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	<title>Prática &#187; apple</title>
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	<description>O blog da desta.ca. Uma conversa constante sobre web 2.0, negócios, criação e tecnologia.</description>
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		<title>A apple ganhará na mobilidade?</title>
		<link>http://prati.ca/2008/03/11/a-apple-ganhara-na-mobilidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 04:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
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		<description><![CDATA[(Atenção: todas as estatísticas desta postagem são inventadas, mas são fruto da  leitura de notícias em lugares que o autor não se lembra mais &#8211; embora lembre dos dados em si. Por se achar entendido no assunto, o autor realmente acredita que estas informações inventadas são realidade.)
Pensem comigo:
1. Cada vez mais compra-se notebooks para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Atenção: todas as estatísticas desta postagem são inventadas, mas são fruto da  leitura de notícias em lugares que o autor não se lembra mais &#8211; embora lembre dos dados em si. Por se achar entendido no assunto, o autor realmente acredita que estas informações inventadas são realidade.)</p>
<p>Pensem comigo:</p>
<p>1. Cada vez mais compra-se notebooks para substituir desktops.</p>
<p>2. Os notebooks estão cada vez mais próximos de terem uma capacidade de processamento, armazenamento, tamanho de tela e duração de bateria suficientes para serem realmente tão bons quanto um desktop para operações não muito pesadas.</p>
<p>3. Cada vez mais me sinto velho ao chamar uma coisa que navega na internet, tira fotos, vê e-mail, tem jogos bem avançados, etc. de <em>telefone</em>. Muitas operações que antes só se fazia num computador, hoje se faz tranqüilamente num smart fone.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/iphone.png" alt="iphone.png" class="alignleft" />4. Notebooks e celulares não são feitos como um desktop bege. Não são uma caixa onde se pluga coisas, não são modulares como um lego. São aparelhos que se compra prontinhos de uma determinada marca.</p>
<p>5. A apple está entre as empresas que mais vendem notebooks e está ganhando um mercado terrivelmente grande com o iPhone.</p>
<p>Agora me ajudem aqui: se as coisas continuarem assim vocês vêm no futuro, como eu vejo, a apple numa posição de destaque MUITO maior do que tem hoje? E vêem aí uma situação na qual a microsoft, se não se cuidar, pode perder muito terreno para o Mac OS e para o Linux?</p>
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		<title>Os três uias de um bom design</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 04:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu assisti ontem a um documentário sobre Oscar Niemeyer. Durante as várias entrevistas, o velhinho-gênio-comunista repetiu diversas vezes uma palavra, que me pareceu ser fundamental no seu trabalho: surpresa. Ele disse que &#8220;tem que ter surpresa&#8221;. Niemeyer entende a surpresa como a revelação, nos olhos do observador de sua obra, de que o que fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/niemeyer.png" class="alignleft" alt="niemeyer.png" />Eu assisti ontem a um documentário sobre Oscar Niemeyer. Durante as várias entrevistas, o velhinho-gênio-comunista repetiu diversas vezes uma palavra, que me pareceu ser fundamental no seu trabalho: surpresa. Ele disse que &#8220;tem que ter surpresa&#8221;. Niemeyer entende a surpresa como a revelação, nos olhos do observador de sua obra, de que o que fez é realmente novo e bom.</p>
<p>Pensando sobre como a Arquitetura está próxima do Design Gráfico &#8211; <a href="http://www.designtotal.com.br/">Guilherme Sebastiany</a>, que como alguns dos maiores designers gráficos do Brasil é formado em arquitetura, me disse uma vez que o trabalho é o mesmo, só muda a mídia &#8211; e também do design de interfaces, por conseguinte, do ofício do &#8220;fazedor de sites&#8221; em geral, fiquei com essa palavra, <strong>surpresa</strong>, na cabeça. Nas minhas elocubrações teóricas de fim de noite, cheguei a três tipos de surpresas, que chamarei aqui de &#8220;iuas&#8221;.</p>
<p>Um produto que tem os três uias será certamente desejado e idolatrado (veja que não acrescentei &#8220;comprado&#8221;, porque aí o buraco é mais embaixo) por todo mundo.</p>
<h4>UIA! Que útil!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/controle-remoto.png" alt="controle-remoto.png" class="alignleft" />Essa é a expressão de <strong>surpresa com a função</strong>. Um bom serviço web deve ser muito útil para o usuário. Deve resolver um problema. Tornar uma ação comum do seu dia-a-dia mais fácil, ou melhor ainda: dar ao usuário a possibilidade de fazer algo que ele nunca imaginou que seria capaz.</p>
<p>Imagino a utilidade do controle remoto, por exemplo &#8211; uia! dá pra trocar de canal sem levantar do sofá! Ou pensando nas tecnologias mais recentes, lembro-me da utilidade do iPod &#8211; uia! dá pra carregar pra todo canto todas as minhas músicas!</p>
<p>O problema aqui é que essa parte do trabalho, a de pensar no conceito do produto, quando se trata de internet, geralmente fica para o cliente. Isso é realmente um problema com esse modelo de negócio, porque nem sempre o cliente é habilitado para conceituar as funcionalidades de um bom serviço. No design de produtos ou de móveis, por exemplo, pode acontecer o contrário: o designer pensa livremente no que quer fazer, e depois encontra alguém para produzir e comercializar o produto que criou.  Isso até tem acontecido, principalmente na web 2.0, mas são os programadores, não os designers, que estão tomando a iniciativa.</p>
<h4>UIA! Que fácil de usar!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/iphone.png" alt="iphone.png" class="alignleft" />Essa é a expressão de <strong>surpresa com a facilidade de uso</strong>. Se o produto tiver uma função maravilhosa mas for difícil de usar, não adiantará muito.</p>
<p>É bom lembrar mais uma vez de Niemeyer: para inovar ele explorou os limites das novas tecnologias de sua época &#8211; o concreto armado, no caso.</p>
<p>Sou contra aqueles que dizem que o designer tem que esquecer-se da tecnologia, porque esta envelhece. Pelo contrário, ele deve explorar as novas possibilidades devorando as novas tecnologias para fazer aquilo que antes não era possível.</p>
<p>Esse é um caminho para a inovação. Para isso, aliamo-nos aos programadores da mesma maneira que os arquitetos aliam-se aos engenheiros. Foi aqui que o iPhone ganhou notoriedade: nunca tínhamos visto a tecnologia de toque e o acelerômetro sendo tão bem aplicados. É preciso ter coragem de experimentar, de lançar-se na escuridão do horizonte onde o <em>novo</em> está.</p>
<p>Mas a facilidade de uso não mora com as novas tecnologias, no sentido estrito do termo. É preciso preocupar-se com um bom design de interação e construir uma excelente experiência para o usuário, colocando-o em primeiro lugar.</p>
<p>Muitas vezes o primeiro e o segundo uais se unem, pois quanto mais funcionalidades, mais complexo é um sistema, logo mais difícil de usar. É preciso fazer uma <a href="http://desta.ca/pratica/2007/10/10/curadoria-de-funcionalidades/">curadoria de funcionalidades</a> &#8211; e isso é parte do escopo do projeto, não do design de interface &#8211; para que o sistema seja simples e fácil de usar.</p>
<h4>UIA! Que bonito!</h4>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2008/02/imac.png" alt="imac.png" class="alignleft" />Essa é expressão de <strong>surpresa estética</strong>. Embora a estética não procure necessariamente o belo, mas pode refugiar-se também no grotesco, no obscuro, enfim, no que mais for necessário para construir uma poética que expresse o que o artista <em>precisa</em>.</p>
<p>Novamente uso a apple como exemplo. Tecnologicamente não havia nenhuma novidade em computadores desktop que fossem um único bloco &#8211; em vez da separação entre CPU e monitor dos PCS. Mas os imacs foram uma revolução estética, trazendo a beleza, <em>aquela</em> beleza (e quando falamos de uma beleza específica, estamos falando de <em>uma estética</em>) plástica brilhante e fortemente colorida para as mesas de trabalho.</p>
<p>Um bom design surpreende também pela estética. Daí (aproveito para este parêntesis) a <a href="http://www.slideshare.net/elliotjaystocks/fowd-november-2007/">reclamação de alguns designers</a> a respeito do seguimento tonto da estética da web 2.0. Sim, a web 2.0 tem uma estética, são os sites com cores fortes, gradientes por todos os lados, logotipo com reflexo, etc. Seguir esta estética, em vez de pensar uma nova e própria da sua marca, é a morte para um designer &#8211; se ele não pensa um estilo próprio, pra que serve? (fecha parêntesis)</p>
<h4>Surpresa e inovação.</h4>
<p>Enfim, surpreenda com a utilidade, com a usabilidade e com a estética e você terá um produto realmente novo e interessante. Como já disse, isso não garante um produto comercialmente bem sucedido, pois aí há outras variáveis como tamanho do mercado, concorrência, preço, etc, mas certamente garante um produto no mínimo admirável.</p>
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		<title>Sem DRM, Amazon MP3 concorre com iTunes</title>
		<link>http://prati.ca/2007/09/26/sem-drm-amazon-mp3-concorre-com-itunes/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 20:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[cultura-livre]]></category>
		<category><![CDATA[drm]]></category>
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		<description><![CDATA[Em combate direto ao domínio da Apple nas vendas de música digital, Amazon lançou sua própria loja de MP3. O diferencial é que os arquivos não têm DRM.
Falamos ontem sobre como a Apple, para ter controle total sobre seus produtos acaba tendo uma postura mais fechada do que deveria. Isso fica bem claro quando lembramos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/09/amazon_mp3.jpg" alt="amazon_mp3.jpg" class="alignleft" />Em combate direto ao domínio da Apple nas vendas de música digital, Amazon lançou <a href="http://www.amazon.com/b?ie=UTF8&amp;node=163856011">sua própria loja de MP3</a>. O diferencial é que os arquivos não têm DRM.</p>
<p>Falamos <a href="http://desta.ca/pratica/2007/09/25/iphone-desbloqueado-sera-destruido/">ontem</a> sobre como a Apple, para ter controle total sobre seus produtos acaba tendo uma postura mais fechada do que deveria. Isso fica bem claro quando lembramos que as músicas vendidas através da loja iTunes são &#8220;protegidos&#8221; com DRM.</p>
<p><strong>Como assim, DRM?</strong></p>
<p>DRM (digital rights management, ou Gestão de direitos digitais), é uma tecnologia para controlar uma cópia de uma obra autoral. Usando esta tecnologia pode-se, por exemplo, restringir o número de vezes em que um arquivo pode ser aberto, a duração da validade desse arquivo ou os aparelhos que podem abri-lo.</p>
<p><strong>Amazon MP3</strong></p>
<p>As músicas compradas na nova loja da Amazon vêm sem DRM. Isso significa que essas músicas podem ser tocadas em qualquer lugar, sem nenhum limite. A loja já nasce com mais de 2 milhões de músicas para serem baixadas por pouco menos de 1 dólar.</p>
<p><strong>Grandes gravadoras.</strong></p>
<p>Segundo o <a href="http://www.wired.com/entertainment/music/news/2007/09/drm_part_one">Wired</a> além de milhares de selos independentes, duas das maiores produtoras de música, Universal Music e EMI, vão vender suas músicas no novo serviço da Amazon. Elas representam a metade das quatro maiores gravadoras do mundo. A tendência é o resto do mercado acompanhar a mudança.</p>
<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/09/itunes_drm.jpg" alt="itunes_drm.jpg" class="alignleft" /><strong>Estranho, mas é graças ao iTunes</strong></p>
<p>Por mais estranho que pareça, é à Apple que devemos agradecer pela nova loja da Amazon ser sem DRM. Acontece que o iPod e o iPhone só tocam dois tipos de arquivo: o protegido pela tecnologia DRM proprietária da Apple, chamada FairPlay, ou arquivos totalmente sem proteção.</p>
<p>Assim, a escolha das gravadoras (e de quem quiser competir com a iTunes) é: lançar seu próprio DRM e não funcionar em nenhum iPod ou deixar essa história de DRM prá lá. A escolha parece óbvia.</p>
<p><strong>Mas de que serve o DRM?</strong></p>
<p>Para cada tecnologia de DRM há um crack correspondente. A comunidade hacker e os ativistas pela cultura livre sempre dão um jeito de liberar o material do DRM. Assim, não há qualquer prova de que o DRM seja eficaz contra a chamada &#8220;pirataria&#8221;.</p>
<p><strong>O que você acha disso?</strong></p>
<p>O controle da Apple sobre o mercado de tocadores de música digital acabou sendo tão grande que forçou grandes gravadoras a venderem música sem DRM. Mas empresas têm direito de usar DRM? E será que a estratégia da Amazon dará certo contra a hegemonia do iTunes?</p>
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		<title>iPhone desbloqueado será destruido</title>
		<link>http://prati.ca/2007/09/25/iphone-desbloqueado-sera-destruido/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 20:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[software-livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o G1, a Apple está prometendo que os iPhones que foram desbloqueados vão bricar, vão virar um bonito monte inútil de plástico e metal, na próxima atualização de software feita através do iTunes.
E sem garantia.
&#8220;Não estamos tomando medidas pró-ativas para desativar iPhones que tenham sido hackeados ou desbloqueados&#8221;, disse Phil Schiller, vice-presidente mundial de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/09/iphone.jpg' alt='iphone.jpg' class="alignleft" />Segundo o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL109947-6174,00.html">G1</a>, a Apple está prometendo que os iPhones que foram desbloqueados vão bricar, vão virar um bonito monte inútil de plástico e metal, na próxima atualização de software feita através do iTunes.</p>
<p><strong>E sem garantia.</strong></p>
<p>&#8220;Não estamos tomando medidas pró-ativas para desativar iPhones que tenham sido hackeados ou desbloqueados&#8221;, disse Phil Schiller, vice-presidente mundial de marketing de produtos da Apple. Segundo ele, um iPhone que deixe de funcionar devido ao uso de software de desbloqueio perderá a garantia.</p>
<p><strong>A apple é uma empresa fechada.</strong></p>
<p>Dizem que uma das qualidades da apple é que ela cuida não somente do software mas também do hardware. Dizem que quem é sério sobre software, faz seu próprio hardware. A apple é assim mesmo.  Mas isso tem um lado ruim: eles têm controle total sobre o produto, mesmo depois que ele já foi vendido.</p>
<p><strong>Tudo na rede é bom?</strong></p>
<p>O iPod é um caso maravilhoso de &#8220;software acima de um único dispositivo&#8221;, uma das regras da web 2.0. Mas o fato de o hardware depender de um software que por sua vez está sempre online e recebe atualizações online, dá um certo controle total do produto à apple, que nem sempre é o melhor para o usuário.</p>
<p>Teoricamente, a partir do instante que você comprou seu iPhone, ele é seu e você pode fazer o que quiser com ele. Também não é justo querer que uma empresa dê suporte a um produto que foi desmontado e teve seu software e hardware mexido.</p>
<p>Mas, por mais que Phil Schiller diga que eles não estão trabalhando ativamente para destruir os iPhones hackeados, é muito estranho que divulguem que na próxima atualização estes aparelhos deixarão de funcionar.</p>
<p>Este é um dos lados ruins do &#8220;software acima de um único dispositivo&#8221;: se a empresa quiser, ela pode destruir um produto que é seu através de uma simples atualização.</p>
<p>Nesse sentido, a microsoft até que é legal: seria simples também para eles destruirem um computador que use o windows pirata. Em vez disso, eles somente colocam a tal mensagem de que &#8220;você foi vítima de pirataria&#8221;&#8230; Até porque uma atitude como essas provavelmente levaria a uma corrida desefreada para o software livre: tudo que a MS tem medo.</p>
<p>Aí vem a pergunta: até que ponto a Apple tem o direito de destruir os iPhones desbloqueados?</p>
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		<title>iPod touch &#124; O mundo com internet em qualquer lugar</title>
		<link>http://prati.ca/2007/09/05/ipod-touch-o-mundo-com-internet-em-qualquer-lugar/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 19:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
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		<category><![CDATA[ipod]]></category>

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		<description><![CDATA[
Acabei de ver o vídeo de apresentação do novo iPod touch. Não quero falar sobre ele &#8211; porque todo mundo vai falar &#8211; mas sobre assuntos que ele me trouxe à mente.
Hoje quando falamos de internet, falamos de computador. Falamos de uma pessoa sentada em uma mesa, provavelmente trabalhando, e mexendo em um teclado, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://desta.ca/pratica/wp-content/uploads/2007/09/ipodtouch.jpg" alt="ipodtouch.jpg" /></p>
<p>Acabei de ver o vídeo de apresentação do novo <a href="http://www.apple.com/ipodtouch/">iPod touch</a>. Não quero falar sobre ele &#8211; porque todo mundo vai falar &#8211; mas sobre assuntos que ele me trouxe à mente.</p>
<p>Hoje quando falamos de internet, falamos de computador. Falamos de uma pessoa sentada em uma mesa, provavelmente trabalhando, e mexendo em um teclado, com um monitor grande à sua frente.</p>
<p><strong>Isso tende a mudar. </strong>Como aparelhos como o iPhone e esse novo iPod touch, além dos novos celulares que também navegam na internet há muito tempo, a tendência é que possamos ficar ligados na internet o tempo todo.</p>
<p><strong>Semi-especialistas em tudo.</strong></p>
<p>Com isso, a internet torna-se uma extensão de quem nós somos, das nossas habilidades e capacidades. Qualquer um de nós, na internet, somos semi-especialistas em qualquer coisa. Durante um papo sobre futebol, enquanto conectado, <strong>eu sei</strong> exatamente todos os resultados das últimas copas. Sem internet, não sei.</p>
<p><strong>Então, sei ou não sei?</strong></p>
<p>Sabemos somente aquilo que nos lembramos, ou sabemos também aquilo que consultamos? Se tenho absoluta certeza de que em um minuto eu tenho acesso à lista completa dos imperadores de Roma, posso dizer que sei um bocado sobre eles ou não?</p>
<p><strong>Essas elocubrações vão longe</strong>, mas o fato é que aparelhos como este novo iPod touch, &#8211; e falam por aí que o google vai lançar um telefone também &#8211; que um dia nos darão acesso de qualidade à internet, com boa usabilidade, a partir de absolutamente qualquer lugar, vão mudar muito a maneira como nós nos relacionamos uns com os outros e a nossa definição do que sabemos ou não sabemos e de quem ou o que somos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>iPhone não! Quero um liquidificador BlendTech!</title>
		<link>http://prati.ca/2007/07/11/iphone-nao-quero-um-liquidificador-blendtech/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 17:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[video]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ver este vídeo eu decidi: não quero mais um iPhone. Quero mesmo é um liquidificador BlendTech:

Mas se alguém quiser me dar um iPhone desbloqueado &#8211; quando conseguirem desbloquear &#8211; eu não vou fazer desfeita.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ver este vídeo eu decidi: não quero mais um iPhone. Quero mesmo é um liquidificador BlendTech:</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qg1ckCkm8YI"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qg1ckCkm8YI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Mas se alguém quiser me dar um iPhone desbloqueado &#8211; quando conseguirem desbloquear &#8211; eu não vou fazer desfeita.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A evolução da Apple</title>
		<link>http://prati.ca/2007/07/05/a-evolucao-da-apple/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 17:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ví no blog do Neto (aliás, um dos blogs mais interessantes e bem escritos que eu assino) o Não conte pra mamãe, uma imagem mostrando a evolução dos produtos da Apple, desde o primeiro até o iPhone.
Estou pensando em comprar um Mac
Ontem eu conversei um pouco com o Marco Gomes sobre Mac x PC&#8230; Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ví no blog do Neto (aliás, um dos blogs mais interessantes e bem escritos que eu assino) o <a href="http://naocontepramamae.wordpress.com/2007/07/05/107/">Não conte pra mamãe</a>, uma imagem mostrando a <a href="http://tofslie.com/work/apple_evolution.jpg">evolução</a> dos produtos da Apple, desde o primeiro até o iPhone.</p>
<p><strong>Estou pensando em comprar um Mac</strong></p>
<p>Ontem eu conversei um pouco com o <a href="http://marcogomes.com/">Marco Gomes</a> sobre Mac x PC&#8230; Ele me garantiu que um mac mini rende mais que um PC novo, por causa da arquitetura (os nerds mais nerds que eu vão saber <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Computer_architecture">do que se trata</a>) e do Mac OS. Me convenceu (ou converteu?), de verdade.</p>
<p><strong>E se der problema? </strong></p>
<p>Fui falar com o Eduardo, meu sócio, sobre isso e ele me perguntou: &#8220;e se der problema? Dá pra pegar outro HD emprestado e enfiar nele num instante como acontece com o PC?&#8221; &#8211; Eu fiquei assustado com a idéia de ter que ir numa <em>autorizada</em> (só o nome já me dá medo) pra arrumar um computador &#8211; a vida toda eu mesmo montei e arrumei meus computadores.</p>
<p><strong>O que aprender com a </strong><strong>apple.</strong></p>
<p>Esse burburinho todo por causa do iPhone faz a gente pensar: o que podemos aprender com a Apple? Na fila da padaria eu dei uma olhada na revista Exame, que está tratando justamente disso. No meio de uma série de lições pouco edificantes eu vi uma coisa com a qual eu concordei: simplicidade.</p>
<p><strong>O segredo da simplicidade.</strong></p>
<p>Me parece que a Apple aposta sempre na simplicidade. Quem faz software sabe que há uma maneira muito simples de fazer software simples (!): <em>não dê muitas opções para o usuário, em vez disso, tome decisões por ele.</em></p>
<p>Me corrijam se eu estiver errado, mas me parece que as coisas da Apple não precisam de tantas configurações quanto os concorrentes. Um exemplo é o próprio Mac OS que, em vez de ter trezentas versões como o Vista, tem uma só.</p>
<p><strong>Controle sobre o produto todo.</strong></p>
<p>Uma vez eu li no blog do O&#8217;Reilly que &#8220;<em>quem é sério quanto ao desenvolvimento de software, faz seu próprio hardware</em>&#8220;.</p>
<p>Certamente faz toda a diferença a Apple controlar desde cada porca e parafuso de um Mac ou de um iPod, até cada linha de código. Isso também é uma coisa a ser levada a sério.  Só tendo controle sobre a qualidade do produto como um todo é possível garantir a experiência apaixonante que os usuários da Apple parecem ter.</p>
<p><strong>Melhor ou diferente?</strong></p>
<p>Acho muito difícil dizer que os produtos (principalmente os computadores) da Apple são melhores. Com certeza são mais <em>legais</em>, mas quando falamos &#8220;<em>melhor&#8221; </em>é preciso perguntar: <em>melhor pra quem?</em></p>
<p>Quem é programador e gosta de personalizar e ter muito controle sobre sua máquina com certeza preferirá um PC montado em casa, rodando software livre.</p>
<p>Quem quer gastar o mínimo de dinheiro possível, no Brasil, preferirá um PC com Windows pirata &#8211; o que é uma coisa feia, mas é a realidade.</p>
<p><strong>Personalidade.</strong></p>
<p>Enfim, a Apple tem uma personalidade forte, que agrada a um certo público. Mas agrada muito a este público. Muito mais do que o PC/Windows agrada ao seu público.</p>
<p>Eu não acredito que um dia os computadores da Apple serão mais usados que os PCs. Mas certamente eles serão sempre muito legais :)</p>
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		<title>Apple lança Safari para Windows e NOVO SITE!</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 22:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito legal a notícia de que a Apple acabou de lançar uma versão beta do Safari 3 para windows. Isso tem um monte de implicações muito interessantes, mas que eu acho que tooodomundo vai falar (a começar do marco) e eu não vou ter muito a acrescentar.
Embora nos últimos tempos Apple  tenha mudado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal a notícia de que a Apple acabou de lançar uma <a href="http://www.apple.com/safari/">versão beta do Safari 3</a> para windows. Isso tem um monte de implicações muito interessantes, mas que eu acho que tooodomundo vai falar (a começar do <a href="http://marcogomes.com/blog/2007/safari-no-windows-nativo/">marco</a>) e eu não vou ter muito a acrescentar.</p>
<p>Embora nos últimos tempos Apple  tenha mudado de mercado, de foco, e até o nome, o que realmente me empolgou foi que alguém lá na Apple teve <strong>a coragem de <a href="http://www.apple.com/">mudar design do site</a></strong>.</p>
<p>Desde os meus primeiros dias de &#8220;webdesigner&#8221;, tempos em que eu ia ao site coolhomepages para me inspirar, o site da Apple, que ganhou vários prêmios e sempre foi meu exemplo predileto de <a href="http://coolhomepages.com/sort/?catName=Very+Clean&amp;sortType=DATE&amp;pageNo=1">design clean</a>, nunca tinha mudado quase nada. O topo sempre foi o mesmo. </p>
<p>Agora mudou, e mudou muito.</p>
<p>O novo site abandona de vez o consagrado estilo aqua e vai para o cinzão que é a nova cara a Apple. Tem coisas interessantes como <a href="http://www.apple.com/itunes/">navegação horizontal</a> animada em JavaScript e layouts um pouco <a href="http://www.apple.com/ipodshuffle/">mais ousados</a>.</p>
<p>Eu ainda não sei bem o que pensar&#8230; não sei se gostei do novo ou se não gostei de matarem o clássico topo com abinhas&#8230; E você?</p>
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		<title>2001, uma odisséia no iphone</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 15:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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Como eu não postei aqui os comerciais novos do iPhone, porque toooodo mundo postou, aí vai um outro, feito por fãs.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s5s84kMxc1k"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/s5s84kMxc1k" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Como eu não postei aqui os comerciais novos do iPhone, porque toooodo mundo postou, aí vai um outro, feito por fãs.</p>
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		<title>Três vídeos sobre o iPhone</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jan 2007 00:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vi três vídeos hoje sobre o iPhone e compartilho aqui com vocês. Os três são em inglês e sem legenda.
1. Steve Ballmer, CEO da Microsoft, ridiculariza o iPhone: &#8220;Hahaha! É o telefone mais caro do mundo!&#8221;


2. Infomercial do iPhone: &#8220;E ainda é um péssimo telefone&#8221;


3. Documentário de 40min da Discovery Channel: a história do iPod [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi três vídeos hoje sobre o iPhone e compartilho aqui com vocês. Os três são em inglês e sem legenda.</p>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=C5oGaZIKYvo">1. Steve Ballmer, CEO da Microsoft, ridiculariza o iPhone</a>: &#8220;Hahaha! É o telefone mais caro do mundo!&#8221;</li>
<p><object height="350" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/C5oGaZIKYvo"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><ibed type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></ibed></p>
<p></object></p>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1xXNoB3t8vM">2. Infomercial do iPhone:</a> <em>&#8220;E ainda é um péssimo telefone&#8221;</em></li>
<p><object height="350" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1xXNoB3t8vM"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><ibed type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></ibed></p>
<p></object></p>
<li><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=6960974522224017009">3. Documentário de 40min da Discovery Channel</a>: a história do iPod (<a href="http://www.lent.com.br/viu/archives/2007/01/a_historia_do_i.html">via viuisso?</a>)</li>
<p><ibed style="width: 400px; height: 326px" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash"> </ibed></p>
<p>Então, procure um lugar bem confortavel na frente do computador, estoure umas pipocas, clique no play e divirta-se :)</p>
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