006/12/26/em-2007-o-brasil-vai-destruir-o-second-life/">previsão para o ano de 2007</a>. Falhou miseravelmente.</p>
<p>Bem, como sei que vou falhar de novo, vou prever sem me preocupar em acertar: Em 2008 as pessoas do mundo vão entender que pobreza não é uma coisa legal e vão resolver dar um jeito nisso. Também vão parar de destruir o planeta, porque é um tiro no pé &#8211; e tiros no pé doem bastante. Todos vão ser legais uns com os outros, sem que ninguém tenha que morrer por isso. Todos vão trabalhar naquilo que gostam e mesmo assim terão tudo que precisam pra viver; até mesmo os artistas independentes. Uma criança nascerá e todos os soldados verão seu sorriso e entenderão que guerra é uma coisa muito ruim, resolvendo então parar com essa bobagem. Ah! E os investimentos em internet vão continuar crescendo :)</p>
<p>A todos que acompanharam o nascimento e o crescimento deste blog, aos setecentos e tantos assinantes, aos milhares de paraquedistas, aos amigos-clientes e aos clientes-amigos, aos amigos de trabalho e de luta, aos colegas blogueiros (teria sido melhor dizer &#8220;a todos&#8221;, mas como sabem, eu sou meio prolixo), enfim, a todos:</p>
<p>Um Grande Abraço!</p>
<p>Feliz Natal!</p>
<p>Feliz Ano Novo!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>10 motivos para doar órgãos.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 18:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[nossa opiniao]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou participando de uma rede de blogs chamada Nossa Opinião, que pretende fazer postagens sobre um determinado assunto quinzenalmente. Hoje o assunto é: Doação de Órgãos.
Como eu não tenho nenhuma informação sobre este assunto que possa realmente edificar o leitor &#8211; enquanto meus colegas no nossa opinião fizeram postagens muito boas &#8211; resovi fazer uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou participando de uma rede de blogs chamada <a href="http://www.nossaopiniao.com.br/?page_id=2">Nossa Opinião</a>, que pretende fazer postagens sobre um determinado assunto quinzenalmente. Hoje o assunto é: Doação de Órgãos.</p>
<p>Como eu não tenho nenhuma <em>informação</em> sobre este assunto que possa realmente edificar o leitor &#8211; enquanto meus colegas no nossa opinião fizeram postagens muito boas &#8211; resovi fazer uma lista: 10 motivos para doar órgãos.</p>
<ol>
<li>Não dói &#8211; já que você estará morto mesmo.</li>
<li>Você não vai sentir falta nenhuma dos órgãos doados, já que não tem nenhuma chance de você precisar usar algum deles.</li>
<li>Se você é religioso e acredita em ressurreição &#8211; e por isso pensa que poderá um dia sentir falta do órgão doado -, aproveite e acredite também que se existe alguém poderoso o suficiente pra ressuscitar uma pessoa, fazer um órgão novo deve ser baba.</li>
<li>Pra você, depois de morto, não tem mais jeito. Pra pessoa que precisa do órgão tem.</li>
<li>É grátis.</li>
<li>Órgãos não são coisas que se encontra em qualquer lugar, nem podem ser fabricados (ainda). Por isso, estão em falta.</li>
<li>É uma das poucas boas-ações que (sabemos com certeza que) se pode fazer depois de morto.</li>
<li>Se alguém ainda duvidava que você foi uma boa pessoa em vida, essa ação tira todas as dúvidas.</li>
<li>Não pense que você está doando um órgão. Você está doando uma vida.</li>
<li>Não esqueça de avisar sua família que você é doador, se não não adianta nada &#8211; ok, não é um motivo, mas é sempre bom avisar :)</li>
</ol>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/10/doe_orgaos.jpg" alt="doe_orgaos.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>iPod touch &#124; O mundo com internet em qualquer lugar</title>
		<link>http://prati.ca/2007/09/05/ipod-touch-o-mundo-com-internet-em-qualquer-lugar/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 19:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[ipod]]></category>

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		<description><![CDATA[
Acabei de ver o vídeo de apresentação do novo iPod touch. Não quero falar sobre ele &#8211; porque todo mundo vai falar &#8211; mas sobre assuntos que ele me trouxe à mente.
Hoje quando falamos de internet, falamos de computador. Falamos de uma pessoa sentada em uma mesa, provavelmente trabalhando, e mexendo em um teclado, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/09/ipodtouch.jpg" alt="ipodtouch.jpg" /></p>
<p>Acabei de ver o vídeo de apresentação do novo <a href="http://www.apple.com/ipodtouch/">iPod touch</a>. Não quero falar sobre ele &#8211; porque todo mundo vai falar &#8211; mas sobre assuntos que ele me trouxe à mente.</p>
<p>Hoje quando falamos de internet, falamos de computador. Falamos de uma pessoa sentada em uma mesa, provavelmente trabalhando, e mexendo em um teclado, com um monitor grande à sua frente.</p>
<p><strong>Isso tende a mudar. </strong>Como aparelhos como o iPhone e esse novo iPod touch, além dos novos celulares que também navegam na internet há muito tempo, a tendência é que possamos ficar ligados na internet o tempo todo.</p>
<p><strong>Semi-especialistas em tudo.</strong></p>
<p>Com isso, a internet torna-se uma extensão de quem nós somos, das nossas habilidades e capacidades. Qualquer um de nós, na internet, somos semi-especialistas em qualquer coisa. Durante um papo sobre futebol, enquanto conectado, <strong>eu sei</strong> exatamente todos os resultados das últimas copas. Sem internet, não sei.</p>
<p><strong>Então, sei ou não sei?</strong></p>
<p>Sabemos somente aquilo que nos lembramos, ou sabemos também aquilo que consultamos? Se tenho absoluta certeza de que em um minuto eu tenho acesso à lista completa dos imperadores de Roma, posso dizer que sei um bocado sobre eles ou não?</p>
<p><strong>Essas elocubrações vão longe</strong>, mas o fato é que aparelhos como este novo iPod touch, &#8211; e falam por aí que o google vai lançar um telefone também &#8211; que um dia nos darão acesso de qualidade à internet, com boa usabilidade, a partir de absolutamente qualquer lugar, vão mudar muito a maneira como nós nos relacionamos uns com os outros e a nossa definição do que sabemos ou não sabemos e de quem ou o que somos.</p>
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		<title>Simpsons no cinema é outra coisa</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 21:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[ Ouvi dizer que Os Simpsons no cinema é igual ao seriado na TV, e por isso mesmo, ótimo. Eu discordo. Cinema é outra coisa. Digo meus motivos:
1. A experiência coletiva (dezenas de pessoas gargalhando) do cinema é totalmente diferente.
2. O desenho no filme é tecnicamente muito, muito mais elaborado. Um show. (Atenção para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm2.static.flickr.com/1181/743141034_b504a2f1fc_m.jpg" alt="spider pig" class="alignleft" /> Ouvi dizer que Os Simpsons no cinema é igual ao seriado na TV, e por isso mesmo, ótimo. Eu discordo. Cinema é outra coisa. Digo meus motivos:</p>
<p>1. A experiência coletiva (dezenas de pessoas gargalhando) do cinema é totalmente diferente.</p>
<p>2. O desenho no filme é tecnicamente muito, muito mais elaborado. Um show. (Atenção para os centenas de nomes chineses nos créditos.)</p>
<p>3. O ritmo das piadas, ao contrário do que eu esperava, no filme é muito mais acelerado que no seriado. É uma piada atrás da outra, sem parar.</p>
<p>4. É comum depois de algumas horas entre amigos, mas eu nunca havia tido <em>caimbra no rosto de tanto rir</em> no cinema.</p>
<p>5. O filme tem piadas que só poderiam ser feitas em um filme, que na TV não teriam sentido. (Não vou contar pra não estragar)</p>
<p><strong>&#8220;Sequel ?&#8221;</strong></p>
<p>Vocês acham que o filme vai ter continuação? Na minha opinião, pelo sucesso que este tem sido, deve sair um novo simpsons a cada dois anos, pelo menos. Uma série que está a tanto tempo no ar, certamente não vai perder assunto ou deixar de ser interessante tão cedo :)</p>
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		<title>Eu, Harry Potter, Kevin e Bill Gates</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 22:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>

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O que eu, Harry Potter, o Kevin de Sin City e Bill Gates temos em comum? Bem, já que eu &#8211; graças a Deus &#8211; não sou um bruxo perseguido por todas as forças do mal, nem psicopata assassino serial (embora seja antropófago, ao meu modo) nem um artista que ficou bilionário vendendo telas azuis&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/07/oculos.jpg" alt="oculos.jpg" /></p>
<p>O que eu, Harry Potter, o Kevin de Sin City e Bill Gates temos em comum? Bem, já que eu &#8211; graças a Deus &#8211; não sou um bruxo perseguido por todas as forças do mal, nem psicopata assassino serial (embora seja antropófago, ao meu modo) nem um artista que ficou bilionário vendendo telas azuis&#8230; Mesmo para o observador mais desavisado é claro que são os óculos, neste formato redondo.</p>
<p>Semana passada descobri que tenho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astigmatismo">astigmatismo</a>, uma doença nos olhos que faziam com que o mundo inteiro passasse pelo filtro &#8220;gaussian blur&#8221; do photoshop. Eu era meio cegueta e não sabia. Dirigir à noite também era uma tortura, como se cada luz fosse um alfinete nos meus olhos.</p>
<p>Agora eu uso óculos. O desconforto causado por um treco pendurado no meu rosto é compensado: o mundo ficou nítido. Os livros, computadores e legendas da TV ficaram especialmente mais legais, mais fáceis de ler. Como meus óculos têm lentes transitions, servem também como óculos escuros&#8230; isso também é muito bacana. Ah! E minhas dores diárias de cabeça não me visitam mais.</p>
<p>Enfim, pra terminar este off-topic, é impressionante como uma coisa tão simples como uma visita ao oftalmologista e óculos podem mudar a vida da gente. Ok, ok&#8230; não foi lá uma conclusão muito profunda, mas os óculos também não fazem milagre né&#8230;</p>
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