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	<title>Prática &#187; desenvolvimento</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>Os indianos estão chegando</title>
		<link>http://prati.ca/2008/08/27/os-indianos-estao-chegando/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 19:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[india]]></category>
		<category><![CDATA[rh]]></category>

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		<description><![CDATA[É bem comum empresas lá de fora contratarem empresas de terceirização da Índia para projetos de desenvolvimento de software. A Índia já é famosa por isso há algum tempo, nenhuma novidade aí.
A novidade é que, cada vez mais, tenho conversado com pessoas do mercado brasileiro aqui e ali e quando pergunto como produzem seu software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bem comum empresas lá de fora contratarem empresas de terceirização da Índia para projetos de desenvolvimento de software. A Índia já é famosa por isso há algum tempo, nenhuma novidade aí.</p>
<p>A novidade é que, cada vez mais, tenho conversado com pessoas do mercado brasileiro aqui e ali e quando pergunto como produzem seu software me respondem: contratei uma empresa indiana.</p>
<p>O bom desenvolvedor brasileiro não é dos mais caros, mas os valores de salários estão subindo junto com a demanda interna. Além disso, eles estão encontrando maneiras de vender seus serviços, seja freela ou como pequenas software shops, para os gringos.</p>
<p>Os indianos, por outro lado, são muito bons programadores, têm empresas de terceirização gigantescas e preços bem razoáveis e uma demanda interna baixa. Não deve demorar até que sua capacidade de produção seja maior do que a demanda dos mercados dos países ricos.</p>
<p>Então para onde os indianos olharão? Sim, para os países em desenvolvimento. E o nosso mercado de Internet é um dos maiores do mundo (comparando a audiência de serviços que têm presença em vários países, principalmente). Não vai demorar até que os indianos comecem a aprender a falar português.</p>
<p>Será que nossos programadores vão trabalhar para os gringos e nós vamos ter que aproveitar o bom trabalho e preço dos indianos? O que vocês acham?</p>
<p>Não me atrevo a fazer uma conclusão prevendo o que vai acontecer no futuro. Mas é bom ficarmos de olho.</p>
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		<title>Whiteboard &#124; Desenvolver um theme para wordpress ficou mais fácil</title>
		<link>http://prati.ca/2008/08/22/whiteboard-desenvolver-um-theme-para-wordpress-ficou-mais-facil/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 04:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda vez que eu faço um novo theme, parto do theme padrão do wordpress e vou mexendo nele. Tenho que tirar todo o design que ele já tem, todo o html desnecessário e então fazer o que eu preciso. Como disse, eu parto do theme padrão: e é mesmo um parto.
Marco Gomes me mandou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda vez que eu faço um novo theme, parto do theme padrão do wordpress e vou mexendo nele. Tenho que tirar todo o design que ele já tem, todo o html desnecessário e então fazer o que eu preciso. Como disse, eu parto do theme padrão: e é mesmo um parto.</p>
<p><a href="http://marcogomes.com/">Marco Gomes</a> me mandou um link para uma novidade bacana. O <a href="http://plainbeta.com/2008/05/20/whiteboard-a-free-wordpress-theme-framework/">Whiteboard</a>, um theme em branco para Wordpress.</p>
<p><a href="http://plainbeta.com/2008/05/20/whiteboard-a-free-wordpress-theme-framework/"><img class="alignnone size-full wp-image-488" title="whiteboard" src="http://prati.ca/wp-content/uploads/2008/08/whiteboard.png" alt="" width="300" height="120" /></a></p>
<p>Embora o criador tenha feito todo um obaoba, com logotipo, nome, chamou isso de framework e tudo mais, a idéia é bem simples: ter todos os arquivos, todas as tags do wordpress para começar a fazer um novo theme a partir de um esqueleto com tudo que você precisa.</p>
<p>Só um probleminha, é em inglês. Então, se uma boa alma tiver um tempinho para traduzir, acho que será uma boa ajuda para podermos ter ainda mais facilidade para trabalhar no wordpress.</p>
<p>Iniciativas assim são bacanas: uma coisa muito simples de se produzir e ainda assim muito útil para todo mundo. Ao tirar um tempinho para fazer este tipo de coisa o cara ganha duas vezes: ganha porque compartilha conhecimento e seu trabalho com a comunidade e ganha porque na medida que faz algo útil, sua reputação aumenta e isso sempre abre oportunidades.</p>
<p>Tenho certeza de que entre nós há muitas iniciativas assim, somos conhecidos lá fora pelo nosso trabalho com OpenSource. Mas é bom lembrar: as vezes um trabalho de uma noite, quando compartilhado, pode economizar uma noite de milhares de outros amigos, e as coisas boas que a gente faz acabam voltando como coisas boas pra gente.</p>
<p>Veja mais no <a href="http://plainbeta.com/2008/05/20/whiteboard-a-free-wordpress-theme-framework/">blog do desenvolvedor</a>, ou <a href="http://plainbeta.com/downloads/whiteboard.zip">baixe diretamente o Whiteboard</a>.</p>
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		<title>Google lança serviço de hosting grátis para aplicativos</title>
		<link>http://prati.ca/2008/04/08/google-lanca-servico-de-hosting-gratis-para-aplicativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 23:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[api]]></category>
		<category><![CDATA[app engine]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Office 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[web-services]]></category>

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		<description><![CDATA[Google acaba de lançar um serviço chamado App Engine. A idéia é ser um serviço completo de hosting, banco de dados e servidor de arquivos utilizando sua infra-estrutura e suas tecnologias únicas, dando uma boa quantidade de recursos de graça para desenvolvedores criarem seu aplicativos.
O servidor aproveita o famoso cloud computing do Google, database com o BigTable, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://code.google.com/appengine/images/appengine_lowres.jpg" alt="google app engine" />Google <a href="http://googleblog.blogspot.com/2008/04/developers-start-your-engines.html">acaba de lançar</a> um serviço chamado <a href="http://code.google.com/appengine/">App Engine</a>. A idéia é ser um serviço completo de hosting, banco de dados e servidor de arquivos utilizando sua infra-estrutura e suas tecnologias únicas, dando uma boa quantidade de recursos de graça para desenvolvedores criarem seu aplicativos.</p>
<p>O servidor aproveita o famoso cloud computing do Google, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:banco+dados" class="bbli">database<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> com o <a href="http://labs.google.com/papers/bigtable.html">BigTable</a>, e Storage com o <a href="http://labs.google.com/papers/gfs.html">Google File System</a>. Todas estas tecnologias são utilizadas pelo próprio google em seus aplicativos para que sejam rápidos e facilmente escalonáveis.</p>
<h4>Escalabilidade sem preocupação.</h4>
<p>A novidade resolve um grande problema que startups têm: como gerenciar um servidor quando se faz sucesso de uma hora pra outra. Em um dia eu tenho um punhado de usuários, no outro dia eu tenho milhões, meu servidor cai, eu fico desesperado e perco os cabelos e os usuários.</p>
<p>Com o App Engine o desenvolvedor pode preocupar-se só em desenvolver o seu programa e deixar toda a parte de infra estrutura para o google.</p>
<h4>Modelo de negócio briga com Amazon.</h4>
<p>Na versão &#8220;preview&#8221; lançada, os aplicativos não podem usar mais do que 500 MB de espaço em disco, 200 milhões de megaciclos/dia de CPU, e 10 GB de banda por dia. Vocês sabem que isso não é pouco.</p>
<p>Outro limite é que, por enquanto, somente aplicativos desenvolvidos em <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:programação+python" class="bbli">python<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> podem rodar no servidor. Google diz que a estrutura toda é feita para suportar qualquer linguagem e que vai aos poucos liberar novas linguagens.</p>
<p>A idéia, quando o produto estiver pronto, é vender mais recursos para os desenvolvedores, conforme a demanda de seus aplicativos. Exatamente o que a Amazon faz com <a href="http://desta.ca/pratica/2006/12/21/amazon-quer-ser-a-estrutura-da-web-20/">seus serviços de Storage e Cloud Computing</a>.</p>
<p>A concorrência entre os dois agora será uma briga boa de assistir. Enquanto o google entra no mercado com uma afinidade muito grande com os desenvolvedores, a Amazon já é o líder deste mercado e tem vários cases muito interessantes para mostrar.</p>
<h4>APIs do google para tarefas mais comuns.</h4>
<p>Além de tudo isso, o app engine ainda dá acesso a APIs do google para fazer tarefas comuns como autenticação de usuários e envio de emails. Ou seja, eu poderei usar minha conta do google para fazer login em um aplicativo hospedado no App Engine.</p>
<p>O serviço tem também uma ampla gama de análises de uso do servidor, de banda, de ciclos, etc, algo como o Google Analytics mas voltado para o servidor em si e não para o conteúdo. Eles dizem que estes são só os primeiros features, que ainda não estão nem perto de ter todos os features planejados para o serviço.</p>
<h4>Isso deve mudar o cenário?</h4>
<p>Com isso, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:261392/tags:programação+web" class="bbli">desenvolvedores<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> têm um custo a menos para lançarem um aplicativo. Será que isso muda o cenário da web 2.0? Será que terá um impacto grande? Você usaria o serviço?</p>
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		<title>O Novo Wordpress (2.5)</title>
		<link>http://prati.ca/2008/03/19/o-novo-wordpress-25/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 22:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Este aí abaixo é um pedacinho do Novo Wordpress. A versão 2.5 do programa não é um pequeno upgrade, toda a interface da administração foi repensada do zero. Foi liberado um o primeiro Release Candidate ontem. Eu juntei coragem e resolvi instalar aqui no prática mesmo.

Simplicidade.
Temos dito aqui que a simplicidade depende de tirar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este aí abaixo é um pedacinho do <a href="http://wordpress.org/development/2008/03/25-sneak-peek/">Novo Wordpress</a>. A versão 2.5 do programa não é um pequeno upgrade, toda a interface da administração foi repensada do zero. Foi liberado um o primeiro <a href="http://wordpress.org/wordpress-2.5-RC1.zip">Release Candidate</a> ontem. Eu juntei coragem e resolvi instalar aqui no prática mesmo.</p>
<p><img src="http://wpcom.wordpress.com/files/2008/03/write-wide.png" alt="" width="555" height="226" /></p>
<h4>Simplicidade.</h4>
<p>Temos dito aqui que a simplicidade depende de tirar a parafernália da frente do usuário e dar ênfase ao que é mais usado e mais útil. Foi isso que fizeram nesta nova versão. Ao escrever um artigo, a barra lateral que tinha um monte de opções foi substituída por essa mostrada acima, que contém somente o essencial. Outras opções são mostradas logo abaixo da área do post.</p>
<p>A interface ficou muito mais leve, simples, fácil e gostosa de usar.</p>
<p>Outra novidade importante é o &#8220;fullscreen mode&#8221;, um tipo de visualização que tira absolutamente tudo da tela e deixa somente a interface necessária para escrever, ficando bem parecido com a interface do google docs, só que muito mais limpo.</p>
<h4>Veja as novidades sem precisar instalar.</h4>
<p>Algumas coisas mais interessantes da nova versão são:</p>
<ul>
<li>Painel personalizavel, com informações úteis</li>
<li>Upload de vários arquivos ao mesmo tempo</li>
<li>Galerias de arquivos</li>
<li>Administração de tags</li>
<li>Gravatars para comentários por padrão.</li>
<li>Upgrade de plugins com um clique: ele avisa que tem nova versão para determinado plugin, você diz o seu ftp e senha, ele faz o download e instala o novo plugin automaticamente</li>
</ul>
<p>Chris Johnston fez uma <a href="http://wp.chrisjohnston.org/">versão de demonstraçao online</a>, na qual você pode ver o RC1 sem precisar instalá-lo. Está cheia de propagandas, mas ainda assim, é uma boa alternativa para que está curioso e quer esperar até a versão final.</p>
<p>Photo Matt, um dos pais do Wordpress, <a href="http://wordpress.org/development/2008/03/25-sneak-peek/">diz que o RC1 está bom</a> o suficiente para ser lançado hoje, mas que eles querem receber bastante comentários antes de lançarem a versão final, que está prevista para o fim deste mês.</p>
<p>Este é um grande exemplo de como um software open source pode ser muito bem programado e ainda ter uma interface muito boa! Parabéns para o time do Wordpress!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os três uias de um bom design</title>
		<link>http://prati.ca/2008/02/12/os-tres-uias-de-um-bom-design/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 04:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design de interface]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu assisti ontem a um documentário sobre Oscar Niemeyer. Durante as várias entrevistas, o velhinho-gênio-comunista repetiu diversas vezes uma palavra, que me pareceu ser fundamental no seu trabalho: surpresa. Ele disse que &#8220;tem que ter surpresa&#8221;. Niemeyer entende a surpresa como a revelação, nos olhos do observador de sua obra, de que o que fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/niemeyer.png" class="alignleft" alt="niemeyer.png" />Eu assisti ontem a um documentário sobre Oscar Niemeyer. Durante as várias entrevistas, o velhinho-gênio-comunista repetiu diversas vezes uma palavra, que me pareceu ser fundamental no seu trabalho: surpresa. Ele disse que &#8220;tem que ter surpresa&#8221;. Niemeyer entende a surpresa como a revelação, nos olhos do observador de sua obra, de que o que fez é realmente novo e bom.</p>
<p>Pensando sobre como a Arquitetura está próxima do Design Gráfico &#8211; <a href="http://www.designtotal.com.br/">Guilherme Sebastiany</a>, que como alguns dos maiores designers gráficos do Brasil é formado em arquitetura, me disse uma vez que o trabalho é o mesmo, só muda a mídia &#8211; e também do design de interfaces, por conseguinte, do ofício do &#8220;fazedor de sites&#8221; em geral, fiquei com essa palavra, <strong>surpresa</strong>, na cabeça. Nas minhas elocubrações teóricas de fim de noite, cheguei a três tipos de surpresas, que chamarei aqui de &#8220;iuas&#8221;.</p>
<p>Um produto que tem os três uias será certamente desejado e idolatrado (veja que não acrescentei &#8220;comprado&#8221;, porque aí o buraco é mais embaixo) por todo mundo.</p>
<h4>UIA! Que útil!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/controle-remoto.png" alt="controle-remoto.png" class="alignleft" />Essa é a expressão de <strong>surpresa com a função</strong>. Um bom serviço web deve ser muito útil para o usuário. Deve resolver um problema. Tornar uma ação comum do seu dia-a-dia mais fácil, ou melhor ainda: dar ao usuário a possibilidade de fazer algo que ele nunca imaginou que seria capaz.</p>
<p>Imagino a utilidade do controle remoto, por exemplo &#8211; uia! dá pra trocar de canal sem levantar do sofá! Ou pensando nas tecnologias mais recentes, lembro-me da utilidade do iPod &#8211; uia! dá pra carregar pra todo canto todas as minhas músicas!</p>
<p>O problema aqui é que essa parte do trabalho, a de pensar no conceito do produto, quando se trata de internet, geralmente fica para o cliente. Isso é realmente um problema com esse modelo de negócio, porque nem sempre o cliente é habilitado para conceituar as funcionalidades de um bom serviço. No design de produtos ou de móveis, por exemplo, pode acontecer o contrário: o designer pensa livremente no que quer fazer, e depois encontra alguém para produzir e comercializar o produto que criou.  Isso até tem acontecido, principalmente na web 2.0, mas são os programadores, não os designers, que estão tomando a iniciativa.</p>
<h4>UIA! Que fácil de usar!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/iphone.png" alt="iphone.png" class="alignleft" />Essa é a expressão de <strong>surpresa com a facilidade de uso</strong>. Se o produto tiver uma função maravilhosa mas for difícil de usar, não adiantará muito.</p>
<p>É bom lembrar mais uma vez de Niemeyer: para inovar ele explorou os limites das novas tecnologias de sua época &#8211; o concreto armado, no caso.</p>
<p>Sou contra aqueles que dizem que o designer tem que esquecer-se da tecnologia, porque esta envelhece. Pelo contrário, ele deve explorar as novas possibilidades devorando as novas tecnologias para fazer aquilo que antes não era possível.</p>
<p>Esse é um caminho para a inovação. Para isso, aliamo-nos aos programadores da mesma maneira que os arquitetos aliam-se aos engenheiros. Foi aqui que o iPhone ganhou notoriedade: nunca tínhamos visto a tecnologia de toque e o acelerômetro sendo tão bem aplicados. É preciso ter coragem de experimentar, de lançar-se na escuridão do horizonte onde o <em>novo</em> está.</p>
<p>Mas a facilidade de uso não mora com as novas tecnologias, no sentido estrito do termo. É preciso preocupar-se com um bom design de interação e construir uma excelente experiência para o usuário, colocando-o em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes o primeiro e o segundo uais se unem, pois quanto mais funcionalidades, mais complexo é um sistema, logo mais difícil de usar. É preciso fazer uma <a href="http://desta.ca/pratica/2007/10/10/curadoria-de-funcionalidades/">curadoria de funcionalidades</a> &#8211; e isso é parte do escopo do projeto, não do design de interface &#8211; para que o sistema seja simples e fácil de usar.</p>
<h4>UIA! Que bonito!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/imac.png" alt="imac.png" class="alignleft" />Essa é expressão de <strong>surpresa estética</strong>. Embora a estética não procure necessariamente o belo, mas pode refugiar-se também no grotesco, no obscuro, enfim, no que mais for necessário para construir uma poética que expresse o que o artista <em>precisa</em>.</p>
<p>Novamente uso a apple como exemplo. Tecnologicamente não havia nenhuma novidade em computadores desktop que fossem um único bloco &#8211; em vez da separação entre CPU e monitor dos PCS. Mas os imacs foram uma revolução estética, trazendo a beleza, <em>aquela</em> beleza (e quando falamos de uma beleza específica, estamos falando de <em>uma estética</em>) plástica brilhante e fortemente colorida para as mesas de trabalho.</p>
<p>Um bom design surpreende também pela estética. Daí (aproveito para este parêntesis) a <a href="http://www.slideshare.net/elliotjaystocks/fowd-november-2007/">reclamação de alguns designers</a> a respeito do seguimento tonto da estética da web 2.0. Sim, a web 2.0 tem uma estética, são os sites com cores fortes, gradientes por todos os lados, logotipo com reflexo, etc. Seguir esta estética, em vez de pensar uma nova e própria da sua marca, é a morte para um designer &#8211; se ele não pensa um estilo próprio, pra que serve? (fecha parêntesis)</p>
<h4>Surpresa e inovação.</h4>
<p>Enfim, surpreenda com a utilidade, com a usabilidade e com a estética e você terá um produto realmente novo e interessante. Como já disse, isso não garante um produto comercialmente bem sucedido, pois aí há outras variáveis como tamanho do mercado, concorrência, preço, etc, mas certamente garante um produto no mínimo admirável.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>dataportability.org &#124; finalmente uma ação para abrir o grafo social</title>
		<link>http://prati.ca/2008/01/11/dataportabilityorg-finalmente-uma-acao-para-abrir-o-grafo-social/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 00:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[dataportability.org]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Já falamos aqui sobre o manifesto de Brad Fitzpatrick sobre a abertura do grafo social. A idéia geral, que na época desta postagem era mais um sonho, uma utopia, era que os usuários pudessem ser realmente donos do conteúdo que produzem, resumindo assim:

Você deveria ser dono da sua rede social
 Privacidade deve ser levada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falamos aqui sobre o manifesto de <a href="http://bradfitz.com/social-graph-problem/">Brad Fitzpatrick</a> sobre a <a href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">abertura do grafo social</a>. A idéia geral, que na época desta postagem era mais um sonho, uma utopia, era que os usuários pudessem ser realmente donos do conteúdo que produzem, resumindo assim:</p>
<ul>
<li>Você deveria ser dono da sua rede social</li>
<li> Privacidade deve ser levada a sério, deixando o controle nas suas mãos.</li>
<li> É bom ser capaz de encontrar aquilo que já é público sobre você na internet.</li>
<li> Todo mundo tem várias redes sociais, e elas não precisam estar sempre conectadas.</li>
<li> Tecnologias abertas são os melhores meios para se resolver estes problemas.</li>
</ul>
<h4>dataportability.org é um passo concreto para a abertura do grafo social</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/01/dataportability.png" alt="dataportability.png" class="alignleft" /> Agora essa idéia passou de um sonho. Há uma ação concreta no sentido de deixar que as pessoas aproveitem a colaboração na web como a web realmente é: uma plataforma. Sendo uma plataforma, não um banco de informações, não fazia sentido &#8211; pelo menos para uma empresa que diz colocar os usuários em primeiro lugar &#8211; que um serviço prendesse as informações das pessoas.</p>
<p>O detalhe é que há muito tempo a tecnologia necessária para tornar isso real já existe. Mas tecnologias sozinhas não inventam nada. É aí que entra o pessoal do <a href="http://www.dataportability.org/">Dataportability.org</a>. Sua missão é juntar essas tecnologias já existentes &#8211; como apml, openID, microformats, RDF, RSS, OPML, Oauth &#8211; para criar uma referência de <em>design</em> e melhores práticas para a portabilidade de dados.</p>
<p>Além disso, precisam promover esse design para a comunidade de desenvolvedores, empresas e usuários. Para ajudar nessa tarefa, criaram um <a href="http://groups.google.com/group/dataportability-public/web/the-dp-badge">selo</a> que identificaria os serviços participantes, assim como o &#8220;intel inside&#8221; com computadores que rodam o processador intel.</p>
<p>Mas que adiantaria tudo isso se as principais comunidades que todas as pessoas utilizam não apoiassem o movimento? Aí é que está a grande notícia:</p>
<h4>Gigantes como o Google já participam do projeto.</h4>
<p>Segundo o blog <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/goog-fb-data.php">read/write/web</a>, gigantes do mercado de comunidades como Google, Facebook, SixApart, Flickr e Twitter já estão participando. Cada um enviou um representante oficial para ajudar. Quem representará o Google no projeto será o próprio Brad Fitzpatrick, criador do OpenID e líder do OpenSocial (iniciativa do Google para criar um padrão industrial para criação de widgets para comunidades).</p>
<p>Com esses gigantes participando da jogada, provavelmente o resto do mercado de comunidades será pressionado a participar e abrir seus dados também.</p>
<h4> Um futuro melhor para usuários e desenvolvedores.</h4>
<p>Há quem diga que esse deve ser um momento muito importante na história da web. O momento em que os usuários poderão controlar seus dados, levar facilmente seus amigos para lá e para cá, entre as diversas plataformas da web.</p>
<p>Para os desenvolvedores será o dia em que eu poderei criar um site colaborativo e não precisar me preocupar em concorrer com o orkut ou outra comunidade, os serviços se complementarão em vez de rivalizarem entre si prendendo os dados dos usuários para que eles não possam migrar para o rival.</p>
<p>Assim, se eu criar um novo site, melhor que o orkut, as pessoas poderão mudar para ele se quiserem, sem se preocupar em ter que convidar um a um todos os seus amigos, suas preferências de privacidade, seu perfil, etc.</p>
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		<title>Curadoria de Funcionalidades</title>
		<link>http://prati.ca/2007/10/10/curadoria-de-funcionalidades/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 15:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A filosofia de trabalho Getting Real prega que para ter um software fácil de usar e barato se de produzir e manter é preciso reduzir a quantidade de funcionalidades. Geralmente os programas têm mais funcionalidades do que o necessário e há um certo desperdício aí.
Resolver 80% do problema com 20% do esforço.
A melhor maneira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A filosofia de trabalho <a href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php#ch10">Getting Real</a> prega que para ter um software fácil de usar e barato se de produzir e manter é preciso reduzir a quantidade de funcionalidades. Geralmente os programas têm mais funcionalidades do que o necessário e há um certo desperdício aí.</p>
<h4>Resolver 80% do problema com 20% do esforço.</h4>
<blockquote><p>A melhor maneira de se enfrentar a complexidade é com menos código. Menos software significa menos funcionalidades, menos código, menos desperdício.  A chave está em repensar qualquer problema difícil que venha a necessitar de uma grande quantidade de componentes para ser solucionado em um problema mais fácil, que requeira muito menos. Você pode acabar não solucionando exatamente o mesmo problema, mas tudo bem. Resolver 80% do problema original despendendo 20% do esforço é uma vitória e tanto. O problema original raramente é tão crítico de forma a realmente merecer cinco vezes mais esforço em sua solução.</p></blockquote>
<h4>A quantidade de funcionalidades importa?</h4>
<p>Essa maneira de pensar pode levar uma equipe de desenvolvedores a pensar: então, quantas funcionalidades meu software deve ter? Três, cinco, doze?  Hoje o pessoal da <a href="http://www.37signals.com/svn/posts/643-ask-37signals-is-it-really-the-number-of-features-that-matter">37 Signals respondeu</a> a esta interessante pergunta: <em>É mesmo a quantidade de funcionalidades de um programa que importa?</em></p>
<h4>Curadoria de Funcionalidades: escolhendo só o melhor.</h4>
<p>Ao responder, Raymond Brigleb compara a escolha de funcionalidades ao trabalho de curadoria. Um museu, por exemplo, tem um espaço limitado para expor obras de arte. Por isso é preciso escolher muito cuidadosamente qual obra merece estar naquela valiosíssima parede.</p>
<p>No entanto quanto falamos de software, e principalmente de internet, não há limites. A parede é infinita. Portanto, é possível colocar em um programa tantas funcionalidades e telas quantas o programador quiser.</p>
<h4>O espaço é infinito, a capacidade cognitiva do usuário não.</h4>
<p>Mas é preciso entender que, se por um lado o espaço da tela é infinito dentro de um browser &#8211; ainda mais usando expedientes como lightboxes e outros recursos RIA &#8211; a capacidade do usuário de aprender a mexer no seu programa não é. Também não é infinito o tempo que o usuário tem para encontrar a funcionalidade que ele realmente precisa.</p>
<h4>Muitas funcionalidades estragam a interface.</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/10/ipod-shuffle.jpg" alt="ipod-shuffle.jpg" class="alignleft" />Basta perceber como um CD player comum geralmente tem muito mais funcionalidades que um iPod Shuffle. O iPod não tem botões para ativar graves, equalização, vários para sintonização e memorização de estações AM e FM, relógio, repetir, etc&#8230;</p>
<p>E por isso mesmo, porque não tem tantas funcionalidades pouco úteis para um tocador de música digital, o iPod é muito melhor que qualquer CD player: é absolutamente simples.</p>
<h4>Equilíbrio entre interface, funcionalidade e produtividade.</h4>
<p>Um bom software é o resultado de um cuidadoso equilíbrio entre uma interface limpa, simples e fácil de usar, funcionalidades que resolvem o problema do usuário e boa produtividade na hora de escrever o código e mantê-lo (para melhorar a relação custo-benefício).</p>
<p>Se duas funcionalidades são suficientes para resolver satisfatoriamente o problema, de maneira equilibrada, ótimo. Se é preciso 10, ótimo. O que realmente importa é a qualidade do programa, e que a quantidade de funcionalidades não estrague a experiência do usuário.</p>
<p>Portanto, ao pensar sobre uma nova funcionalidade para seu programa, pense como um curador, pense que cada pixel da sua interface é tão valioso quanto é cada centímetro do museu mais importante do mundo: será que esta funcionalidade <em>merece</em> este exposta aqui?</p>
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		<title>Novo Design do Prática</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 00:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, mudei tudo. Agora o layout é para 1024 (os menos de 10% que ainda usam 800&#215;600 que me perdoem).  O grafismo no topo é inspirado em (e remixado a partir de) trabalhos da artista plástica Beatriz Milhazes.
Bem no espírito do beta eterno, ainda tem muitos detalhes pra melhorar. Mas, enquanto isso, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, mudei tudo. Agora o layout é para 1024 (os menos de 10% que ainda usam 800&#215;600 que me perdoem).  O grafismo no topo é inspirado em (e remixado a partir de) trabalhos da artista plástica Beatriz Milhazes.</p>
<p>Bem no espírito do beta eterno, ainda tem muitos detalhes pra melhorar. Mas, enquanto isso,<strong> o que vocês acharam?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google lançará mapas embedáveis.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 20:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google-maps]]></category>
		<category><![CDATA[mapas]]></category>
		<category><![CDATA[web-services]]></category>

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Segundo a APC magazine o Google vai lançar uma série de novidades no Google Maps. A mais interessante é o mapa &#8220;embedado&#8221;. Da mesma forma como qualquer pessoa pode pegar um vídeo no Youtube e colocá-lo em seu blog ou site, colocar um mapa será tão fácil quanto copiar e colar um código.
Todo sites institucional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/08/mapsembed.jpg" alt="mapsembed.jpg" /></p>
<p>Segundo a <a href="http://www.apcmag.com/6954/google_launches_youtube_style_embeddable_maps" target="_blank">APC magazine</a> o Google vai lançar uma série de novidades no <a href="http://maps.google.com">Google Maps</a>. A mais interessante é o mapa &#8220;embedado&#8221;. Da mesma forma como qualquer pessoa pode pegar um vídeo no Youtube e colocá-lo em seu blog ou site, colocar um mapa será tão fácil quanto copiar e colar um código.</p>
<p><strong>Todo sites institucional terá um destes.</strong></p>
<p>Os mapas embedados terão toda a funcionalidade do Google Maps, com navegação, vista por satélite, etc.</p>
<p>Com a novidade, qualquer empresa poderá colocar facilmente um mapa para sua sede no seu site. Imagino que a funcionalidade será mais ou menos padrão nos novos site institucionais daqui pra frente.</p>
<p><strong>Concorrência (?)</strong></p>
<p>Concorrentes nacionais como o Maplink já oferecem <a href="http://maplink.uol.com.br/prod_roteirizador.asp">este serviço</a>, mas não de graça. Será interessante ver como estes serviços mais antigos e com pior usabilidade irão se virar contra a iniciativa do Google.</p>
<p>Deve ser complicado competir contra um produto melhor que o seu e ainda por cima gratuito, mas o maplink e o apontador ainda contam com as parcerias com portais e as suas marcas que ainda estão bem fresquinhas na cabeça dos usuários.</p>
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		<title>Texty &#124; Um widget ultra simples como CMS</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 19:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Office 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[web-services]]></category>
		<category><![CDATA[widget]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><script src="http://texty.com/cms/syndicate/d95a6f38-cc42-42f0-a38d-f716a29bf736.js" language="javascript"></script></p>
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